Isso aconteceu comigo nas férias passadas.
❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️Era uma terça-feira de férias, caminhando sem pressa pelo microcentro de Canasvieiras, BR, noite cheia de argentinos indo pra todo lado com uma geladinha na mão. Trombei num cara, Gonzalo, que me perguntou na lata se eu era gay e se tava sozinho. Surpreso, falei que sim pras duas coisas. Era um cara de Rosário, na faixa dos 30 anos, loiro de cabelo comprido e muito bem dotado de presença. Apertamos a mão e quase morri quando percebi a mãozona que ele tinha (como diz o ditado, mão grande, com certeza pica monstruosa). Ele percebeu e falou: "Não se assusta: até tem uns que aplaudem, mas não é pra tanto." Na calçada mesmo, ele se colocou atrás de mim e encostou a dela no meu rabo pra eu sentir. Eu, totalmente levado pela ousadia dele e com o pudor jogado no mar, me esfreguei nele pra sentir melhor: era verdadeiramente descomunal. Confesso que a ideia de ser desvirginado de novo, dessa vez por uma pica de burro, me enlouqueceu.
Sem muita conversa, a gente foi pra praia, que só tinha uma luz fraca. O clima tava muito quente, porque depois de andar uns passos, a gente percebeu que pelo menos 20 casais estavam na mesma. A gente se posicionou perto do mar, que ali é bem calmo, e a uns 10 metros de um casal e mais ou menos a mesma distância de outro — que, aliás, nem notaram a nossa presença. Sem enrolação, a gente tirou a roupa e começou a se dar prazer um ao outro, beijos quentes e decididos, do jeito que só a gente, entre homens, sabe fazer. Mão nos ovos, na bunda e na pica. A gente tinha levado umas latas de cerveja, que no começo a gente bebia boca a boca, mas depois a coisa esquentou. O Gonzalo enchia a boca e cuspia tudo na minha cara. No começo, eu não curti muito, mas o tesão fez com que eu fizesse o mesmo com ele também. Depois dos jatos de cerveja na boca, os beijos ficavam mais intensos e nossas línguas não paravam. Aí eu enchi minha boca e cuspi na pica e nas bolas dele, depois limpei tudo com a língua e comecei a chupar aquela pica enorme. Engoli o máximo que pude até bater na minha garganta e comecei a me engasgar, quase morri quando percebi que só tinha conseguido enfiar um terço dela. Ele tirou, me virou e cuspiu um monte de cerveja no meu cu. Senti frio, mas tava tão excitado que não ia deixar ele fazer o que quisesse comigo. Ele enfiou a língua toda e eu não consegui segurar um grito de prazer. Me virou de novo e a gente se beijou mais uma vez.
Depois desci até a virilha dela e tentei devorar ela o máximo que podia de novo. Sem aviso, no meio da putaria, ela começou a mijar em mim pra caralho, segurando minha cabeça pra eu não tirar. No começo, deu ânsia, mas pra não me afogar, engoli o máximo que dava; o resto escorria pelos cantos da boca e molhava meu corpo todo. Ela me levantou e me beijou, procurando na minha boca os restos da própria urina dela. Depois, deitou na areia e pediu pra eu sentar até os ovos encostarem na minha bunda. Ela disse: "quero que você faça isso me olhando nos olhos". Obediente, eu fiz e comecei a percorrer o pau dela, que a cada milímetro me partia ao meio. A sensação era dolorosa, eu gritava, mas continuei sem parar. Quase morri quando senti os ovos dela contra minhas nádegas. Me acomodei e, devagar, comecei os movimentos. A dor começou a ceder e um prazer indescritível tomou conta. Depois de um tempo, eu cavalgava como um bicho. Sentia meu cu totalmente dilatado, então não tive problema em quase tirar ele inteiro e, de uma só vez, enfiar de novo com uma sentada brusca. A entrada sempre vinha com um pouco de ar, e isso estimulava minha próstata, que tava completamente inchada. Continuamos assim uns 10 minutos, até que o aumento de volume no pau do Gonzalo e a expressão no rosto dele anunciavam a gozada. A força das enfiadas foi tanta que, quase ao mesmo tempo e sem eu bater uma, gozei pra caralho em cima do peito e da barriga dele. Enquanto as pulsadas ficavam mais lentas, mas com o pau ainda enfiado no meu cu, perdi a ereção por um momento e, sem conseguir segurar, comecei a mijar no peito, no rosto e na barriga dele. Ele não disse nada, só me pegou pelo pescoço, me puxou pra perto, nossos corpos escorregaram nos meus líquidos e a gente se beijou longamente. De vez em quando, eu lambia os mamilos dele, molhados com meu gozo, e a gente se beijava de novo.
