Esta é minha história, bem… minha e do meu então melhor amigo Ricardo, e de como passamos de completos desconhecidos e simples colegas de faculdade a ser o que somos hoje.
Já aviso que é uma história que no começo não tem nada sexual, mas acho que vale a pena, ou pelo menos pra mim vale, já que explico a evolução de um relacionamento muito especial, na verdade o melhor relacionamento que já tive e talvez terei.
Pra começar, vou me apresentar: eu me chamo Matías, um cara que a genética favoreceu bastante, porque mesmo antes de me cuidar tanto, sempre tive tudo no lugar. Sou magro e definido, principalmente me dizem que tenho uma bunda deliciosa e umas pernas bem masculinas. Sinceramente, e mesmo que seja feio eu falar, sou bem dotado: aos 15 anos meu pau já media uns decentes 18 cm e agora com 23 anos cheguei a um centímetro a mais. Cabelo preto ondulado, não tão moreno graças aos genes de ascendência francesa da minha mãe, meio peludo e desde pequeno sei que sou gay e nunca tive grande conflito com isso. Sou um cara normal, mais do tipo padrão e afastado do "meio" gay… moro na agitada Cidade do México.
Uma semana antes do início das aulas na faculdade (universidade, ou como quiserem chamar), os calouros tinham que ir a um curso de indução pra conhecer as instalações, o programa de estudos e tal. Eu não tava muito a fim de ir, porque iam me roubar minha última semana de férias fazendo um monte de besteira, quando eu podia estar jogando no meu Wii ou transando com meu namorado.
Enfim, já lá nos separaram por grupo e formamos uma fila. Aí, formado dois lugares na minha frente, vi Ricardo pela primeira vez. Ele parecia o clássico filhinho de papai: pele branca, usava um boné pra segurar o cabelo cacheado, tinha uma cara de macho que não aguentava, uns olhos lindos azuis e, sinceramente, um corpo de dar vontade de pular em cima. Lembro da tesão que senti vendo como a bunda dele marcava naquela calça. jeans de marca. Pra ser sincero, nunca foi fácil pra mim começar a fazer amigos, sou meio tímido pra puxar conversa com gente nova, ainda mais quando eu gosto tanto de alguém como eu gostava do Ricardo, porque me intimido e aí... mesmo estando no mesmo grupo, cheguei à conclusão de que nunca ia ser nem amigo dele...
Nos primeiros dias de aula, rolou o clássico: foram se formando grupinhos de amigos, e nessa altura eu já tinha aceitado que o Ricardo ia ser só mais um daqueles caras que eu acho gostoso mas nunca vai rolar nada, primeiro porque nunca curti tomar a iniciativa com caras que não sei se são viados, e além disso eu tinha namorado, então continuei sem falar com ele, mas sinceramente não tava nem aí. Só que aí, num laboratório, o professor montou os grupos e veio aquele chororô e olhares de preocupação entre os amigos recém-feitos, e no final das contas eu e o Ricardo fomos parar no mesmo grupo com outros três que hoje são meus amigos. Quando soube, não consegui evitar uma certa animação.
A real é que o grupo teve uma química foda, muitas vezes mandavam a gente calar a boca porque a gente não parava de rir, e a gente se dava super bem. Foi aí que eu e o Ricardo começamos a nos conhecer. Antes de entrar na faculdade, eu tinha decidido que não ia esconder que sou viado, então falava pra todo mundo sem vergonha nenhuma, e por sorte todo mundo aceitou de boa.
Entre mim e o Ricardo começou a surgir uma amizade mais forte. Ele era um cara muito gente boa e simples, apesar do que aparentava, e a gente tinha um monte de coisa em comum: morávamos perto um do outro, curtíamos as mesmas paradas. Então, ao longo do semestre, fomos nos aproximando cada vez mais, até chegar num ponto de ter muita intimidade um com o outro. Ele me contava das aventuras dele com alguma mina, e eu contava minhas histórias com meu namorado, falávamos de videogame, dos problemas em casa... surgiu entre a gente aquela regra implícita de poder contar tudo... entre nós não tinha segredo. Ele começou a Sair com uma mina do nosso grupo de amigos e, por minha parte, eu já tinha deixado de lado aquela atração que sentia por ele e comecei a vê-lo como meu melhor amigo, mesmo não conseguindo evitar de me deliciar com aquele corpo magro e definido quando ele não tava olhando.
Como já falei, ele é muito parecido comigo, mas na versão hétero hehe, é mais tímido. Lembro da vez que, numa festa de uma amiga que a gente foi mais por obrigação do que por vontade, a gente deu uma saída pra fugir do barulho e ele, meio bebado, falou algo tipo:
- R: Mati, a real é que não saio muito, festa me enche o saco e... pois é, só vim nessa merda por sua causa.
- M: Uuuh cara, e eu vim porque você falou que ia vir hahaha... porque você é meu amigo, mano
- R: É isso que eu queria te dizer, Mati
- M: O quê? Que sou seu amigo? Já sei, Richi, e daí?
- R: Não, mano, deixa eu terminar... é que nunca consegui conversar com alguém assim igual contigo, você é a coisa mais próxima de um amigo de verdade que eu tenho
- M: Não fode, Richi, haha se isso é um elogio, não saiu muito bem haha o que você quer dizer é que sou tipo... seu melhor amigo?
- R: Isso aí, mano, bom, já falei, não vai me beijar nem nada, porra hehe
Lá pela metade da faculdade, a gente fazia tudo junto e começava a se preocupar um com o outro, o que a gente tava fazendo e onde tava, até ficávamos com ciúmes quando estávamos com nossos parceiros da vez (de que ele ficava com ciúmes, eu não fazia ideia, isso ele me contou muito depois). Por minha parte, eu entrava e saía de relacionamentos com caras que conhecia, mas eles exigiam muito do meu tempo e eram do tipo que queriam ir pra Zona Rosa (a área mais famosa de pegação aqui no DF, pra quem não é daqui) todo fim de semana e essas paradas não combinam muito comigo, então preferia ficar sem um compromisso sério pra focar na escola.
Numa sexta das férias de dezembro, quando Ricardo e eu tínhamos acabado de fazer 20 anos (eu em setembro e ele em novembro), chego na minha casa... Chegando de surpresa, como já era costume dele, a gente se cumprimentou, chamei ele pra entrar, ele disse que tinha vindo me chamar pra acampar, que o tio dele dos EUA tinha dado uma barraca e uns sacos de dormir de Natal; no começo não curti muito a ideia, sou mais de cidade e enchi o saco com um monte de desculpas, mas vi ele tão animado que no final me convenceu. Resumindo, ele voltou pra casa dele pra pegar as coisas e um dinheiro pra ficar na minha casa e sair no dia seguinte de manhã, e eu tive que tirar a grana que tinha guardado, pedi mais um pouco pros meus pais e completamos uma quantia decente. Fomos no supermercado comprar salgadinhos (parece que tenho patrocinadores, mas é que não curto as Barcel), atum e essas merdas que se compra pra acampar... pra ser sincero, não tínhamos a menor ideia de como ia ser, nenhum dos dois tinha feito isso antes.
Eu percebia ele estranho, tava muito empolgado com esse negócio de acampar, mas durante a viagem de ônibus ele ficou bem quietinho e até vi aquela expressão de tristeza que já tinha notado nele outras vezes.
Escolhemos ir pra Hidalgo por conselho de um primo e perguntar lá por algum lugar pra acampar, recomendaram um parque que a gente chegava de táxi e, depois de umas 1 hora morrendo de medo de ter sido sequestrado pelo motorista, chegamos. O lugar era muito foda, tinha um lago no centro e um frio do caralho, quase não tinha outros campistas, só um ou dois.
