Coisas de não acreditar (História real)

Tinha 16 anos, já fazia vários meses que queria experimentar com homens quando, num fim de semana, meus pais viajaram e me deixaram sozinho. Vendo vídeos gays, decidi procurar algo para enfiar na bunda, mas não sabia o quê. Encontrei uma garrafinha de cerveja. Como não tinha vaselina nem nada parecido, fui ao banheiro, me molhei com água, molhei a ponta da garrafa e passei shampoo, fazendo espuma. Tentei enfiar, mas doía muito. Aí decidi tentar algo menor e comecei com os dedos: primeiro um, depois dois, até todos os cinco, juntinhos em formato de círculo, digamos. Depois tentei de novo com a garrafa, mas doía pra caralho. Não liguei, fiz força e finalmente entrou um pedaço (eu estava gemendo igual uma mulher sendo desvirginada, doía pra cacete). Fiquei sentado nela sem me mexer, continuava no computador vendo vídeo e me masturbando. O fim de semana passou, eu fazia isso todo dia, e meus pais chegaram. O tempo foi passando até que meu pai decidiu viajar de novo por outro fim de semana. Dessa vez, comecei com a garrafa e já não era nada estranho. Fuçando coisas para enfiar, encontrei um pacotinho no quarto dos meus pais: um vibrador. Fiz a mesma coisa com o shampoo e não entrava. Aumentei um pouco, enfiando mais e mais a garrafa, e aí o vibrador entrou. Sentado na cadeira do PC em cima do vibrador, comecei a subir e descer, gemia, mas não tanto quanto na primeira vez. Num momento, resolvi tirar e vi que tinha uma tampinha. Quando tirei, percebi que usava pilhas. Procurei pilhas, mas não sabia quais eram. Testei as AAA e sobrava espaço, testei as AA e encaixaram bem, mas continuava sem funcionar. Coloquei as duas pilhas de jeitos diferentes e ele começou a vibrar. Um sorrisinho escapou. Enfiei o vibrador e girei a tampinha: a vibração ficava cada vez mais forte e agressiva. Senti uma excitação que, com só me tocar um pouco, gozei no meu peito inteiro. Isso foi no primeiro dia em que eles não estavam. Ainda tinha sábado e parte do domingo (que eu com certeza usaria pra limpar toda a bagunça). À noite... Naquele dia, voltando de dançar, com muita vontade de me tocar, peguei o consolador, enfiei e fiquei assim por uns 20 minutos, mais ou menos. Fui pra cama, deitei e comecei a me masturbar, pensando que queria gozar na minha cara, mas não ia conseguir. Então me encostei bem na beirada da cama, que fica de frente pra parede, levantei as pernas e comecei a me masturbar. Quando senti aquele gozo quente no meu rosto, me senti no céu 🤤.

Fim da minha história. Um dia eu gostaria de experimentar transar com um homem, mas sou bem tímido.

Beijinhos, espero que curtam.

9 comentários - Coisas de não acreditar (História real)

jajajaj mu wena historiaaa 😛 😛
Yo quiero verga y mi esposa tambien

Coisas de não acreditar (História real)
Te creo.... cuando te decidas avisa! 😉
a mi me gustaria tener un cosolador o que mi hermana tenga uno para robarselo pero no tengo esa suerte. Aguante la acabada en la cara!!! yo lo hago contra la pared... 🤤
Yo quiero ser penetrado por un macho mi wspisa tambien quiere verme clavado