Fala, galera! Faz um tempão que tô querendo contar pra vocês um rolê que aconteceu há uns anos em Córdoba. Naquela época, eu morava a umas quadras do centro, então quando saía, ia andando até a área das baladas e pubs, o que me fazia passar pela Cañada e 9 de Julio, onde naqueles dias ficava um monte de traveco, que sempre me chamava a atenção e me dava um tesão, principalmente na volta pro meu apê, geralmente com uns drinques na cabeça, fazendo as minas parecerem modelos de revista.
Um desses dias, lembro que depois de atravessar a Cañada, na minha frente, a uns passos, vinha uma pessoa com um casaco comprido tipo sobretudo leve ou algo assim. Umas quadras antes de chegar na outra rua, sem nenhuma intenção — ou pelo menos foi o que pensei na hora — a gente se alinhou e, sem trocar olhar, nem diálogo, nem nada, só olhando pro infinito da rua, sinto a mão dessa pessoa roçar descaradamente na braguilha da minha calça jeans. Isso me surpreendeu na hora e, ao mesmo tempo, meu amigo ali embaixo, nem lento nem preguiçoso, deu uma cambalhota e acordou do sono.
Sem parar de andar, dois ou três passos depois, percebo que a mão do visitante não tinha saído do alvo, muito pelo contrário, tava apoiada sem disfarce, imaginando o tamanho. Só aí eu olhei pro lado. Olhando pra trás, posso dizer que não sabia o que esperar, ou talvez não esperasse nada, mas o fato é que umas 5 da manhã, no meio de uma rua qualquer, tinha uma pessoa desconhecida parada do meu lado com a mão no meu pau, que já começava a endurecer. Não lembro se teve algum diálogo, nem quando ela me convidou pro apê dela, mas num instante a gente já tava na porta. Parece que o apê dela era naquela mesma rua. Antes de entrar, ela me disse — e disso eu lembro — pra não fazer muito barulho porque morava com uma prima. que estava dormindo e aparentemente não conhecia suas caçadas noturnas. Quando chegamos ao quarto dele, ele foi até o banheiro e eu fiquei tirando a roupa, como ele tinha me pedido no ouvido. Quando voltou, estava vestindo um roupão de cetim 3/4 e, como o amarrou na cintura, deixava ver por baixo uma tanga preta que deixou meu amiguinho ainda mais animado, que já estava pronto para ser levado à boca dele. Só então consegui olhar fixamente para o rosto dele e nossas línguas explodiram na imensidão da noite. O corpo dele pareceu relaxar nos meus braços, me dando a entender que seria até onde eu quisesse e do jeito que eu quisesse. Leves e suaves gemidos escapavam enquanto eu apertava meus lábios nos dele, fazendo ele sentir meu pau por cima da tanga dele. Pra ser sincero, não fazia a menor ideia do que estava fazendo, só me deixei levar pelo meu instinto de amante. Enquanto o beijava, apertei os mamilos dele com meus dedos e ele soltou mais um dos seus tantos gemidos. Notei também que a virilha dele crescia e adorei sentir isso. Depois, peguei ele pela cintura e virei ele, deixando a nuca dele à minha mercê, e beijei e mordi sem controle, apertando com força meu pau na bunda dele. A pele dele se arrepiou toda. Num movimento só, joguei ele na cama, tirei a tanga preta dele e mergulhei na bunda dele pra beijar tudo. Estava deliciosa, parecia que ele cuidava bem daquela parte porque estava extremamente macia. Enquanto enfiava minha língua no cu dele, dava pra ver que ele apertava o travesseiro com força e levantava a bunda pra cima, como pedindo mais, o que foi concedido. Aproveitei essas levantadas de bunda pra passar uns bons linguados nos ovos dele e na base do pau dele. Aí pude sentir que ele estava bem duro. Virei ele de novo, ficando de frente, e nossas línguas se encontraram de novo, e ele saboreou tudo o que eu tinha beijado. Deixou escapar da boca um... "me come... enfia tudo". Pra mim, faltava algo. Sem deixar ele tocar, coloquei o travesseiro atrás da cabeça dele e Aí encostei meu pau na boca dela, como se fosse uma faminta, ela meteu tudo pra dentro, parecia que queria engolir, tava chupando meu pau como se fosse a última comida da vida dela, queria tirar todo o leite. Agarrou minhas bolas e esfregava na boca dela como se fosse meter tudo junto. Com toda a experiência dela, aproveitou meu êxtase pra colocar a mão na minha bunda e começou a mexer os dedos lá, fazendo meu pau realmente estar prestes a explodir. A excitação era infinita. Tirei meu pau da boca dela, já tava pronto pra dar todo meu sêmen. Me deitei e ela subiu rapidinho no meu pau, não precisou mais que um movimento e já tava dentro. Ela se moveu com tanta profundidade que antes que eu percebesse, eu tava gozando, deixando toda minha porra dentro dela e ao mesmo tempo ela gozava no meu peito, soltando um arrepio interminável. Nos olhamos de novo, ela foi pro banheiro, eu me limpei com uma toalha que tinha ali perto. Quando ela voltou, eu já tava vestido e pronto pra ir. Silenciosamente, abri a porta do apartamento e fui embora, sem mais nada, só o cheiro dela grudado no meu nariz. Não sei o nome dela nem lembro do rosto, só foi aquele momento e nunca mais encontrei ela naquela rua. Foi assim que aconteceu numa noite de inverno em Córdoba, uns 16 anos atrás. Espero que tenham gostado e se quiserem mais, é só pedir. Vou puxar pela memória e contar, com certeza tem mais alguns guardados por aí.