- M: Pelo visto começamos bem com essa sua ideia de acampar, hein Richi? - Falei em tom de zoação
- R: Já é, mano, não reclama, assim é melhor, não tem tanto barulho
Pagamos a taxa e fomos ver onde armar a barraca, fizemos uma fogueira que até hoje tenho orgulho porque, como eu disse, sem experiência nenhuma dos dois, ficou muito boa, e bem na hora porque já tava escurecendo. Então sentamos um do lado do outro do lado do outro, morrendo de frio, e a gente falando um monte de besteira, da escola, do último rolo dele e sei lá o quê.
- M: Te odeio, porra, Richi, como é que você me convenceu a fazer isso? Tão bem que eu tava na minha casa com meu Xbox me esquentando, em vez dessa fogueira de merda
Falei mais pra provocar do que por qualquer outra coisa, na real não me desagradava estar ali curtindo a noite e o fogo. Mas pra ele foi algo sério, porque a cara dele mudou na hora, percebi que ele tinha se irritado. Depois de um tempo de silêncio olhando direto pro fogo, ele me disse:
- R: NÃO FODE, MATIAS!!! VOCÊ PASSOU O DIA INTEIRO COM ESSA PORRA… SE TÁ TÃO A FIM ASSIM: VOLTA, CACETE, EU SÓ QUERIA PASSAR UM TEMPO CONTIGO!!!
Eu fiquei ali, sem saber bem o que dizer ou fazer. A real é que eu também não conseguia pensar em outro jeito melhor de passar um fim de semana do que com meu melhor amigo…
- M: tá bom, desculpa aí, mano, não falei sério. A verdade é que eu tô gostando bastante de como tá aqui
Cheguei perto dele e, num tom de brincadeira, peguei na perna dele. Muitas vezes eu tinha brincado assim com ele por causa de eu ser gay e tal, e nunca tinha dado problema, mas essa noite foi diferente.
- R: JÁ É, MANO, NÃO COMEÇA COM SUAS VIADAGENS, QUE EU NÃO SOU IGUAL A VOCÊ!!!
Ele falou, empurrando minha mão
- M: eu sei… qual é o seu problema?? Você tá muito estranho, sabe que não é sério, Richi
Falei e passei meu braço esquerdo em volta dos ombros dele. De repente, o humor dele mudou. Eu conhecia ele bem e sabia que alguma coisa tava rolando, era só questão de tempo até ele me contar. Ficamos assim um tempo em silêncio, eu abraçando ele e ele com a cara encostada no meu ombro. De repente, ele começou a chorar
- M: o que você tem, Richi? (em momentos assim eu morria de ternura, ver um cara tão machão mostrando seu lado fofo é algo que me quebra completamente) se é pelo que eu falei, não era sério, cara. Você sabe que eu sempre me divirto com você, não seja viado, pra isso já tem eu aqui, hehe (pra tentar aliviar a seriedade do momento)
- R: não, não é isso, Mati, nem é por algo que você tenha— Feito… é por… por nada, mano, esquece…. Vou dormir.
Tento me levantar do lado dele pra entrar na barraca, mas eu não deixei. Segurei ele pelo braço e puxei de volta quase com violência pra ele sentar de novo. Tava preocupado de verdade com o que ele disse e queria saber por que ele tava puto.
- M: Cê tá me assustando, mano, me fala o que cê tem, sempre pudemos conversar sobre tudo.
- R: Não é nada, Mati, sério.
- M: Mas cê disse…
Nessa hora, o Richi me surpreendeu completamente… do nada, ele interrompeu o que eu tava falando e me deu um beijo, suave, molhado, a barba de dois dias dele arranhava meus lábios. Depois de uns segundos de dúvida, reagi… e como se a gente fizesse isso há anos, respondi com a mesma ternura. Naquele instante, toda a atração e os sentimentos que eu achava que já tinha superado com o Richi, pra ver ele só como meu amigo, vieram à tona.
O beijo se estendeu por longos minutos que pra nós dois foram como dois segundos. Agora que a gente tinha descoberto isso, não queria passar um segundo sem sentir os lábios e a língua do outro.
Só nos separamos porque ele queria falar algo, mas eu coloquei meu dedo nos lábios dele pra ele não dizer nada… olhei nos olhos dele e vi o rosto dele na luz do fogo, era algo digno de se ver: o cabelo cacheado dele na testa, a barba que fazia ele parecer ainda mais másculo e atraente pra mim… os olhos azuis dele diziam tanta coisa… eu não sabia o que ia rolar amanhã, na minha cabeça giravam tantas coisas: não queria me aproveitar da confusão dele, jogar fora uma amizade de anos, a melhor que eu já tive, mas por outro lado, ele tinha me beijado e sem álcool no meio nem nada, o que ele queria fazer? Me usar pra uma siririca? Ou ele gostava de mim de verdade? Todo esse redemoinho de ideias foi interrompido quando ele me beijou de novo, e aí qualquer vontade que eu ainda tivesse de parar ele se desvaneceu.
Nossos beijos passaram de ternos pra quase selvagens, dois caras curtindo a língua um do outro, nossas mãos… buscavam cobrir cada parte do corpo um do outro, se enfiavam por baixo dos moletons, acariciavam o peito, as costas, sentiam, apertavam, a gente se abraçava como se quisesse se fundir num só. Richi subiu a perna dele por cima da minha, tentando se colar o máximo que podia, ficando tipo numa tesoura, ele levantava a pélvis pra bater na minha, dava pra sentir o pau duro dele através da calça, eu nessa altura já tava mais duro que pedra e fazia a mesma coisa, puxando ele pra mim com os braços, com as mãos eu amassava a bunda dele, acariciava o cabelo, queria mostrar todos os sentimentos que ele despertava em mim.
Ele deu o primeiro passo, colocou a mão no meu volume, amassava por cima da calça enquanto continuava me beijando e com tesão mordia meu lábio inferior… depois abaixou o zíper e enfiou a mão, libertando meu pau da minha cueca que por sinal já tava muito desconfortável, meu membro saiu procurando briga… na hora, Richi pegou ele e começou a bater uma como se tivesse desejando fazer aquilo há muito tempo, apertava forte, passava o dedo na cabeça e levava com ele meu líquido pré-seminal pra lubrificar meu pau, eu tava no céu, ele fazia maravilhosamente bem e eu queria retribuir, então abaixei o zíper dele, passei a mão por cima da cueca dele que notei que era daquelas bem justinhas e pensei como ficaria bonita nele, libertei o membro dele daquele último pano e ele deu um suspiro quando finalmente agarrei com toda minha mão, era bem grosso, branco como o dono e um pouco maior que o meu… ali estávamos no meio da noite com a fogueira na frente e pegando fogo como nunca tinha feito, não sei quanto tempo ficamos assim mas pra mim tava claro, não tinha mais volta, queria aproveitar ele e o corpo dele o máximo possível, então levantei ele e sem separar nossas bocas nem um instante chegamos tropeçando na barraca.
