Polvo é o Mecânico Suíço
Um dia de janeiro, todo mundo tava louco por causa da passagem do Rally Dakar na cidade. Eu adoro o Dakar, mas não tava a fim de ir se fosse só pra ver grade e mais nada. Sozinho em casa, entrei num site de encontros gays. De repente, alguém me visita que (pelas fotos) dava pra ver que não era daqui: era alto, cabelo castanho claro e uns olhos azuis lindos. Me mandou uma mensagem (num espanhol bem ruim) contando que era da Suíça, que tava de passagem pela cidade e que, por causa do trabalho, só tinha aquela noite livre. A gente começou a conversar e ele me pareceu um cara excelente, além de gostoso, não era afeminado nem nada. Depois de um tempo, combinamos de nos encontrar no hotel onde ele ia se hospedar. Me arrumei, me vesti e fui pro hotel. Na recepção, me deram o número do quarto e mandaram eu subir. Subi até o andar do quarto e bati na porta. Na hora, ele me recebeu, vestindo uma camiseta vermelha (com o logo do Dakar) e um shorts preto. Aí sim (só então) percebi que ele vinha com a caravana do rally... A gente se cumprimentou, ele me fez entrar e sentamos no sofá. Me ofereceu uma bebida e eu aceitei; ele só tomou um copo d'água e começamos a conversar. Lembro que ele era mecânico do grupo dele, e todos os colegas eram poloneses. Quando terminei a bebida, ele se aproximou de mim e começou a me acariciar. Na hora, abracei ele e ele começou a beijar meu pescoço. Depois de beijos e um vai e vem, começou a me despir. Tirou minha camiseta e, da minha boca, começou a lamber meu pescoço, descendo pelos meus peitorais até chegar no meu pau. Tirou meu cinto, baixou meu shorts e começou a beijar por cima da cueca. Depois, me mandou virar e começou a beijar e morder minha bunda, o que me excitou pra caralho. Bruscamente, fez um buraco na minha cueca e começou a lamber meu cu. Levantou pra pegar um pouco de lubrificante e passou na minha bunda. Começou a brincar com os dedos até meu cu dilatar. Tirou a Tirou a blusa e abaixou o shorts, colocou uma camisinha e, devagar, começou a introduzir o pau dele, que até aquele momento eu não tinha visto. Eu pedia pra ele me comer e, em alguns momentos, falava coisas em inglês; ele só respondia em alemão... Cada vez eu sentia mais fundo um pau que parecia enorme, mais e mais pra dentro, enquanto ele batia na minha bunda e falava um monte. Ele chegou perto, me abraçou e começou a me masturbar, enquanto eu sentia que meu cu não aguentava mais. Ele tirou o pau e sentou no sofá; aí eu pude ver um pau enorme e muito grosso. Ele disse que agora eu tinha o controle. Sentei em cima dele e fiz meu cu engolir aquele pau descomunal, subia e descia enquanto ele continuava batendo na minha bunda e beijando meu corpo. Depois, ele me agarrou com força e se levantou (com o pau ainda dentro do meu cu) e me levou até a mesa, onde me jogou e abriu minhas pernas pra continuar me comendo. Aí eu não aguentei mais e gozei em todo o meu abdômen. Ele continuou me comendo cada vez mais forte, até gozar dentro de mim, mas não senti nada dos jatos por causa da camisinha. Depois, ele me pegou no colo e me levou até o banheiro, onde começamos a tomar banho juntos, aproveitando pra nos acariciar e nos beijar... Depois disso, nos vestimos, ele disse que tinha sido uma transa que não esqueceria, me deu um beijo longo e gostoso e, com um tapa na bunda, se despediu. Enquanto eu andava pelo corredor até o elevador, vi o sorrisão dele. Nos despedimos de longe, a porta do elevador fechou e nunca mais o vi. A gente conversou algumas vezes por chat, mas esse ano ele não veio com a caravana do Dakar.
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