Já tinham se passado uns meses desde a minha primeira vez (onde quase me arrebentaram o cu). E eu não tinha conseguido mais nada, só chupar a pica de um veterano que tava muito bêbado e não conseguiu fazer muita coisa.
Eu tinha educação física no colégio de manhã e acordava bem cedo. Tava muito nublado, mas não tinha chovido, e eu tinha que ir mesmo assim. No meio do caminho, vejo um veterano empurrando um carro. Quando passo, olho pra ele: não era muito alto, cabelo grisalho, um bigode grande e grisalho, de camisa e calça social. Ele me pede pra dar uma mão pra empurrar.
Quando o carro pegou, começou a chover, e ele falou: “vem que te dou uma carona, senão você vai se molhar todo”.
A chuva piorou, e eu entrei. Em poucas quadras, o tempo fechou de vez, e chovia tão forte que não dava pra ver nada. Aí ele disse: “não enxergo nada, tenho que parar um pouco”. E entrou numa rua pequena, parando no meio da quadra.
Chovia muito forte, e a gente começou a conversar. Ele perguntou como eu tava no colégio, com os colegas, com as minas. Ele tava com as mãos juntas sobre as pernas, e eu percebo que com um dedo ele esfrega a pica por cima da calça.
E ele fala: “ia ser bom estar na cama num dia como hoje”. E põe a mão na minha perna, começa a esfregar: “não ia ser gostoso?”. E com a outra mão, ele esfrega a pica.
Eu tava muito nervoso e não falava nada. Ele passava a mão pela minha barriga, subiu pro meu peito e apertou meus mamilos. Nessa hora, eu soltei um gemido quase abafado, e ele ficou sorrindo.
Ele puxou a pica pra fora e falou: “você gosta, pega nela”. E colocou minha mão na pica dele. Eu esfregava, e ele respirava pesado: “passa a língua nela, vai”. E eu passei a língua na pica dele. Ele abriu mais a calça e baixou um pouco. E comecei a passar a língua nas bolas dele, que eram peludas, cheias de cabelo branco. Tava excitado, e coloquei a pica dele na boca e comecei a chupar. “Ah, mas você gosta de pica, hein?” E ele começou a acariciar minhas costas, pegou e tirou meu moletom. Colocou as mãos nas minhas nádegas e apertava, baixou minha calça e enfiou os dedos procurando meu cu. Quando ele encontra, coloca um dedo na porta e empurra com força. Eu gemo e ele começa a mexer dentro do meu cu, percebe que eu gosto e faz mais forte. "Esse cu quer pica, já te comeram, né?" e enfia o dedo mais forte. "Quer que eu te coma? Fala, quer essa pica?" Eu respondo gemendo: "Sim, quero sua pica, quero sim." Ele responde: "Vai pro banco de trás." Eu passo entre os bancos e ele dá a volta pela outra porta. Lá fora, chovia muito forte e não passava ninguém na rua. Então ele diz: "Deixa eu ver essa bunda. Abaixa e deixa eu chupar." Eu me abaixo um pouco, ele separa minhas nádegas com as mãos e começa a passar a língua no meu cu, e sinto o bigode dele arranhando minha bunda. Ele separa mais forte minhas nádegas e enfia todo o meu cu na boca dele, chupa, mete a língua e um dedo, empurra devagar, tira e cuspi no meu cu. Enfia o dedo até o fundo e aperta. "Que bunda linda, vou te comer bem comido." E começa a mexer dentro do meu cu, tira, cuspi e enfia dois dedos, girando. Eu me contorço de dor e mordo o banco, mas gosto. Cada dedada rasga meu cu por dentro, sentia as unhas e a aspereza das mãos dele, mas gozava cada dedo. Ele se inclina, tira um sapato e uma perna da minha calça, tira os dedos e cuspi de novo. "Vai, levanta essa bunda que vou te comer." Me ajeita e se deita em cima de mim, e sinto a pica dele na porta do meu cu, e ele começa a empurrar. Um empurrão e já sinto a ponta da pica dentro do meu cu, e ele empurra devagar e mexe a pica dentro pra me soltar. Sinto como ela endurece dentro do meu cu. No começo, meu cu apertava e não conseguia entrar toda, mas endurecia aos poucos e eu sentia cada vez mais como forçava e rasgava meu cu pra entrar até ficar totalmente dura. Só tinha enfiado a cabeça e eu pedia: "Enfia tudo, vai, por favor." "Você aguenta tudo, cara? Olha que é grossa." "Sim, vai, tenta ver se entra." Ele ajeita meu cu e, me segurando pelos ombros, enfiou de uma vez até o fundo. metade. Eu tava quase chorando de dor e ele continuava empurrando.
"Doeu, mas você gosta, não adianta, seu putinho, aguenta essa porra"
E começou a me comer com força, metia e tirava do meu cu.