Já dentro, a gente se jogou sobre os sacos de dormir e quase com pressa ele terminou de tirar a calça e a cueca, nessa hora e não por querer quebrar o clima nem nada, mas bateu um frio na minha bunda que quase me caguei ali mesmo (agora sim, um vento encanado) então interrompi o que a gente tava fazendo
- M: Espera aí, richi, que eu tô congelando
Ele só sorriu e colocou as duas mãos na minha bunda pra "esquentar", dei um beijo curto nele e me afastei uns segundos pra fechar a porta da loja, aproveitei pra tirar meu moletom e a camiseta que eu tava usando, não deixei ele se levantar e fiz o mesmo com a roupa dele eu mesmo, na hora comecei a beijar e passar a língua no peito dele, fazia devagar, ele se deixava levar, só soltava suspiros e mordia o lábio inferior. Ele acariciava meu cabelo e dava uns puxões leves pra guiar minha boca, isso me esquentava pra caralho, eu continuei descendo pelo abdômen dele dando beijinhos, segui a linha dos músculos levemente marcados dele e depois passei a língua na trilha de pelos que começa abaixo do umbigo, ele tava morrendo de vontade de eu chupar o pau dele, dava pra sentir, então pra aumentar ainda mais o tesão dele decidi primeiro passar pros ovo dele, lambia, colocava na boca, chupava, passava a língua no períneo, queria fazer ele gozar até ficar louco, mais do que qualquer outra mina que tivesse passado por ali, até esse momento eu tava indo devagar, querendo prolongar a situação o máximo possível, mas ele falou uma coisa que me desmontou
- R: Mati…. Mmmhh….. não sa..sabe quanto eu….aahhmmm… esperei por isso, mano, te amo
Isso me pegou na alma e no pau porque me esquentou ainda mais, se é que isso é possível, peguei o pau dele com uma mão e meti de uma vez na boca…
- R: AHHH, que gostoso, nene
Meus lábios subiam e desciam, passando a língua na cabeça dele enquanto com a mão livre eu acariciava as coxas e as bolas dele, ele me pegou de novo pelo cabelo e começou a ditar o ritmo com as mãos e a cintura; eu adorava sentir como ele comia minha boca, depois de um bom tempo assim Os movimentos começaram a ficar mais rápidos e violentos, percebi que ele estava prestes a gozar, então parei, não queria que acabasse tão cedo... Ele entendeu e relaxou um pouco... Passei minha língua devagar pela glande dele e por todo o tronco, segui a linha que divide os testículos dele até chegar no períneo, ali me demorei um pouco lambendo e chupando, com a mão comecei a masturbá-lo lentamente enquanto minha boca continuava brincando naquela zona tão erógena do corpo, depois desci um pouco mais até encontrar o cu dele, passava a língua ao redor e chupava, amava o cheiro que toda aquela região exalava, aquele cheiro de suor, de sabonete... de homem. Richi se contorcia de prazer, soltava gemidos e suspiros cada vez que sentia minha língua passar pelo buraquinho dele.
- R: OOHHH... caralho... AHHHH... isso é uma delícia... nunca tinha sentido algo tão... MMMHHH gostoso, continua, Mati...
Eu obedeci e fiquei um tempão assim até que ele quase gozou de novo, e pra evitar isso ele me pegou com carinho e me puxou de volta pra perto dele, nos beijamos de novo.
Eu queria mais, queria estar dentro dele, queria penetrar ele; então virei ele devagar enquanto beijava o pescoço e as costas dele. Esfreguei meu pau entre as nádegas dele, com uma mão masturbava ele e com a outra segurava o peito dele, a imagem devia ser digna de qualquer filme pornô. De novo Richi começou a gemer e a morder o lábio inferior, igual quando eu tinha explorado o cu dele, dava pra ver que eram sensações novas e muito prazerosas pra ele... Eu, por minha parte, curtia como um possesso e fazia movimentos de pelve como se estivesse comendo ele.
Enquanto fazia isso, falei no ouvido dele:
- M: Quer que eu meta meu pau em você?
- R:... Sim, Mati... mas...
- M:... Mas?
- R: Com cuidado, sabe que eu nunca...
- M: Jeje... eu sei, Richi, você me fala quando parar, vai ser do seu jeito, flaquito, sabe que eu também te quero.
Minha última frase selou um ciclo na nossa relação, apesar de saber, nunca tínhamos dito que nos amávamos, pra mim não. Foi o suficiente pra expressar tudo que ele me fazia sentir.
Richi ficou de quatro e eu, mais pelo prazer de fazer aquilo do que pela simples necessidade de dilatar o esfíncter dele, comecei a passar minha língua por todo o cu dele. Ele abria as nádegas com as mãos e soltava gritos de prazer… eu penetrava ele com minha língua até onde dava, fui enfiando um e depois dois dedos, ele me avisava quando parar ou quando doía, mas era mínimo, já que parecia estar curtindo bastante… quando já tinha o cu dele bem babado, coloquei uma boa quantidade no meu pau (já que eu sempre usava camisinha e tinha confiança suficiente no Richi pra saber que ele também usava, nem parei pra pensar na falta dela, então, de certo modo, também seria minha primeira vez no pelo). Encostei minha glande na entrada e lentamente fui abrindo caminho por aquele buraco até uns momentos atrás virgem. Quando a ponta entrou, Ricardo pediu pra eu parar.
- R: OOUUHH… AAHHH… espera aí, que filho da puta você é
Eu tentava relaxar ele dando beijos nas costas e nos ombros dele
- M: Você não sabe o quanto eu te desejo e te amo, mano… calma, já vai passar, você vai ver…
- R: … Continua… devagar
Continuei enfiando o resto do meu pau bem devagar, queria machucar ele o mínimo possível. Se ele tivesse se arrependido naquele momento, eu sem dúvida teria parado, a última coisa que queria era fazer algo que o prejudicasse, mas o resto do meu membro entrou sem problemas e finalmente meus pelos pubianos roçaram as nádegas dele. Era uma sensação linda e ao mesmo tempo tesuda, sentia uma conexão tão especial que ia além do físico, talvez por todo o carinho que me unia ao Richi desde antes… fiquei uns instantes ali sem fazer nenhum movimento, esperando ele se acostumar com minha presença dentro dele… foi o Richi quem começou a fazer movimentos pélvicos, me indicando que a dor já tinha passado.
Comecei uma fodida de leve, aos poucos pegava ritmo e dava estocadas mais fortes, ele tentava encostar mais Suspirei no meu púbis e abri as nádegas dela pra que meu pau entrasse o máximo possível… embora a vista das costas dela fosse espetacular, eu queria ver a cara dela enquanto comia ela, então mandei ela virar e coloquei as pernas dela de cada lado do meu rosto… o cenário era lindo, a cara dela era de puro prazer, cada vez que meu pau entrava nela, ela dava um suspiro leve e o pau dela não podia estar mais duro…. Me aproximei do rosto dela e dei um beijo longo enquanto continuava o vai e vem do meu corpo sobre o dela e enquanto com uma mão masturbava ela
- R: AHHHH… mano, assim…. mais…AHHH…
- M: Pega essa richi…. é só sua...sente ela
- R: caralho… que gostoso…. Mmmhhh…
A excitação dos dois tava no auge, nossos orgasmos não iam demorar. Minhas estocadas eram cada vez mais rápidas, nossas respirações ofegantes quase como urros, meu suor caía gota a gota sobre o corpo dela e todos os meus músculos se tensionaram completamente sobre o corpo da minha amiga… fui o primeiro a descarregar toda minha porra dentro dela
- M: AAHHHHH…UUFFFFF… já…. jaa…. Vou gozar…. MMMMHHHHHHHHHHFFF
- R: … continua… não para mati…. Quase lá….. mmmhhh
Eu continuei com minhas estocadas com toda a energia que sobrou depois daquele orgasmo tão animal que eu tinha sentido, por sorte não precisei de mais de duas ou três enfiadas da minha parte quando richi derramou toda a porra dela
- R: AAAOOHHH… AHH..UUFFFF…. TE AMO MATI…. MMFFFF…
- M: …. Ah que gostoso mano, assim…. tira sua porra
Os 5 jatos que minha amiga soltou, dos quais o primeiro ficou na cara toda dela, não me impactaram tanto quanto o que ela disse ao gozar, mas decidi não dar muita importância pra isso, talvez fosse só pela excitação, sabe como é, quando a gente goza fala cada merda, então sem mais energia tirei devagar meu pau ainda meio duro e me fundi num beijo longo com richi, enquanto me deixava cair sobre o corpo dela.
