E aí, tô de volta depois de um tempão sem fazer praticamente nada. O que vou contar aconteceu ontem à noite, ou seja, dia 5 de março.
Nos primeiros dias de fevereiro, um cara se mudou quase em frente à minha casa. Pra ser sincera, a gente só se via de manhã ou à noite quando saía ou chegava. Ele sempre me cumprimentava muito bem, só isso. No dia em questão, eu saí como de costume pro trabalho e, no meio do caminho, vejo ele andando. Parei e perguntei pra onde ele ia. Ele respondeu que a moto dele tinha quebrado e ele precisava chegar no trabalho. Me ofereci pra levá-lo e ele aceitou. No caminho, ele me contou um pouco sobre si mesmo. Foi assim que soube que ele trabalha fazendo comissões e que justamente teve esse contratempo. Também me contou que nesse fim de semana prolongado ele ia ficar em casa porque não ia a lugar nenhum. "Eu também não!" eu disse. "Ah, olha só, pensei que você fosse viajar", ele falou.
Quando chegamos e antes de descer, ele disse que me agradecia muito e que, se eu quisesse, fosse à casa dele à noite tomar uma cerveja. Eu disse que sim. Até aí, tudo normal. À noite, eu estava entrando em casa e tinha esquecido completamente do convite dele. Quando fechei o portão, ouvi um assobio. Era ele me chamando. "Guardo o carro e já vou", respondi.
Cruzei a rua e o vi na grama, regando umas plantas. "Entra, boludo, tô só dando uma água e já tô pronto", ele disse. Veio todo molhado, apagou a luz de dentro e tirou o short. Pegou uma toalha e começou a se secar enquanto me contava que estava meio cansado. Foi pro banheiro e ficou pelado. Deu pra ver ele passando do banheiro pro quarto. Ele é alto, tem um corpo bom, magro, e pude ver que tem uma rola maneira. Tava mole, mas parecia muito grande. Eu continuei na sala até que ele apareceu. Trouxe uma cerveja e dois copos. Bebemos e ele me contou que ficou dois anos num relacionamento e que terminou, que a ex era muito chata, que gostava de ver filmes e ouvir música, e de viver tranquilo, e que assim tava bom, que podia ver filmes pornô já que com a namorada não podia. Eu disse que eu também... Eu morava sozinho e isso era bom.
Fiquei com a parte dos filmes e perguntei quais ele tinha. Fomos pro quarto e ele me mostrou — no fim, não eram tantos, só cinco. Ele aproveitou e disse: "Gosto de tudo". Comecei a ficar excitado e o pau endureceu. Ele colocou um filme e já não dava mais pra disfarçar o pauzão. O filme começou e numa cena uma mina transava com dois caras dotados. Num momento, um começou a chupar o outro. Eu estava explodindo de tesão e imaginei, por um instante, que era eu quem estava sendo chupado! Não queria parecer desesperado. Ele só assistia e fazia uns comentários de passagem. Olhei de relance pra calça dele e vi o volume inchado. Tentei fazer de desentendido e disse que ia embora.
"Não, cara! Pedi pizza, fica pra comer. Amanhã você não trabalha", ele falou.
O pau pedia por gritos: "Bunda ou boca!" — mas queria alguma coisa. Me ajeitei melhor e ele foi pra cozinha. Saiu meio de lado, acho que pra disfarçar a barraca. Aproveitei, meti a mão dentro da calça e ajeitei o pau pra cima. Doía de tão duro.
Nisso, quando tava tirando a mão, ele entra e começa a rir: "E aí, mano! Tá dura?"
"Sim", eu disse. "Não tá sabendo?"
Ele olhou pro volume, levantou minha camiseta e viu a cabeça aparecendo.
"Ah, tá pronta", ele falou, e fez um gesto de tocar.
Tomei coragem e perguntei: "Quer ver?"
Ele sorriu e disse: "Já faz um tempinho, hahaha! Tô de pau duro também, mano!"
Ele tocou suave e passou um dedo na ponta. Meu gozo já tava lá perto!
"Vamos fazer alguma coisa logo", ele disse, se levantou e, num puxão só, ficou pelado. Agarrou o pau e mostrou — era longo e com uma cabeça grande, cilíndrico, quase perfeito, bem uniforme.