Eu sentia o percurso inteiro daquela pica no meu cu, devagar no começo e rápido depois, uma metida violenta até o fundo e depois aliviava "cê gostou, né? Vamos ver se a gente enfia ela toda"
Outra metida violenta até o fundo e ele começou a bombear sem parar, eu sentia que não conseguia respirar, meu estômago revirava e eu sentia o cu como se estivesse rasgando nas bordas.
"Não quer entrar mais, agora vamos ver se você aguenta"
Ele tirou de repente, eu senti que podia respirar de novo e uma queimação no cu.
"Vira, vou te comer como se fosse uma menininha"
"Vadia, vou partir sua bucetinha"
Ele abriu minhas pernas e encaixou entre os bancos, segurou a pica com uma mão e encostou na entrada do meu cu "fechou, tem que abrir de novo"
Ajeitou um pouco e quando a ponta tava dentro, deitou em cima de mim e começou a empurrar devagar, quando a ponta terminou de entrar, deu outra metida violenta até o fundo e começou a me comer com força. Fundo e rápido, separava minhas nádegas e empurrava pra meter tudo, eu não aguentava mais, só gozava aquela pica toda me comendo.
"Que bucetinha linda que você tem, tá toda dentro e quer mais"
"Eu gosto de vadias como você, que gostam de pica"
E me comia com força e rápido pra eu sentir ela toda.
"Seu pinto ficou duro, quer gozar?"
E começou a me bater uma enquanto me comia, eu não aguentava mais, meu cu tava se partindo e ele me batia uma, apertava e esticava tão forte que parecia que ia arrancar.
Aí senti que ia explodir e na hora de gozar, meu cu apertou e eu senti o tamanho daquela pica dentro, gozei em cima de mim e nessa hora ele tirou de repente, bateu uma por um segundo e jogou um jato de porra na minha barriga, no peito e até na cara.
Aí começou a esfregar as duas gozadas no meu corpo, a porra dele e a minha na barriga e no peito. Eu não aguentava mais ter aquelas duas sensações ao mesmo tempo. O tempo foi demais.
"Vadia, você tirou toda a porra de mim, agora tá tudo em cima de você, aproveita, vadia."
Depois de um tempo deitados assim, ele me deu um lenço pra me limpar, tirei toda a porra e joguei pela janela.
Ele se ofereceu pra me levar em casa e eu dei um endereço que era umas dez quadras da minha casa, num lugar onde eu nunca ia.
A gente se despediu e eu peguei uma rua até em casa, aproveitando que ainda tava chovendo pra lavar a porra do corpo. Quando cheguei em casa, fui correndo tomar banho e ver como tava meu cu, e de quebra me masturbar com uns dedos no cu.
Eu tinha educação física no colégio de manhã e acordava bem cedo. Tava muito nublado, mas não tinha chovido, e eu tinha que ir mesmo assim. No meio do caminho, vejo um veterano empurrando um carro. Quando passo, olho pra ele: não era muito alto, cabelo grisalho, um bigode grande e grisalho, de camisa e calça social. Ele me pede pra dar uma mão pra empurrar.
Quando o carro pegou, começou a chover, e ele falou: “vem que te dou uma carona, senão você vai se molhar todo”.
A chuva piorou, e eu entrei. Em poucas quadras, o tempo fechou de vez, e chovia tão forte que não dava pra ver nada. Aí ele disse: “não enxergo nada, tenho que parar um pouco”. E entrou numa rua pequena, parando no meio da quadra.
Chovia muito forte, e a gente começou a conversar. Ele perguntou como eu tava no colégio, com os colegas, com as minas. Ele tava com as mãos juntas sobre as pernas, e eu percebo que com um dedo ele esfrega a pica por cima da calça.
E ele fala: “ia ser bom estar na cama num dia como hoje”. E põe a mão na minha perna, começa a esfregar: “não ia ser gostoso?”. E com a outra mão, ele esfrega a pica.
Eu tava muito nervoso e não falava nada. Ele passava a mão pela minha barriga, subiu pro meu peito e apertou meus mamilos. Nessa hora, eu soltei um gemido quase abafado, e ele ficou sorrindo.