Ficamos assim por um tempo… normalizando nossas respirações, abraçados… suados…. Cheios do leite fresco que ele acabara de ordenhar… eu por cima dele, trocando beijinhos. Quando a temperatura lá fora nos fez voltar à realidade, por causa do calor dos nossos corpos e do frio lá de fora, tinham se formado gotinhas por toda a lona da barraca.
– M: Já viu, Richi? A barraca inteira tá encharcada.
– R: Hehe, é… e tá um frio do caralho, vamos nos cobrir.
– M: Mas primeiro a gente tem que se limpar.
Nós dois rimos, eu me levantei e peguei um rolo de papel higiênico que tinha na minha mochila, enquanto Richi arrumava os sacos de dormir. Era curioso como, apesar do que tinha rolado, parecia que a gente mantinha a mesma confiança um no outro… o clima não era tenso, eu me sentia tranquilo e sabia que ele também tava. Limpei meu pau e meu rosto de suor e restos de porra e passei o rolo pro Richi. Depois, a gente deitou juntando os dois sacos de dormir, abraçados, Richi encostado no meu peito e eu com o braço em volta do pescoço dele. Nós dois estávamos em paz, daquela paz que só vem depois de uma boa sessão de gozadas. Ficamos assim… em silêncio, até que Richi falou, num tom meio envergonhado:
– R: Mati… o que eu falei quando… e antes, quando gritei com você.
– M: Relaxa, isso já passou. E eu sei que você não tava com raiva.
– R: Não, deixa eu terminar, Mati. Sério, eu tava com raiva sim, mas quero que você saiba por quê. E também quero que saiba que o que eu falei antes, quando tava gozando… isso eu nunca tinha dito pra ninguém… e então…
Eu sabia o que ele queria me dizer, dava pra sentir, como sempre quando eu completava as frases dele. E agora tudo estava claro. Por isso ele queria passar tanto tempo comigo, por isso ninguém mais interessava pra gente, por isso o ciúme que a gente sentia, mesmo dizendo que éramos só amigos. Por mais que eu tivesse tentado evitar, esse filhinho de papai que no começo eu imaginava como algo inalcançável… eu tinha me apaixonado por ele. Agora eu sabia, e também sabia que o que ele tinha me dito durante o momento dele… O clímax era de verdade, ele também me amava. Parecia que fazia muito tempo que não o via... O rosto dele se desenhava entre as sombras e eu não conseguia parar de admirar como ele era lindo, me enlouquecia como ninguém nunca tinha feito; segundos inteiros se passaram enquanto eu ficava ali, admirando a beleza do rosto dele, que a partir daquela noite era todo meu....
- R: Mati, faz muito tempo que você me deixa muito confuso, penso muito em você, tenho vontade de ficar com você o tempo todo, você me atrai pra caralho e não como amigo, mas como algo diferente... nunca tinha acontecido isso comigo com ninguém, com nenhuma mulher e muito menos pensei que pudesse acontecer com um cara, por isso estava bravo com você, pelo que você causa em mim, eu não sou... não era pra ser...
- M: Bissexual??
- R: Não... mais tipo "matisexual" haha (rio timidamente), o ponto é, Mati, que nenhuma pessoa mexe tanto comigo quanto você consegue quando te vejo... e isso me confundia e me irritava, mas de um tempo pra cá eu não fazia outra coisa senão imaginar como seria te beijar, como seria te abraçar e sentir sua pele... e pronto, já estou falando besteira, cara... haha o que quero dizer é que você me gusta, mais que isso... estou apaixonado, Mati
- M: ... acho que, não, espera aí... isso me soa então que essa história de vir congelar a alma aqui foi plano armado, né?
- R: como você é, cara, acabei de te dizer uma coisa e você tira isso
- M: hahaha (dou um beijo na testa dele) acho que foi sim, mas isso é o de menos, agradeço você ter tido coragem.
- R: e então o que a gente vai ser?
- M: humm, por enquanto... dormir, cara
- R: não, cara, SER ou FAZER
- M: ué, namorados, meu Richi... não??
- R: haha você é perfeito, Mati... e sabe? Acho que ainda não estou com sono
Isso ele disse enquanto desaparecia por baixo do saco de dormir e com os lábios procurava no escuro meu pau, eu me senti o homem mais feliz do mundo naquele momento. Eu o segurei só um segundo para pegá-lo pelo queixo, olhar nos olhos dele e dizer:
- M: aliás, meu magrelo... eu também também te amo
Nem preciso dizer que passamos o resto da viagem explorando essa nova fase da nossa relação, talvez querendo fugir da nossa realidade, da família dele, dos nossos amigos que não sabíamos como reagiriam à notícia… ele tinha namorada, enfim, tanta coisa que deixamos de lado naqueles três dias em que só existíamos nós dois.
Já aviso que é uma história que no começo não tem nada sexual, mas acho que vale a pena, ou pelo menos pra mim vale, já que explico a evolução de um relacionamento muito especial, na verdade o melhor relacionamento que já tive e talvez terei.
Pra começar, vou me apresentar: eu me chamo Matías, um cara que a genética favoreceu bastante, porque mesmo antes de me cuidar tanto, sempre tive tudo no lugar. Sou magro e definido, principalmente me dizem que tenho uma bunda deliciosa e umas pernas bem masculinas. Sinceramente, e mesmo que seja feio eu falar, sou bem dotado: aos 15 anos meu pau já media uns decentes 18 cm e agora com 23 anos cheguei a um centímetro a mais. Cabelo preto ondulado, não tão moreno graças aos genes de ascendência francesa da minha mãe, meio peludo e desde pequeno sei que sou gay e nunca tive grande conflito com isso. Sou um cara normal, mais do tipo padrão e afastado do "meio" gay… moro na agitada Cidade do México.
Uma semana antes do início das aulas na faculdade (universidade, ou como quiserem chamar), os calouros tinham que ir a um curso de indução pra conhecer as instalações, o programa de estudos e tal. Eu não tava muito a fim de ir, porque iam me roubar minha última semana de férias fazendo um monte de besteira, quando eu podia estar jogando no meu Wii ou transando com meu namorado.
Enfim, já lá nos separaram por grupo e formamos uma fila. Aí, formado dois lugares na minha frente, vi Ricardo pela primeira vez. Ele parecia o clássico filhinho de papai: pele branca, usava um boné pra segurar o cabelo cacheado, tinha uma cara de macho que não aguentava, uns olhos lindos azuis e, sinceramente, um corpo de dar vontade de pular em cima. Lembro da tesão que senti vendo como a bunda dele marcava naquela calça. jeans de marca. Pra ser sincero, nunca foi fácil pra mim começar a fazer amigos, sou meio tímido pra puxar conversa com gente nova, ainda mais quando eu gosto tanto de alguém como eu gostava do Ricardo, porque me intimido e aí... mesmo estando no mesmo grupo, cheguei à conclusão de que nunca ia ser nem amigo dele...