Eu me despi, ele agarrou meu pau, se abaixou e passou a língua na cabeça. Depois começou a chupar bem devagar. Eu o empurrei porque já tava quase gozando — queria segurar. Deitei na cama e ele se posicionou em cima de mim, pros pés. Me chupou enquanto, com a mão dele, guiava o pau dele até minha boca.
Nos demos uma boa chupada. Ele saiu e segui pro meu cu. Chupou — tava bem fechadinho e sem um pelo. Ele gemeu e acelerou o sobe e desce no meu pau. Saiu e disse que queria ser penetrado. Trouxe camisinhas e lubrificante. Ele pediu para eu ir com calma, coloquei uma camisinha enquanto ele lubrificava a bunda dele. Deitei de costas e ele sentou em cima, lutou um pouco até que a cabeça começou a abrir caminho, em três empurrões estava até o fundo. Pedi para ele sair porque estava quase gozando, ele ficou de quatro, com as pernas nos meus ombros, no sofá. Peguei ele assim mesmo, quando não aguentei mais descarregei meu leite quente dentro do cu dele. Saí, ele se masturbou, soltou uma boa quantidade de porra grossa. Fui tomar banho e me troquei, ele fez o mesmo. Comemos pizza e mais uma cerveja, e de novo para a cama. Ele disse que queria mais, que estava doendo um pouco mas queria mais pau. Pediu para eu olhar como o cu dele tinha ficado, e tirar uma foto dele de quatro. Já estava lindamente desvirginado há um tempo. Ele me chupou muito bem e mais uma boa fodida, agora melhor porque a goza demorou um pouco mais para chegar. Quando terminamos, já era muito tarde, me despedi e saí para casa todo suado e com cheiro de sexo. Tomei banho e dormi muito relaxado.
Enquanto estava escrevendo isso, ele me ligou e perguntou como tinha sido para mim, que ele estava muito bem e que o cu dele quer mais pau. Respondi que meu pau quer mais cu! Então agora termino e vou para lá, parece que nesse fim de semana prolongado vou foder muito, muito!!!
Nos primeiros dias de fevereiro, um cara se mudou quase em frente à minha casa. Pra ser sincera, a gente só se via de manhã ou à noite quando saía ou chegava. Ele sempre me cumprimentava muito bem, só isso. No dia em questão, eu saí como de costume pro trabalho e, no meio do caminho, vejo ele andando. Parei e perguntei pra onde ele ia. Ele respondeu que a moto dele tinha quebrado e ele precisava chegar no trabalho. Me ofereci pra levá-lo e ele aceitou. No caminho, ele me contou um pouco sobre si mesmo. Foi assim que soube que ele trabalha fazendo comissões e que justamente teve esse contratempo. Também me contou que nesse fim de semana prolongado ele ia ficar em casa porque não ia a lugar nenhum. "Eu também não!" eu disse. "Ah, olha só, pensei que você fosse viajar", ele falou.
Quando chegamos e antes de descer, ele disse que me agradecia muito e que, se eu quisesse, fosse à casa dele à noite tomar uma cerveja. Eu disse que sim. Até aí, tudo normal. À noite, eu estava entrando em casa e tinha esquecido completamente do convite dele. Quando fechei o portão, ouvi um assobio. Era ele me chamando. "Guardo o carro e já vou", respondi.
Cruzei a rua e o vi na grama, regando umas plantas. "Entra, boludo, tô só dando uma água e já tô pronto", ele disse. Veio todo molhado, apagou a luz de dentro e tirou o short. Pegou uma toalha e começou a se secar enquanto me contava que estava meio cansado. Foi pro banheiro e ficou pelado. Deu pra ver ele passando do banheiro pro quarto. Ele é alto, tem um corpo bom, magro, e pude ver que tem uma rola maneira. Tava mole, mas parecia muito grande. Eu continuei na sala até que ele apareceu. Trouxe uma cerveja e dois copos. Bebemos e ele me contou que ficou dois anos num relacionamento e que terminou, que a ex era muito chata, que gostava de ver filmes e ouvir música, e de viver tranquilo, e que assim tava bom, que podia ver filmes pornô já que com a namorada não podia. Eu disse que eu também... Eu morava sozinho e isso era bom.
