Crónicas de ciudad X

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Tava um calor do caralho, meu corpo todo suado, eu tava pelado, de joelhos, chupando as bolas do Fabião que tava largado no sofá de pernas abertas, deixando eu fazer o que quisesse com tudo que tinha e o cheiro da virilha dele. Tava suada e soltava aquele cheirinho que me enlouquece, que tem gosto de macho no cio. Eu lambia, enchia as bolas dele, o cu e o pauzão dele de saliva e engolia tudo, curtia pra caralho enquanto nossos corpos tavam completamente molhados. A gente tava fazendo nossa parada no oitavo andar onde esse macho de cinema mora, tava na sala que tinha uma porta de vidro que dava pra uma sacada, na frente, do outro lado da rua, outros prédios também com vista pra rua. Sempre me atraiu o cruising, mas não praticava por vergonha. No fim, a real é que não peguei gosto até conhecer o Fabião, que era um praticante assíduo de sexo em lugar público. Várias vezes ele me propôs, eu recusava a ideia até que um dia no cinema, com as mordidas na orelha e as putarias dele, ele me deixou tão tarado que mandei toda a vergonha pro caralho, aquela que impedia a fantasia do meu macho ocasional. A gente fez nas poltronas e fomos pegos pelo lanterninha, que pra ficar calado eu tive que dar um boquete de cinema, coisa que por sinal não me desagradou. Outra vez a gente fez no táxi e o motorista arrebentou meu cu com um pau descomunal enquanto o Fabião incentivava ele a me partir no meio.

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Com o Fabián a gente transava no pelo, ele enchia minha bunda de porra e me obrigava a ficar assim, com o cu escorrendo até a próxima foda, e foi exatamente isso que aconteceu naquele dia. Quando cheguei no apê dele, ele já estava me esperando com o pau duro, batendo uma punheta lenta na varanda. Fui até ele, como saudação ele me virou, me encostei no parapeito da varanda do oitavo andar, ele baixou o shortinho justo que eu tava usando, começou a me masturbar, cuspiu grosso no meu cu e meteu sem piedade nem pedir licença. O grito que eu soltei deve ter sido ouvido lá embaixo. Ele deu umas vinte estocadas e gozou que nem um bicho, soltando um monte de putaria que me deixou ainda mais excitada. Me livrei da pouca roupa que ainda tinha, ele se jogou no sofá e falou: "vem, promíscua, limpa ele com a língua e chupa até endurecer de novo". Do meu cu escorriam fios grossos de porra morna que, se não caíam no chão, molhavam minha virilha. De vez em quando eu passava a mão entre as pernas e aquilo quase me deixava louca. De repente, no meio do boquete, ele manda eu olhar pra janela. No prédio da frente, um gordo de quarenta e poucos anos tava olhando e batendo punheta. Ele disse: "mostra o cu pra ele e fala pra ele vir aqui e arrebentar você. Quero ver como ele te come e como você geme de prazer". Sem pensar, mostrei o cu, peguei um monte de porra com as mãos, olhei fixo pra ele, levei à cara e à boca pra me lambuzar toda na frente dele com aquele líquido cujo cheiro e gosto ácido tanto me enlouquecem. Chamei ele com o dedo e voltei pro que eu tava fazendo. Fabián já tava duro de novo e falou: "cala a boca, chupa e engole". Eu fiz. Dava ânsia, mas a sensação da pressão dele na minha campainha só aumentava meu tesão. No meio disso tudo, a campainha toca. Olho pelo olho mágico e vejo o gordo esperando impaciente atrás da porta. Abro, convido ele pra entrar, apalpando o volume dele, viro de costas, dou um empurrão com minha bunda escorrendo.