Nos primeiros dias de aula, rolou o clássico: foram se formando grupinhos de amigos, e nessa altura eu já tinha aceitado que o Ricardo ia ser só mais um daqueles caras que eu acho gostoso mas nunca vai rolar nada, primeiro porque nunca curti tomar a iniciativa com caras que não sei se são viados, e além disso eu tinha namorado, então continuei sem falar com ele, mas sinceramente não tava nem aí. Só que aí, num laboratório, o professor montou os grupos e veio aquele chororô e olhares de preocupação entre os amigos recém-feitos, e no final das contas eu e o Ricardo fomos parar no mesmo grupo com outros três que hoje são meus amigos. Quando soube, não consegui evitar uma certa animação.
A real é que o grupo teve uma química foda, muitas vezes mandavam a gente calar a boca porque a gente não parava de rir, e a gente se dava super bem. Foi aí que eu e o Ricardo começamos a nos conhecer. Antes de entrar na faculdade, eu tinha decidido que não ia esconder que sou viado, então falava pra todo mundo sem vergonha nenhuma, e por sorte todo mundo aceitou de boa.
Entre mim e o Ricardo começou a surgir uma amizade mais forte. Ele era um cara muito gente boa e simples, apesar do que aparentava, e a gente tinha um monte de coisa em comum: morávamos perto um do outro, curtíamos as mesmas paradas. Então, ao longo do semestre, fomos nos aproximando cada vez mais, até chegar num ponto de ter muita intimidade um com o outro. Ele me contava das aventuras dele com alguma mina, e eu contava minhas histórias com meu namorado, falávamos de videogame, dos problemas em casa... surgiu entre a gente aquela regra implícita de poder contar tudo... entre nós não tinha segredo. Ele começou a Sair com uma mina do nosso grupo de amigos e, por minha parte, eu já tinha deixado de lado aquela atração que sentia por ele e comecei a vê-lo como meu melhor amigo, mesmo não conseguindo evitar de me deliciar com aquele corpo magro e definido quando ele não tava olhando.
Como já falei, ele é muito parecido comigo, mas na versão hétero hehe, é mais tímido. Lembro da vez que, numa festa de uma amiga que a gente foi mais por obrigação do que por vontade, a gente deu uma saída pra fugir do barulho e ele, meio bebado, falou algo tipo:
- R: Mati, a real é que não saio muito, festa me enche o saco e... pois é, só vim nessa merda por sua causa.
- M: Uuuh cara, e eu vim porque você falou que ia vir hahaha... porque você é meu amigo, mano
- R: É isso que eu queria te dizer, Mati
- M: O quê? Que sou seu amigo? Já sei, Richi, e daí?
- R: Não, mano, deixa eu terminar... é que nunca consegui conversar com alguém assim igual contigo, você é a coisa mais próxima de um amigo de verdade que eu tenho
- M: Não fode, Richi, haha se isso é um elogio, não saiu muito bem haha o que você quer dizer é que sou tipo... seu melhor amigo?
- R: Isso aí, mano, bom, já falei, não vai me beijar nem nada, porra hehe
Lá pela metade da faculdade, a gente fazia tudo junto e começava a se preocupar um com o outro, o que a gente tava fazendo e onde tava, até ficávamos com ciúmes quando estávamos com nossos parceiros da vez (de que ele ficava com ciúmes, eu não fazia ideia, isso ele me contou muito depois). Por minha parte, eu entrava e saía de relacionamentos com caras que conhecia, mas eles exigiam muito do meu tempo e eram do tipo que queriam ir pra Zona Rosa (a área mais famosa de pegação aqui no DF, pra quem não é daqui) todo fim de semana e essas paradas não combinam muito comigo, então preferia ficar sem um compromisso sério pra focar na escola.
Numa sexta das férias de dezembro, quando Ricardo e eu tínhamos acabado de fazer 20 anos (eu em setembro e ele em novembro), chego na minha casa... Chegando de surpresa, como já era costume dele, a gente se cumprimentou, chamei ele pra entrar, ele disse que tinha vindo me chamar pra acampar, que o tio dele dos EUA tinha dado uma barraca e uns sacos de dormir de Natal; no começo não curti muito a ideia, sou mais de cidade e enchi o saco com um monte de desculpas, mas vi ele tão animado que no final me convenceu. Resumindo, ele voltou pra casa dele pra pegar as coisas e um dinheiro pra ficar na minha casa e sair no dia seguinte de manhã, e eu tive que tirar a grana que tinha guardado, pedi mais um pouco pros meus pais e completamos uma quantia decente. Fomos no supermercado comprar salgadinhos (parece que tenho patrocinadores, mas é que não curto as Barcel), atum e essas merdas que se compra pra acampar... pra ser sincero, não tínhamos a menor ideia de como ia ser, nenhum dos dois tinha feito isso antes.
Eu percebia ele estranho, tava muito empolgado com esse negócio de acampar, mas durante a viagem de ônibus ele ficou bem quietinho e até vi aquela expressão de tristeza que já tinha notado nele outras vezes.
Escolhemos ir pra Hidalgo por conselho de um primo e perguntar lá por algum lugar pra acampar, recomendaram um parque que a gente chegava de táxi e, depois de umas 1 hora morrendo de medo de ter sido sequestrado pelo motorista, chegamos. O lugar era muito foda, tinha um lago no centro e um frio do caralho, quase não tinha outros campistas, só um ou dois.
- M: Pelo visto começamos bem com essa sua ideia de acampar, hein Richi? - Falei em tom de zoação
- R: Já é, mano, não reclama, assim é melhor, não tem tanto barulho
Pagamos a taxa e fomos ver onde armar a barraca, fizemos uma fogueira que até hoje tenho orgulho porque, como eu disse, sem experiência nenhuma dos dois, ficou muito boa, e bem na hora porque já tava escurecendo. Então sentamos um do lado do outro do lado do outro, morrendo de frio, e a gente falando um monte de besteira, da escola, do último rolo dele e sei lá o quê.
- M: Te odeio, porra, Richi, como é que você me convenceu a fazer isso? Tão bem que eu tava na minha casa com meu Xbox me esquentando, em vez dessa fogueira de merda
Falei mais pra provocar do que por qualquer outra coisa, na real não me desagradava estar ali curtindo a noite e o fogo. Mas pra ele foi algo sério, porque a cara dele mudou na hora, percebi que ele tinha se irritado. Depois de um tempo de silêncio olhando direto pro fogo, ele me disse:
- R: NÃO FODE, MATIAS!!! VOCÊ PASSOU O DIA INTEIRO COM ESSA PORRA… SE TÁ TÃO A FIM ASSIM: VOLTA, CACETE, EU SÓ QUERIA PASSAR UM TEMPO CONTIGO!!!
Eu fiquei ali, sem saber bem o que dizer ou fazer. A real é que eu também não conseguia pensar em outro jeito melhor de passar um fim de semana do que com meu melhor amigo…
- M: tá bom, desculpa aí, mano, não falei sério. A verdade é que eu tô gostando bastante de como tá aqui
Cheguei perto dele e, num tom de brincadeira, peguei na perna dele. Muitas vezes eu tinha brincado assim com ele por causa de eu ser gay e tal, e nunca tinha dado problema, mas essa noite foi diferente.
- R: JÁ É, MANO, NÃO COMEÇA COM SUAS VIADAGENS, QUE EU NÃO SOU IGUAL A VOCÊ!!!
