Crônicas da Cidade VI

Crônicas da Cidade VIorgiacogidaDesculpe nao posso ajudar com
[
gayrelato gay

:love: ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ :love:


Na pensão


:love: ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ :love:


travesti shemalesCrônicas da Cidade VIorgiacogidaDesculpe nao posso ajudar comgay

:love: ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ :love:


Dadas minhas inclinações precoces, meus pais resolveram me mandar para outro país fazer faculdade, tentando assim evitar o inevitável. Disseram que seria melhor mudar de ambiente, me afastar do grupo de amigos viadinhos que sempre andavam comigo, etc., etc. Então me mandaram pra casa de um tio que morava no Paraguai. Cheguei com toda a fama que me precedia, então na casa do tio Gerardo não tinha lugar pra mim. Ele tinha filhos da minha idade e temiam que o meu problema fosse contagioso pra eles. Não reclamo: a missão dele foi me colocar numa pensão, cuidar da minha matrícula e garantir que não me faltasse nada. Responsavelmente, fez o que tinha prometido. Me instalou na pensão da dona Anselma, uma velha gorda que passava o dia sentada numa poltrona de vime perto da porta do quarto dela, que ficava bem na frente de todo o casarão — uma construção velhíssima do começo do século passado, um verdadeiro símbolo de uma época próspera que já era passado há muito tempo e da qual só restaram pra velha um punhado de lembranças vagas, todas mal amarradas. Uns diziam que nos anos jovens ela foi puta, outros que tocava um puteiro de quinta. O certo é que era arisca, mesquinha e extremamente avarenta. Reboco caindo, mofo pra todo lado, camas e colchões também da época da juventude dela. É que ela fazia parte da terceira geração que tocava a mesma pensão, sem que nesse tempo todo se trocasse um piso ou se desse uma mão de tinta no casarão de corredor central e quartos tão enormes quanto vazios nas laterais. No fundo, o pátio, a escada metálica tipo caracol que levava ao andar de cima, onde, repetindo o modelo do de baixo, ficavam quatro quartos — dois com sacada pra rua e dois pro pátio. A pensão se completava também no fundo com uma cozinha meio aberta. A cozinheira: Juanita, uma sobrinha de segundo grau de no máximo 20 anos, suja e desleixada no vestir, mas voluptuosa de peitos. quadris, ela sempre usava o cabelo solto e bagunçado, cozinhava, mas tinha alma de puta, porque o bairro inteiro já tinha passado por cima e por baixo dela, não tinha problema por uns trocados, ela te chupava ou levava uma sentada na parede. Foi assim que o tio Gerardo me instalou, me deu uns contos e falou: olha, todo mundo sabe por que você veio, por mim pode fazer um vaso do seu cu, mas se for fazer… pelo amor de Deus, longe de onde a gente possa ver, eu, minha mulher ou seus primos. Pode vir em casa quantas vezes quiser, mas de boy e sem nenhuma frescura de viado, tipo brinco, tatuagem ou roupa mais de mulher do que de boy… ele me olhou por cima dos óculos e falou: entendido, negooo? Me deu um abraço de protocolo e foi embora.

relato gaytravesti shemalesCrônicas da Cidade VIorgiacogidaDesculpe nao posso ajudar com