Fiquei deitado onde estava e ele foi para o mar se refrescar, ainda estava muito quente. Perto de mim, um moreno me encarava abertamente enquanto se masturbava. A gatinha com quem eu tinha transado também foi para o mar; de repente, ele se levantou e veio direto, me cumprimentou e perguntou em português se meu parceiro não era ciumento. Quando eu disse que não, ele abriu as pernas e enfiou minha cabeça no meio delas. Eu estava sentado e o moreno em pé, as bolas dele balançavam como um touro e o pau preto dele, ereto, devia ter mais de 25 cm. Ele me ofereceu a bunda, que já estava excitada de novo, e eu comi com a língua. Também chupei cada um dos ovos dele e brinquei com minha língua nas dobras do saco escrotal, que era totalmente depilado. Ele me colocou de quatro, cuspiu generosamente no meu cu e enfiou o membro inteiro de uma vez, sem dificuldade, já que eu estava bem dilatado. Instantaneamente, ondas de prazer me fizeram gozar como um louco. Comecei a empurrar minha bunda contra ele enquanto gritava para ele me comer mais forte. Ele me montou como um animal, me mordendo as costas, as orelhas e falando todo tipo de putaria. Ele me comeu brutalmente por uns cinco minutos, e eu já tinha gozado de novo, dessa vez aproveitando as estocadas enquanto me masturbava descontroladamente, e ele puxava minhas bolas. De repente, ele tirou a linguiça, removeu a camisinha e começou uma masturbação frenética perto do meu rosto, enquanto eu chupava os ovos e a bunda dele. Ele gozou na minha boca e no meu rosto, e depois nos beijamos com paixão enquanto ele passava a língua no sêmen do meu rosto e boca e engolia tudo. Em agradecimento, chupei os ovos dele de novo e limpei o pau dele com minha saliva. Sem dizer muito, ele se levantou e sumiu na escuridão.[
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Gonzalo tinha visto tudo, depois de um tempo se deitou do meu lado com o pau duro, virei de lado pra ele esfregar o pau no meu cu, tava exausto mas ainda quente, sem ereção, me excitei de novo quando ele começou por trás a enfiar a cabeça do pau no meu cu, me dava mordidas no pescoço por trás e enfiava a língua no meu ouvido e na minha boca, depois de um tempo ele tava com tudo dentro de novo e eu empurrava minha bunda contra a pélvis dele pra penetração ser mais funda e me excitar ainda mais, essa foda durou umas meia hora porque a gente fez tudo devagar e gostoso, aproveitando ao máximo até a brisa que vinha do mar; quando a gente terminou, o grupo de casais tinha aumentado pra caralho e já tavam rolando dois ou três surubões em grupo, eram os dias de pré-carnaval onde naquelas terras tudo é sexo e luxúria. Entre eu e Gonzalo não tem sentimento, mas a gente continua fodendo como animais toda vez que eu vou ou ele vem pra capital, paro na casa dele ou ele na minha e a gente se revira várias vezes por dia durante pelo menos quatro ou cinco dias, já participamos de várias festas de grupo mas isso eu conto outra hora.


Se vocês gostaram, me avisem, beijos.❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️























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1 comentários - Crónicas de ciudad IV