Ele falou, empurrando minha mão
- M: eu sei… qual é o seu problema?? Você tá muito estranho, sabe que não é sério, Richi
Falei e passei meu braço esquerdo em volta dos ombros dele. De repente, o humor dele mudou. Eu conhecia ele bem e sabia que alguma coisa tava rolando, era só questão de tempo até ele me contar. Ficamos assim um tempo em silêncio, eu abraçando ele e ele com a cara encostada no meu ombro. De repente, ele começou a chorar
- M: o que você tem, Richi? (em momentos assim eu morria de ternura, ver um cara tão machão mostrando seu lado fofo é algo que me quebra completamente) se é pelo que eu falei, não era sério, cara. Você sabe que eu sempre me divirto com você, não seja viado, pra isso já tem eu aqui, hehe (pra tentar aliviar a seriedade do momento)
- R: não, não é isso, Mati, nem é por algo que você tenha— Feito… é por… por nada, mano, esquece…. Vou dormir.
Tento me levantar do lado dele pra entrar na barraca, mas eu não deixei. Segurei ele pelo braço e puxei de volta quase com violência pra ele sentar de novo. Tava preocupado de verdade com o que ele disse e queria saber por que ele tava puto.
- M: Cê tá me assustando, mano, me fala o que cê tem, sempre pudemos conversar sobre tudo.
- R: Não é nada, Mati, sério.
- M: Mas cê disse…
Nessa hora, o Richi me surpreendeu completamente… do nada, ele interrompeu o que eu tava falando e me deu um beijo, suave, molhado, a barba de dois dias dele arranhava meus lábios. Depois de uns segundos de dúvida, reagi… e como se a gente fizesse isso há anos, respondi com a mesma ternura. Naquele instante, toda a atração e os sentimentos que eu achava que já tinha superado com o Richi, pra ver ele só como meu amigo, vieram à tona.
O beijo se estendeu por longos minutos que pra nós dois foram como dois segundos. Agora que a gente tinha descoberto isso, não queria passar um segundo sem sentir os lábios e a língua do outro.
Só nos separamos porque ele queria falar algo, mas eu coloquei meu dedo nos lábios dele pra ele não dizer nada… olhei nos olhos dele e vi o rosto dele na luz do fogo, era algo digno de se ver: o cabelo cacheado dele na testa, a barba que fazia ele parecer ainda mais másculo e atraente pra mim… os olhos azuis dele diziam tanta coisa… eu não sabia o que ia rolar amanhã, na minha cabeça giravam tantas coisas: não queria me aproveitar da confusão dele, jogar fora uma amizade de anos, a melhor que eu já tive, mas por outro lado, ele tinha me beijado e sem álcool no meio nem nada, o que ele queria fazer? Me usar pra uma siririca? Ou ele gostava de mim de verdade? Todo esse redemoinho de ideias foi interrompido quando ele me beijou de novo, e aí qualquer vontade que eu ainda tivesse de parar ele se desvaneceu.
Nossos beijos passaram de ternos pra quase selvagens, dois caras curtindo a língua um do outro, nossas mãos… buscavam cobrir cada parte do corpo um do outro, se enfiavam por baixo dos moletons, acariciavam o peito, as costas, sentiam, apertavam, a gente se abraçava como se quisesse se fundir num só. Richi subiu a perna dele por cima da minha, tentando se colar o máximo que podia, ficando tipo numa tesoura, ele levantava a pélvis pra bater na minha, dava pra sentir o pau duro dele através da calça, eu nessa altura já tava mais duro que pedra e fazia a mesma coisa, puxando ele pra mim com os braços, com as mãos eu amassava a bunda dele, acariciava o cabelo, queria mostrar todos os sentimentos que ele despertava em mim.
Ele deu o primeiro passo, colocou a mão no meu volume, amassava por cima da calça enquanto continuava me beijando e com tesão mordia meu lábio inferior… depois abaixou o zíper e enfiou a mão, libertando meu pau da minha cueca que por sinal já tava muito desconfortável, meu membro saiu procurando briga… na hora, Richi pegou ele e começou a bater uma como se tivesse desejando fazer aquilo há muito tempo, apertava forte, passava o dedo na cabeça e levava com ele meu líquido pré-seminal pra lubrificar meu pau, eu tava no céu, ele fazia maravilhosamente bem e eu queria retribuir, então abaixei o zíper dele, passei a mão por cima da cueca dele que notei que era daquelas bem justinhas e pensei como ficaria bonita nele, libertei o membro dele daquele último pano e ele deu um suspiro quando finalmente agarrei com toda minha mão, era bem grosso, branco como o dono e um pouco maior que o meu… ali estávamos no meio da noite com a fogueira na frente e pegando fogo como nunca tinha feito, não sei quanto tempo ficamos assim mas pra mim tava claro, não tinha mais volta, queria aproveitar ele e o corpo dele o máximo possível, então levantei ele e sem separar nossas bocas nem um instante chegamos tropeçando na barraca.
Já dentro, a gente se jogou sobre os sacos de dormir e quase com pressa ele terminou de tirar a calça e a cueca, nessa hora e não por querer quebrar o clima nem nada, mas bateu um frio na minha bunda que quase me caguei ali mesmo (agora sim, um vento encanado) então interrompi o que a gente tava fazendo
- M: Espera aí, richi, que eu tô congelando
Ele só sorriu e colocou as duas mãos na minha bunda pra "esquentar", dei um beijo curto nele e me afastei uns segundos pra fechar a porta da loja, aproveitei pra tirar meu moletom e a camiseta que eu tava usando, não deixei ele se levantar e fiz o mesmo com a roupa dele eu mesmo, na hora comecei a beijar e passar a língua no peito dele, fazia devagar, ele se deixava levar, só soltava suspiros e mordia o lábio inferior. Ele acariciava meu cabelo e dava uns puxões leves pra guiar minha boca, isso me esquentava pra caralho, eu continuei descendo pelo abdômen dele dando beijinhos, segui a linha dos músculos levemente marcados dele e depois passei a língua na trilha de pelos que começa abaixo do umbigo, ele tava morrendo de vontade de eu chupar o pau dele, dava pra sentir, então pra aumentar ainda mais o tesão dele decidi primeiro passar pros ovo dele, lambia, colocava na boca, chupava, passava a língua no períneo, queria fazer ele gozar até ficar louco, mais do que qualquer outra mina que tivesse passado por ali, até esse momento eu tava indo devagar, querendo prolongar a situação o máximo possível, mas ele falou uma coisa que me desmontou
- R: Mati…. Mmmhh….. não sa..sabe quanto eu….aahhmmm… esperei por isso, mano, te amo
Isso me pegou na alma e no pau porque me esquentou ainda mais, se é que isso é possível, peguei o pau dele com uma mão e meti de uma vez na boca…
- R: AHHH, que gostoso, nene
Meus lábios subiam e desciam, passando a língua na cabeça dele enquanto com a mão livre eu acariciava as coxas e as bolas dele, ele me pegou de novo pelo cabelo e começou a ditar o ritmo com as mãos e a cintura; eu adorava sentir como ele comia minha boca, depois de um bom tempo assim Os movimentos começaram a ficar mais rápidos e violentos, percebi que ele estava prestes a gozar, então parei, não queria que acabasse tão cedo... Ele entendeu e relaxou um pouco... Passei minha língua devagar pela glande dele e por todo o tronco, segui a linha que divide os testículos dele até chegar no períneo, ali me demorei um pouco lambendo e chupando, com a mão comecei a masturbá-lo lentamente enquanto minha boca continuava brincando naquela zona tão erógena do corpo, depois desci um pouco mais até encontrar o cu dele, passava a língua ao redor e chupava, amava o cheiro que toda aquela região exalava, aquele cheiro de suor, de sabonete... de homem. Richi se contorcia de prazer, soltava gemidos e suspiros cada vez que sentia minha língua passar pelo buraquinho dele.
- R: OOHHH... caralho... AHHHH... isso é uma delícia... nunca tinha sentido algo tão... MMMHHH gostoso, continua, Mati...