Fiquei com a parte dos filmes e perguntei quais ele tinha. Fomos pro quarto e ele me mostrou — no fim, não eram tantos, só cinco. Ele aproveitou e disse: "Gosto de tudo". Comecei a ficar excitado e o pau endureceu. Ele colocou um filme e já não dava mais pra disfarçar o pauzão. O filme começou e numa cena uma mina transava com dois caras dotados. Num momento, um começou a chupar o outro. Eu estava explodindo de tesão e imaginei, por um instante, que era eu quem estava sendo chupado! Não queria parecer desesperado. Ele só assistia e fazia uns comentários de passagem. Olhei de relance pra calça dele e vi o volume inchado. Tentei fazer de desentendido e disse que ia embora.
"Não, cara! Pedi pizza, fica pra comer. Amanhã você não trabalha", ele falou.
O pau pedia por gritos: "Bunda ou boca!" — mas queria alguma coisa. Me ajeitei melhor e ele foi pra cozinha. Saiu meio de lado, acho que pra disfarçar a barraca. Aproveitei, meti a mão dentro da calça e ajeitei o pau pra cima. Doía de tão duro.
Nisso, quando tava tirando a mão, ele entra e começa a rir: "E aí, mano! Tá dura?"
"Sim", eu disse. "Não tá sabendo?"
Ele olhou pro volume, levantou minha camiseta e viu a cabeça aparecendo.
"Ah, tá pronta", ele falou, e fez um gesto de tocar.
Tomei coragem e perguntei: "Quer ver?"
Ele sorriu e disse: "Já faz um tempinho, hahaha! Tô de pau duro também, mano!"
Ele tocou suave e passou um dedo na ponta. Meu gozo já tava lá perto!
"Vamos fazer alguma coisa logo", ele disse, se levantou e, num puxão só, ficou pelado. Agarrou o pau e mostrou — era longo e com uma cabeça grande, cilíndrico, quase perfeito, bem uniforme.
Eu me despi, ele agarrou meu pau, se abaixou e passou a língua na cabeça. Depois começou a chupar bem devagar. Eu o empurrei porque já tava quase gozando — queria segurar. Deitei na cama e ele se posicionou em cima de mim, pros pés. Me chupou enquanto, com a mão dele, guiava o pau dele até minha boca.
Nos demos uma boa chupada. Ele saiu e segui pro meu cu. Chupou — tava bem fechadinho e sem um pelo. Ele gemeu e acelerou o sobe e desce no meu pau. Saiu e disse que queria ser penetrado. Trouxe camisinhas e lubrificante. Ele pediu para eu ir com calma, coloquei uma camisinha enquanto ele lubrificava a bunda dele. Deitei de costas e ele sentou em cima, lutou um pouco até que a cabeça começou a abrir caminho, em três empurrões estava até o fundo. Pedi para ele sair porque estava quase gozando, ele ficou de quatro, com as pernas nos meus ombros, no sofá. Peguei ele assim mesmo, quando não aguentei mais descarregei meu leite quente dentro do cu dele. Saí, ele se masturbou, soltou uma boa quantidade de porra grossa. Fui tomar banho e me troquei, ele fez o mesmo. Comemos pizza e mais uma cerveja, e de novo para a cama. Ele disse que queria mais, que estava doendo um pouco mas queria mais pau. Pediu para eu olhar como o cu dele tinha ficado, e tirar uma foto dele de quatro. Já estava lindamente desvirginado há um tempo. Ele me chupou muito bem e mais uma boa fodida, agora melhor porque a goza demorou um pouco mais para chegar. Quando terminamos, já era muito tarde, me despedi e saí para casa todo suado e com cheiro de sexo. Tomei banho e dormi muito relaxado.
Enquanto estava escrevendo isso, ele me ligou e perguntou como tinha sido para mim, que ele estava muito bem e que o cu dele quer mais pau. Respondi que meu pau quer mais cu! Então agora termino e vou para lá, parece que nesse fim de semana prolongado vou foder muito, muito!!!
8 comentários - Tão rápido assim!