Um desses dias, lembro que depois de atravessar a Cañada, na minha frente, a uns passos, vinha uma pessoa com um casaco comprido tipo sobretudo leve ou algo assim. Umas quadras antes de chegar na outra rua, sem nenhuma intenção — ou pelo menos foi o que pensei na hora — a gente se alinhou e, sem trocar olhar, nem diálogo, nem nada, só olhando pro infinito da rua, sinto a mão dessa pessoa roçar descaradamente na braguilha da minha calça jeans. Isso me surpreendeu na hora e, ao mesmo tempo, meu amigo ali embaixo, nem lento nem preguiçoso, deu uma cambalhota e acordou do sono.
Sem parar de andar, dois ou três passos depois, percebo que a mão do visitante não tinha saído do alvo, muito pelo contrário, tava apoiada sem disfarce, imaginando o tamanho. Só aí eu olhei pro lado. Olhando pra trás, posso dizer que não sabia o que esperar, ou talvez não esperasse nada, mas o fato é que umas 5 da manhã, no meio de uma rua qualquer, tinha uma pessoa desconhecida parada do meu lado com a mão no meu pau, que já começava a endurecer. Não lembro se teve algum diálogo, nem quando ela me convidou pro apê dela, mas num instante a gente já tava na porta. Parece que o apê dela era naquela mesma rua. Antes de entrar, ela me disse — e disso eu lembro — pra não fazer muito barulho porque morava com uma prima. que estava dormindo e aparentemente não conhecia suas caçadas noturnas. Quando chegamos ao quarto dele, ele foi até o banheiro e eu fiquei tirando a roupa, como ele tinha me pedido no ouvido. Quando voltou, estava vestindo um roupão de cetim 3/4 e, como o amarrou na cintura, deixava ver por baixo uma tanga preta que deixou meu amiguinho ainda mais animado, que já estava pronto para ser levado à boca dele. Só então consegui olhar fixamente para o rosto dele e nossas línguas explodiram na imensidão da noite. O corpo dele pareceu relaxar nos meus braços, me dando a entender que seria até onde eu quisesse e do jeito que eu quisesse. Leves e suaves gemidos escapavam enquanto eu apertava meus lábios nos dele, fazendo ele sentir meu pau por cima da tanga dele. Pra ser sincero, não fazia a menor ideia do que estava fazendo, só me deixei levar pelo meu instinto de amante. Enquanto o beijava, apertei os mamilos dele com meus dedos e ele soltou mais um dos seus tantos gemidos. Notei também que a virilha dele crescia e adorei sentir isso. Depois, peguei ele pela cintura e virei ele, deixando a nuca dele à minha mercê, e beijei e mordi sem controle, apertando com força meu pau na bunda dele. A pele dele se arrepiou toda. Num movimento só, joguei ele na cama, tirei a tanga preta dele e mergulhei na bunda dele pra beijar tudo. Estava deliciosa, parecia que ele cuidava bem daquela parte porque estava extremamente macia. Enquanto enfiava minha língua no cu dele, dava pra ver que ele apertava o travesseiro com força e levantava a bunda pra cima, como pedindo mais, o que foi concedido. Aproveitei essas levantadas de bunda pra passar uns bons linguados nos ovos dele e na base do pau dele. Aí pude sentir que ele estava bem duro. Virei ele de novo, ficando de frente, e nossas línguas se encontraram de novo, e ele saboreou tudo o que eu tinha beijado. Deixou escapar da boca um... "me come... enfia tudo". Pra mim, faltava algo. Sem deixar ele tocar, coloquei o travesseiro atrás da cabeça dele e Aí encostei meu pau na boca dela, como se fosse uma faminta, ela meteu tudo pra dentro, parecia que queria engolir, tava chupando meu pau como se fosse a última comida da vida dela, queria tirar todo o leite. Agarrou minhas bolas e esfregava na boca dela como se fosse meter tudo junto. Com toda a experiência dela, aproveitou meu êxtase pra colocar a mão na minha bunda e começou a mexer os dedos lá, fazendo meu pau realmente estar prestes a explodir. A excitação era infinita. Tirei meu pau da boca dela, já tava pronto pra dar todo meu sêmen. Me deitei e ela subiu rapidinho no meu pau, não precisou mais que um movimento e já tava dentro. Ela se moveu com tanta profundidade que antes que eu percebesse, eu tava gozando, deixando toda minha porra dentro dela e ao mesmo tempo ela gozava no meu peito, soltando um arrepio interminável. Nos olhamos de novo, ela foi pro banheiro, eu me limpei com uma toalha que tinha ali perto. Quando ela voltou, eu já tava vestido e pronto pra ir. Silenciosamente, abri a porta do apartamento e fui embora, sem mais nada, só o cheiro dela grudado no meu nariz. Não sei o nome dela nem lembro do rosto, só foi aquele momento e nunca mais encontrei ela naquela rua. Foi assim que aconteceu numa noite de inverno em Córdoba, uns 16 anos atrás. Espero que tenham gostado e se quiserem mais, é só pedir. Vou puxar pela memória e contar, com certeza tem mais alguns guardados por aí.
2 comentários - Mi primer levante en la calle