Eu obedeci e fiquei um tempão assim até que ele quase gozou de novo, e pra evitar isso ele me pegou com carinho e me puxou de volta pra perto dele, nos beijamos de novo.
Eu queria mais, queria estar dentro dele, queria penetrar ele; então virei ele devagar enquanto beijava o pescoço e as costas dele. Esfreguei meu pau entre as nádegas dele, com uma mão masturbava ele e com a outra segurava o peito dele, a imagem devia ser digna de qualquer filme pornô. De novo Richi começou a gemer e a morder o lábio inferior, igual quando eu tinha explorado o cu dele, dava pra ver que eram sensações novas e muito prazerosas pra ele... Eu, por minha parte, curtia como um possesso e fazia movimentos de pelve como se estivesse comendo ele.
Enquanto fazia isso, falei no ouvido dele:
- M: Quer que eu meta meu pau em você?
- R:... Sim, Mati... mas...
- M:... Mas?
- R: Com cuidado, sabe que eu nunca...
- M: Jeje... eu sei, Richi, você me fala quando parar, vai ser do seu jeito, flaquito, sabe que eu também te quero.
Minha última frase selou um ciclo na nossa relação, apesar de saber, nunca tínhamos dito que nos amávamos, pra mim não. Foi o suficiente pra expressar tudo que ele me fazia sentir.
Richi ficou de quatro e eu, mais pelo prazer de fazer aquilo do que pela simples necessidade de dilatar o esfíncter dele, comecei a passar minha língua por todo o cu dele. Ele abria as nádegas com as mãos e soltava gritos de prazer… eu penetrava ele com minha língua até onde dava, fui enfiando um e depois dois dedos, ele me avisava quando parar ou quando doía, mas era mínimo, já que parecia estar curtindo bastante… quando já tinha o cu dele bem babado, coloquei uma boa quantidade no meu pau (já que eu sempre usava camisinha e tinha confiança suficiente no Richi pra saber que ele também usava, nem parei pra pensar na falta dela, então, de certo modo, também seria minha primeira vez no pelo). Encostei minha glande na entrada e lentamente fui abrindo caminho por aquele buraco até uns momentos atrás virgem. Quando a ponta entrou, Ricardo pediu pra eu parar.
- R: OOUUHH… AAHHH… espera aí, que filho da puta você é
Eu tentava relaxar ele dando beijos nas costas e nos ombros dele
- M: Você não sabe o quanto eu te desejo e te amo, mano… calma, já vai passar, você vai ver…
- R: … Continua… devagar
Continuei enfiando o resto do meu pau bem devagar, queria machucar ele o mínimo possível. Se ele tivesse se arrependido naquele momento, eu sem dúvida teria parado, a última coisa que queria era fazer algo que o prejudicasse, mas o resto do meu membro entrou sem problemas e finalmente meus pelos pubianos roçaram as nádegas dele. Era uma sensação linda e ao mesmo tempo tesuda, sentia uma conexão tão especial que ia além do físico, talvez por todo o carinho que me unia ao Richi desde antes… fiquei uns instantes ali sem fazer nenhum movimento, esperando ele se acostumar com minha presença dentro dele… foi o Richi quem começou a fazer movimentos pélvicos, me indicando que a dor já tinha passado.
Comecei uma fodida de leve, aos poucos pegava ritmo e dava estocadas mais fortes, ele tentava encostar mais Suspirei no meu púbis e abri as nádegas dela pra que meu pau entrasse o máximo possível… embora a vista das costas dela fosse espetacular, eu queria ver a cara dela enquanto comia ela, então mandei ela virar e coloquei as pernas dela de cada lado do meu rosto… o cenário era lindo, a cara dela era de puro prazer, cada vez que meu pau entrava nela, ela dava um suspiro leve e o pau dela não podia estar mais duro…. Me aproximei do rosto dela e dei um beijo longo enquanto continuava o vai e vem do meu corpo sobre o dela e enquanto com uma mão masturbava ela
- R: AHHHH… mano, assim…. mais…AHHH…
- M: Pega essa richi…. é só sua...sente ela
- R: caralho… que gostoso…. Mmmhhh…
A excitação dos dois tava no auge, nossos orgasmos não iam demorar. Minhas estocadas eram cada vez mais rápidas, nossas respirações ofegantes quase como urros, meu suor caía gota a gota sobre o corpo dela e todos os meus músculos se tensionaram completamente sobre o corpo da minha amiga… fui o primeiro a descarregar toda minha porra dentro dela
- M: AAHHHHH…UUFFFFF… já…. jaa…. Vou gozar…. MMMMHHHHHHHHHHFFF
- R: … continua… não para mati…. Quase lá….. mmmhhh
Eu continuei com minhas estocadas com toda a energia que sobrou depois daquele orgasmo tão animal que eu tinha sentido, por sorte não precisei de mais de duas ou três enfiadas da minha parte quando richi derramou toda a porra dela
- R: AAAOOHHH… AHH..UUFFFF…. TE AMO MATI…. MMFFFF…
- M: …. Ah que gostoso mano, assim…. tira sua porra
Os 5 jatos que minha amiga soltou, dos quais o primeiro ficou na cara toda dela, não me impactaram tanto quanto o que ela disse ao gozar, mas decidi não dar muita importância pra isso, talvez fosse só pela excitação, sabe como é, quando a gente goza fala cada merda, então sem mais energia tirei devagar meu pau ainda meio duro e me fundi num beijo longo com richi, enquanto me deixava cair sobre o corpo dela.
Ficamos assim por um tempo… normalizando nossas respirações, abraçados… suados…. Cheios do leite fresco que ele acabara de ordenhar… eu por cima dele, trocando beijinhos. Quando a temperatura lá fora nos fez voltar à realidade, por causa do calor dos nossos corpos e do frio lá de fora, tinham se formado gotinhas por toda a lona da barraca.
– M: Já viu, Richi? A barraca inteira tá encharcada.
– R: Hehe, é… e tá um frio do caralho, vamos nos cobrir.
– M: Mas primeiro a gente tem que se limpar.
Nós dois rimos, eu me levantei e peguei um rolo de papel higiênico que tinha na minha mochila, enquanto Richi arrumava os sacos de dormir. Era curioso como, apesar do que tinha rolado, parecia que a gente mantinha a mesma confiança um no outro… o clima não era tenso, eu me sentia tranquilo e sabia que ele também tava. Limpei meu pau e meu rosto de suor e restos de porra e passei o rolo pro Richi. Depois, a gente deitou juntando os dois sacos de dormir, abraçados, Richi encostado no meu peito e eu com o braço em volta do pescoço dele. Nós dois estávamos em paz, daquela paz que só vem depois de uma boa sessão de gozadas. Ficamos assim… em silêncio, até que Richi falou, num tom meio envergonhado:
– R: Mati… o que eu falei quando… e antes, quando gritei com você.
– M: Relaxa, isso já passou. E eu sei que você não tava com raiva.
– R: Não, deixa eu terminar, Mati. Sério, eu tava com raiva sim, mas quero que você saiba por quê. E também quero que saiba que o que eu falei antes, quando tava gozando… isso eu nunca tinha dito pra ninguém… e então…
Eu sabia o que ele queria me dizer, dava pra sentir, como sempre quando eu completava as frases dele. E agora tudo estava claro. Por isso ele queria passar tanto tempo comigo, por isso ninguém mais interessava pra gente, por isso o ciúme que a gente sentia, mesmo dizendo que éramos só amigos. Por mais que eu tivesse tentado evitar, esse filhinho de papai que no começo eu imaginava como algo inalcançável… eu tinha me apaixonado por ele. Agora eu sabia, e também sabia que o que ele tinha me dito durante o momento dele… O clímax era de verdade, ele também me amava. Parecia que fazia muito tempo que não o via... O rosto dele se desenhava entre as sombras e eu não conseguia parar de admirar como ele era lindo, me enlouquecia como ninguém nunca tinha feito; segundos inteiros se passaram enquanto eu ficava ali, admirando a beleza do rosto dele, que a partir daquela noite era todo meu....