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Digo: fecha a porta, te embola e vem me mostrar o que você tem. Não sei como ele fez, mas instantaneamente tava sentado do lado do meu macho, pelado, com uma pica de tamanho normal, mas bem grossa na mão. Sem preâmbulo, enfiou na minha boca e eu senti o cheiro da virilha do meu macho e um gostinho de xixi perto do prepúcio. Fabi se colocou atrás, enfiou quatro dedos no meu cu e começou a me comer com eles. Eu dei mordidinhas no gordo, que quando sentiu quase morreu de prazer. Mordisquei, arranhei ele enquanto enfiava o dedo do meio no cu suado dele. No começo ele resistiu e apertou, mas quando comecei a massagear a próstata dele, ele relaxou e se deixou fazer do jeito que eu quisesse. Nessa hora, já sentia as investidas do Fabian, que começou a me comer brutalmente. Enfiava até o fundo, tirava completamente e metia de novo sem piedade. Os estalos causados pelos restos de porra que ele tinha depositado no meu cu antes e que molharam minhas nádegas invadiam o ambiente. Tudo na pequena sala cheirava a porra, cheiro de macho e suor. O gordo se agarrava nos próprios cabelos quando eu beliscava os mamilos dele e chupava com força. De vez em quando, puxava os pelos que cobriam o corpo todo dele, parecia um gorila. Ursos não são minha praia, prefiro meus machos lisinhos, mas quando tô no pico, devoro com prazer qualquer coisa que apareça. Naquela altura, o gordo era só uma pica pronta pra ser devorada, o resto não me importava.

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De repente, o gordo não era mudo, falava e me disse: também quero te comer, dando mostras de um excelente anfitrião, Fabián tirou o pau escorrendo do meu cu, chega perto do meu ouvido, me dá um beijo de língua profundo e depois me diz: ouviu o que o senhor tá te pedindo? Vai, não seja ruim e dá o gosto… tem que ser bom vizinho, beijo ele e me levanto, o gordo meio hipnotizado pelo espetáculo, se acomoda no sofá, olhando fixamente nos olhos dele faço minha parte, me ajeito e enfio sem problemas, começo a cavalgar enquanto mordo os peitinhos dele e dou uns chupões no pescoço, ele pega na minha cara e me dá um beijo sem jeito, dava pra ver que não era a praia dele, tomo a iniciativa e ele me acompanha, Fabi por trás batia na minha bunda com o pau e esticava as bolas do gordo, também dá uma ou duas mordidas nas bolas dele, enfia também 2 dedos no cu dele, o gordo mostra prazer nunca antes sentido, de repente Fabi se levanta, me beija e diz: quero ver como você aguenta as duas juntas, pensei que ele queria que eu chupasse, mas não, ele estava prestes a enfiar o pauzão dele junto com o do gordo no meu cu, tentei relaxar mas no começo foi impossível, senti como se fosse desvirgado de novo, mas aguentei a investida que foi lenta, suave, cheia de beijos e carícias, mas muito dolorosa, ao sentir as bolas dele e as do gordo contra minha bunda, ficamos parados por um tempo até que a dor começou a passar e o tesão voltou a tomar meu corpo, incentivei eles a me comerem, fizeram sem jeito no começo, mas depois de uns minutos os três se moviam como um relógio suíço, foi tão gostosa a sensação de ser penetrado por dois caras e ter o cu completamente aberto, tenho certeza que depois que a dor passou, caberia qualquer coisa no meu cu, aliás, queria sentir de novo a pressão dolorosa do começo, comecei a gemer e eles se contagiaram, começaram uma metida e tirada de cinema que fez com que Acabei sem nem me tocar, gozei tipo meio litro na barriga peluda do gordo, me esfreguei nele e a gente se besuntou com minha porra. No meio do vai e vem, sinto as cacetadas de não sei qual pau, mas as duas voltaram a depositar litros no meu cu. Me senti satisfeito e lambi os beiços ao me levantar, sentindo tanta porra escorrendo de dentro da minha rabeta. Fiquei completamente banhado em porra pura, não aguentava mais, me joguei no sofá e apaguei, nem sei até quando. Quando acordei, tava com o corpo cheio de semen endurecido. Fui no banheiro, a Fabi tava tomando banho, tinha tirado um cochilo também. Entramos no chuveiro, nos limpamos um ao outro, ela me deu uma chupada de cu espetacular que me esquentou de novo e fez a gente começar tudo outra vez.

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É por isso que eu amo as sonecas de verão.

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3 comentários - Crónicas de ciudad X

buena historia pero, por que a pelo con el gordo desconocido ? no te da miedo las ITS? pero que buen macho de novio tienes