Ele puxou a pica pra fora e falou: “você gosta, pega nela”. E colocou minha mão na pica dele. Eu esfregava, e ele respirava pesado: “passa a língua nela, vai”. E eu passei a língua na pica dele. Ele abriu mais a calça e baixou um pouco. E comecei a passar a língua nas bolas dele, que eram peludas, cheias de cabelo branco. Tava excitado, e coloquei a pica dele na boca e comecei a chupar. “Ah, mas você gosta de pica, hein?” E ele começou a acariciar minhas costas, pegou e tirou meu moletom. Colocou as mãos nas minhas nádegas e apertava, baixou minha calça e enfiou os dedos procurando meu cu. Quando ele encontra, coloca um dedo na porta e empurra com força. Eu gemo e ele começa a mexer dentro do meu cu, percebe que eu gosto e faz mais forte. "Esse cu quer pica, já te comeram, né?" e enfia o dedo mais forte. "Quer que eu te coma? Fala, quer essa pica?" Eu respondo gemendo: "Sim, quero sua pica, quero sim." Ele responde: "Vai pro banco de trás." Eu passo entre os bancos e ele dá a volta pela outra porta. Lá fora, chovia muito forte e não passava ninguém na rua. Então ele diz: "Deixa eu ver essa bunda. Abaixa e deixa eu chupar." Eu me abaixo um pouco, ele separa minhas nádegas com as mãos e começa a passar a língua no meu cu, e sinto o bigode dele arranhando minha bunda. Ele separa mais forte minhas nádegas e enfia todo o meu cu na boca dele, chupa, mete a língua e um dedo, empurra devagar, tira e cuspi no meu cu. Enfia o dedo até o fundo e aperta. "Que bunda linda, vou te comer bem comido." E começa a mexer dentro do meu cu, tira, cuspi e enfia dois dedos, girando. Eu me contorço de dor e mordo o banco, mas gosto. Cada dedada rasga meu cu por dentro, sentia as unhas e a aspereza das mãos dele, mas gozava cada dedo. Ele se inclina, tira um sapato e uma perna da minha calça, tira os dedos e cuspi de novo. "Vai, levanta essa bunda que vou te comer." Me ajeita e se deita em cima de mim, e sinto a pica dele na porta do meu cu, e ele começa a empurrar. Um empurrão e já sinto a ponta da pica dentro do meu cu, e ele empurra devagar e mexe a pica dentro pra me soltar. Sinto como ela endurece dentro do meu cu. No começo, meu cu apertava e não conseguia entrar toda, mas endurecia aos poucos e eu sentia cada vez mais como forçava e rasgava meu cu pra entrar até ficar totalmente dura. Só tinha enfiado a cabeça e eu pedia: "Enfia tudo, vai, por favor." "Você aguenta tudo, cara? Olha que é grossa." "Sim, vai, tenta ver se entra." Ele ajeita meu cu e, me segurando pelos ombros, enfiou de uma vez até o fundo. metade. Eu tava quase chorando de dor e ele continuava empurrando.
"Doeu, mas você gosta, não adianta, seu putinho, aguenta essa porra"
E começou a me comer com força, metia e tirava do meu cu.
Eu sentia o percurso inteiro daquela pica no meu cu, devagar no começo e rápido depois, uma metida violenta até o fundo e depois aliviava "cê gostou, né? Vamos ver se a gente enfia ela toda"
Outra metida violenta até o fundo e ele começou a bombear sem parar, eu sentia que não conseguia respirar, meu estômago revirava e eu sentia o cu como se estivesse rasgando nas bordas.
"Não quer entrar mais, agora vamos ver se você aguenta"
Ele tirou de repente, eu senti que podia respirar de novo e uma queimação no cu.
"Vira, vou te comer como se fosse uma menininha"
"Vadia, vou partir sua bucetinha"
Ele abriu minhas pernas e encaixou entre os bancos, segurou a pica com uma mão e encostou na entrada do meu cu "fechou, tem que abrir de novo"
Ajeitou um pouco e quando a ponta tava dentro, deitou em cima de mim e começou a empurrar devagar, quando a ponta terminou de entrar, deu outra metida violenta até o fundo e começou a me comer com força. Fundo e rápido, separava minhas nádegas e empurrava pra meter tudo, eu não aguentava mais, só gozava aquela pica toda me comendo.
"Que bucetinha linda que você tem, tá toda dentro e quer mais"
"Eu gosto de vadias como você, que gostam de pica"
E me comia com força e rápido pra eu sentir ela toda.
"Seu pinto ficou duro, quer gozar?"
E começou a me bater uma enquanto me comia, eu não aguentava mais, meu cu tava se partindo e ele me batia uma, apertava e esticava tão forte que parecia que ia arrancar.
Aí senti que ia explodir e na hora de gozar, meu cu apertou e eu senti o tamanho daquela pica dentro, gozei em cima de mim e nessa hora ele tirou de repente, bateu uma por um segundo e jogou um jato de porra na minha barriga, no peito e até na cara.
Aí começou a esfregar as duas gozadas no meu corpo, a porra dele e a minha na barriga e no peito. Eu não aguentava mais ter aquelas duas sensações ao mesmo tempo. O tempo foi demais.
"Vadia, você tirou toda a porra de mim, agora tá tudo em cima de você, aproveita, vadia."
Depois de um tempo deitados assim, ele me deu um lenço pra me limpar, tirei toda a porra e joguei pela janela.
Ele se ofereceu pra me levar em casa e eu dei um endereço que era umas dez quadras da minha casa, num lugar onde eu nunca ia.
A gente se despediu e eu peguei uma rua até em casa, aproveitando que ainda tava chovendo pra lavar a porra do corpo. Quando cheguei em casa, fui correndo tomar banho e ver como tava meu cu, e de quebra me masturbar com uns dedos no cu.
5 comentários - Fui pego dentro de um carro
IDEM 🤤