- R: Mati, faz muito tempo que você me deixa muito confuso, penso muito em você, tenho vontade de ficar com você o tempo todo, você me atrai pra caralho e não como amigo, mas como algo diferente... nunca tinha acontecido isso comigo com ninguém, com nenhuma mulher e muito menos pensei que pudesse acontecer com um cara, por isso estava bravo com você, pelo que você causa em mim, eu não sou... não era pra ser...
- M: Bissexual??
- R: Não... mais tipo "matisexual" haha (rio timidamente), o ponto é, Mati, que nenhuma pessoa mexe tanto comigo quanto você consegue quando te vejo... e isso me confundia e me irritava, mas de um tempo pra cá eu não fazia outra coisa senão imaginar como seria te beijar, como seria te abraçar e sentir sua pele... e pronto, já estou falando besteira, cara... haha o que quero dizer é que você me gusta, mais que isso... estou apaixonado, Mati
- M: ... acho que, não, espera aí... isso me soa então que essa história de vir congelar a alma aqui foi plano armado, né?
- R: como você é, cara, acabei de te dizer uma coisa e você tira isso
- M: hahaha (dou um beijo na testa dele) acho que foi sim, mas isso é o de menos, agradeço você ter tido coragem.
- R: e então o que a gente vai ser?
- M: humm, por enquanto... dormir, cara
- R: não, cara, SER ou FAZER
- M: ué, namorados, meu Richi... não??
- R: haha você é perfeito, Mati... e sabe? Acho que ainda não estou com sono
Isso ele disse enquanto desaparecia por baixo do saco de dormir e com os lábios procurava no escuro meu pau, eu me senti o homem mais feliz do mundo naquele momento. Eu o segurei só um segundo para pegá-lo pelo queixo, olhar nos olhos dele e dizer:
- M: aliás, meu magrelo... eu também também te amo
Nem preciso dizer que passamos o resto da viagem explorando essa nova fase da nossa relação, talvez querendo fugir da nossa realidade, da família dele, dos nossos amigos que não sabíamos como reagiriam à notícia… ele tinha namorada, enfim, tanta coisa que deixamos de lado naqueles três dias em que só existíamos nós dois.
29 comentários - Meu melhor amigo, ex-hetero e comedor
y de que setrata la historia
super hot .. esto con tu amigo.. bueno ahora novio ..
me excitaste y mas con tu historia .. mm quiero seguir ..
me encantó, en todo sentido.
felicitaciones!
gracias a todos los q comentaron buenos y malos... se que es algo largo pero ps es lo q m paso y como paso nada mas... supongo que en gustos se rompen generos, robert la continuacion la estoy ecribiendo pero aguantam e stado muy ocupado con al esc jeje te prometo q pronto terminare mi historia, el flaco y yo (richi) te mandamos saludos 😀
gracias felipe ps si fue algo muy chido q me paso nunca lo cambiaria por nada, y en cunato a tu confusion puedo decirt que el ser bisexual u homosexual como yo no tiene nada q ver con ser afeminado, de hecho los hombres varoniles son infinitamente mas atractivos segun yo jaja, y claro m encantaria mensajearnos digo no soy ningun experto ni nada pero en lo q te pueda ayudar estare encancatado hombre 😛 GRACIAS
Worale gracias por los puntotes, y puees si es largo 🤔 q bueno q te gusto... te mandamos un abrazo 😀
me gusto muchísimo!!la verdad que tienes la valentía para contar todo esto y la verdad me sorprendió mucho lo de tu amigo,yo he pasado lo mismo...muy buena historia!!
ahora seguiros juntos?saludos.
jajaja q bueno q te gusto, y un amigo m dio la idea de contarlo nos dijo q estaba muy buena nuestra historia.. que chido que algunas peronas les guste nuestra historia o q incluso le dediquen una buena chaqueta 😛, y see seguimos juntos ya llevamos casi 2 años juntos
Hahahahah chicos les deseo suerte y Un beso a cada uno hahahaha
🙂
si! waoo! envez de caalentarme! me dio tanta ternura qe,, aW! no tngo palabras,aunqe gracias por el metodo de conqista 😀
Le dije más para molestar que por otra cosa la verdad no me desagradaba estar ahí disfrutando de la noche y del fuego. Pero para él fue algo en serio porque le cambio la cara enseguida, note que se había encabronado, luego de un rato de silencio mirando directo al fuego me dijo
- R: NO MAMES MATIAS!!! LLEVAS TODO EL DIA CON LO MISMO… SI TANTAS GANAS TIENES: REGRESATE CABRON, YO SOLO QUERIA PASAR TIEMPO CONTIGO!!!
Yo me quede ahí, sin saber bien que decir o hacer, la verdad a mí tampoco se me ocurría otro modo de pasar mejor un fin que con mi mejor amigo…
- M: bueno ya perdón wey, no lo dije en serio la neta es que me agrada bastante como se está aquí
Me acerque a él y en tono de broma le agarre la pierna, muchas veces había jugado con el así por aquello de que soy gay y tal y nunca había habido problema pero esta noche fue diferente.
- R: YA WEY NO EMPIECES CON TUS MARICONADAS, QUE YO NO SOY COMO TU!!!
Me dijo aventando mi mano
- M: ya lo sé… que te pasa?? Estas muy raro si sabes que no es en serio Richi
Le dije y rodee sus hombros con mi brazo izquierdo, de repente su carácter cambio, yo lo conocía bien y sabia que algo le pasaba, solo era cuestión de tiempo para que me lo dijera, así estuvimos un rato en silencio yo abrazándolo y el con su cara recargada en mi hombro, de repente empezó a llorar
- M: que tienes Richi? (en momentos como este me mataba de la ternura, ver a un chavo tan varonil demostrando su lado tierno es algo que me doblega completamente) si es por lo que te dije no era en serio hombre, tu sabes que siempre me la paso bien contigo, no seas maricon, para eso ya estoy yo jeje ( para tratar de aligerar la seriedad del momento)
- R: no, no es eso mati ni es por algo que hayas hecho… es por… por nada wey, olvídalo…. me voy a dormir
Intento levantarse de mi lado para meterse en la tienda pero yo no lo deje, lo tome del brazo y lo regrese casi con violencia para que se sentara de nuevo, me preocupaba en serio lo que me dijo y quería saber porque estaba enojado
- M: me estas asustando wey, dime que tienes, siempre hemos podido hablar de todo
- R: no es nada Mati, en serio
- M: Pero si tu dijist…
En ese momento Richi me sorprendió completamente … de la nada interrumpió lo que le estaba diciendo y me dio un beso, tierno, húmedo, su barba de dos días me picaba en los labios, después de un par de segundos de duda, reaccione… y como si lleváramos años haciéndolo, le respondí con la misma ternura, en ese instante toda la atracción y los sentimientos que yo daba por superados con Richi para verlo solo como mi amigo salieron a la superficie".
kyaaa!! mi parte favorita!! me encanta un chico varonil llorando y esta escena qedo perfecta con el OST de shoujo kakumei utena "shi no aphrodite" kyaaaaaaaaaaaa!! 😉
jeje muchas gracias a ti a todos de verdad espero disfruten, ahh y en especial gracias por los puntos 😀