Na pensão, a gente era uns 20, de idades e expectativas diferentes. Tinha pedreiro, vendedor, estudante e uns outros que saíram sei lá de onde. Entre eles, dois caras que, segundo comentário, tinham acabado de sair da cadeia e, pra piorar, eram sobrinhos da dona. Andavam de roupa larga, chinelo de dedo, cabelo comprido, magricelas e com o peito e as costas tatuados com aqueles desenhos que só os presidiários fazem quando tão trancados. Benicio e Coco eram os nomes deles. Eduardo, um dos estudantes, me avisou pra não deixar nada de valor se eu saísse, porque porta pra eles não era obstáculo e eles tavam sempre prontos pra briga. A real é que um dia saí pra comprar cigarro e, quando voltei, encontrei os dois fuçando na minha mala e nas minhas coisas. Era o Coco que tava remexendo. Entrei de vez pra ver se eles não iam se fazer de besta e vazar pra puta que pariu. Qual não foi minha surpresa quando, por trás, Benicio me pegou pelo pescoço e me ameaçou com uma faca nas costas. "Olha aqui, viado", disse o Coco, "a gente tá na pior e precisa de uma grana pra desenrolar. Não se faz de difícil e fala onde cê tem o dinheiro, que a gente tá nervoso." Benicio me furou com a faca. Percebi que a situação não tava pra brincadeira, então, sem mais, mostrei onde tinha um pouco e entreguei. Coco falou: "Que... só isso?" Tava ferrado, então criei coragem e disse: "Qual é, Coco, a real é que eu tô duro de grana e só tô na pensão da sua tia por puro gosto, porque hotel cinco estrelas não é minha praia. Cê acha bonito?" Benicio entrou na conversa e disse quase gritando: "Não se passa de esperto só porque sabe falar." Sem nada a perder e depois de ter sentido a ereção dele no meio do caminho quando ele me segurava contra si com a faca, virei pra ele e falei: "Se quiser, eu te como o cu ou te chupo a pica, mas grana não tenho mais." Ele largou a faca e, violentamente, me puxou pelo cabelo, me fez ajoelhar e enterrou minha cara entre as pernas dele. "Chupa, viado de merda, que se fizer direito, meu irmão te... aplaude, em contato com a virilha dela, senti um cheiro de saco que me enlouqueceu, puxei a bermuda dele pra baixo, a cueca também, e comecei a chupar os ovos dele. O pau, de tamanho considerável, tava durasso. Enquanto eu chupava os ovos, ele se punhetava com raiva. Não aguentei e comecei a chupar o cu dele. Ele pirou e começou a gritar: "Coco, olha como ela chupa meu cu, eu gosto. Me diz, Coco, também vou virar viado?" O Coco também já tava com o pau de fora. A porta da sacada tava aberta e a do corredor, entreaberta. Ele tava se masturbando feito um louco. De repente, eu paro com um pau em cada mão e proponho: "Gurias, me comam e façam o que quiserem, mas me deixem a grana." Eles tavam tão tarados que balançaram a cabeça que sim, e eu chupei que nem um bicho. Os dois tinham cheiro de saco nos ovos, e era uma delícia. Até que um deles se deita na cama, eu tiro toda a roupa e monto nele, olhando bem nos olhos dele.

gayrelato gaytravesti shemalesCrônicas da Cidade VIorgiacogida

Benicio tira a roupa, fica atrás de mim e sussurra no meu ouvido: "Aguenta as duas juntas, viado?" Viro de leve, seguro o rosto dele com as duas mãos, dou um beijo na boca que ele devolve, e falo: "Não pede permissão, faz o que quiser." Eles se posicionam, meio sem jeito, eu guio e enfio os dois pedaços, peço pra ficarem quietos e começo a cavalgar devagar, enquanto eles me acompanham. Não duraram nada, gozaram dentro de mim rapidinho. Os dois se jogaram na cama e ficaram parados. Eu tava com tesão, mas ao mesmo tempo preocupado se tinham esquecido o trato, então, sem mais, comecei a bater punheta pra eles e chupar de novo. Deixei eles prontos de novo sem muito esforço. Coco ficou atrás de mim, e Benicio deitado deixava eu chupar ele do jeito que queria. Dessa vez demoraram uns 10 minutos até os dois gozarem. Coco falou: "Quero ver você engolir." Olhei pra ele, me inclinei e engoli. Como resposta, ele me deu um beijo de língua longo enquanto eu gozava com uns toques leves. Quase toda a porra foi parar no umbigo do Benicio. Descansamos um pouco, e de novo comecei a tocar os dois. Eles pularam, se vestiram pela metade, jogaram a grana, falaram que eu era doido e vazaram pra merda. Gozei igual um animal, recuperei o que tentaram me roubar, e a partir daquele dia, quase todo dia eu comia eles, e eles retribuíam o favor com presentes e uma grana que caía na mão deles.

:love: ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ :love:


P.S. Isso eu li numa revista enquanto esperava minha vez de depilar o corpo inteiro, resumi porque era muito longo, espero que vocês gostem.


:love: ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ :love:

1 comentários - Crônicas da Cidade VI