soy cross y mi tia me garcha (relato)

Pelo amor de Deus, essa história
fonte:sexycuentosOlá, pessoal. Meu nome é Damian e depois de ver tantos sites de contos eróticos, me decidi e finalmente vou contar uma experiência que tive há muito tempo e que me marcou pra vida toda. Não sou muito bom escrevendo, mas vou tentar fazer o melhor possível.

Isso aconteceu há um tempo, quando eu era jovenzinho. Hoje tenho 32 anos e adoro lembrar dessa experiência. Naquela época, eu tinha que ir aos sábados pras aulas de inglês. As aulas eram de manhã, das 8 ao meio-dia. Eu tinha aula quinta à tarde e sábado de manhã. A gente tinha um sítio na região de Pilar, na verdade num condomínio chamado Miraflores. Meus pais iam embora sexta à tarde, então eu tinha que ficar sexta à noite com minha tia, irmã do meu pai, e no sábado, depois do inglês, eu pegava um ônibus que me deixava na porta do condomínio. Minha tia, naquela época, tinha uns 37 ou 38 anos. Era muito gostosa, 1,60m, cabelo castanho claro liso, e naquela época tinha um corpo bonito. Condição financeira muito boa e muito fina. Separada e sem filhos, então eu não atrapalhava em nada ficando na casa dela. A gente sempre teve uma relação muito boa. Toda vez que eu ficava sexta na casa dela, como ela era separada, saía com as amigas e de vez em quando com algum namorado. Voltava lá pras 2 ou 3 da manhã, então eu tinha a noite toda, a casa só pra mim. Na casa da minha tia, eu ficava entediado pra caralho, então começava a fuçar tudo, adorava, e principalmente revistava o guarda-roupa dela pra ver o que tinha e o que encontrava. Comecei como uma brincadeira e, aproveitando a solidão, a vestir roupas dela, que ficavam bem em mim porque a gente tinha a mesma altura e um corpo bem parecido. O que começou como uma brincadeira, nas sextas seguintes, virou rotina. Toda vez que eu ouvia ela saindo, corria pro guarda-roupa dela pra usar as roupas. Adorava usar aquilo, me sentia muito à vontade. As roupas dela eram bem jovens e também muito sexy. Tinha de tudo. Vestidos, jeans, camisas, Camisetas, botas, sapatos, etc etc. Entre as coisas que eu costumava usar e que mais gostava, estava a lingerie dela. Tinha de tudo um pouco. Mas o que eu mais gostava eram os conjuntos sexy que ela guardava em umas caixinhas bem no fundo das gavetas. Tinha conjuntos pretos, brancos, com calcinhas Booty less, comuns, mas os que mais me impactavam e eu mais gostava eram dois. Um era um espartilho com liga preto, que vinha com a calcinha Booty less preta e as respectivas meias, e o outro era branco, com sutiã, calcinha e meias, mas sem liga. Assim se passaram várias sextas-feiras em que eu brincava de ser uma garota sexy. Adorava me ver no espelho de pé que tinha no quarto. Fazia poses, me acariciava, etc. E lá pelas 12 da noite, tirava tudo porque sabia que ela nunca chegava antes da 1 da manhã.

Na noite que estou contando, e onde tudo começou, eu vesti o conjunto preto.

Como todas as sextas à noite, coloquei o conjunto e por cima um roupão de seda preta que também acho que era do conjunto, porque era meio transparente. Naquela época, eu usava cabelo comprido até os ombros, então fiz também um rabo de cavalo bem no alto. A verdade é que tava muito gostosa. Fiquei assim aquela noite. Como sempre, sabia que minha tia não voltava nunca antes da 1 da manhã. Mas naquela noite, não sei por que, me deitei na cama dela assim vestidinha pra ver televisão e APAGUEI!!!. De repente, sinto alguém falar meu nome – Damian… Damian… acorda…- Quando consigo abrir os olhos, não podia acreditar que via minha tia do meu lado. Na hora percebi que tava usando a roupa íntima dela, então pulei da cama, corri pro banheiro e comecei a chorar. Minha tia batia na porta do banheiro e pedia pra eu sair pra gente conversar. Dizia pra eu não me preocupar e que a gente ia falar sobre aquilo. Depois de um tempo, saí do banheiro pedindo desculpas pelo que ela tinha visto. Eu já tinha tirado a roupa e só estava com o roupão preto. Ela me abraçou, me beijou a Na frente, ele secou minhas lágrimas com a mão e me sentou na cama dele. Começamos a conversar sobre o assunto. Ele me perguntou há quanto tempo eu fazia aquilo e se eu gostava. Eu dizia que sim, que gostava, mas que não ia fazer mais. Ela continuava me perguntando se eu gostava de me vestir como mulher e o que eu sentia sexualmente. Se eu sentia atração por homens ou mulheres. Eu disse que gostava de mulheres, que era o que sentia naquele momento, mas que também tinha muita curiosidade de sentir o que uma mulher sente ao ficar com um homem. Isso por causa das revistas e filmes condicionados que eu pude ver naquela idade. Ela me perguntou se eu já tinha transado e eu disse que não. Então ela falou pra eu não me preocupar, que aquilo ficaria entre nós e que não contaria nada pros meus pais. Naquela noite, não consegui dormir nada de tanto nervoso.

Na sexta seguinte, tive que voltar na casa da minha tia, coisa que eu não queria porque não sabia como olhar na cara dela. Quando cheguei no apto dela, ela me recebeu como se nada tivesse acontecido. Comemos, sem falar do assunto, depois fiquei vendo TV na sala enquanto ela arrumava tudo na cozinha e depois cada um foi pro seu quarto dormir. Pouco depois, ouço ela me chamar e já no quarto dela, ela retomou o assunto. Ela me perguntou de novo se eu gostava de vestir roupa de mulher e eu disse que sim, que tinha começado como uma brincadeira, mas que me sentia muito confortável com as roupas dela. Então, qual não foi minha surpresa ao ouvir da boca dela se eu queria vestir de novo a lingerie que eu tava usando na sexta passada, que ela tinha gostado de me ver dormindo com aquela lingerie e que queria me ver bem pra ver como ficava em mim. Eu, sinceramente, não entendi nada. Pensei que a conversa ia virar uma bronca daquelas, mas não. Ela me ajudou e eu vesti tudo de novo, ela prendeu meu cabelo e fez um rabo de cavalo. Ela dizia que ficava muito lindo em mim e perguntava se eu me sentia confortável assim vestida. Eu dizia que sim e que tava morrendo de vergonha naquele momento. Ela também me perguntou se eu tinha algum nome. Quando eu era criança e usava aquelas roupas. Eu disse que sim, que imaginava uma garota chamada Laura. Então ela falou que ia me chamar de Laura. Pegou e me emprestou uma regata cinza e uma camisa branca dela, e me vestiu bem de mulher. Me maquiou, pintou meus lábios e me levou pra cozinha, fez uns cafés e a gente conversou por um bom tempo. Não lembro direito, mas o que eu lembro é que ela disse que não ligava pra como eu era e que com ela eu podia me sentir livre e ser quem eu quisesse, e que esse jogo ficaria entre nós duas. O que eu mais gostava era que ela falava comigo como se eu fosse uma mulher, uma amiga, porque tudo terminava com "a": "Se eu me sentia confortável", "que não me sentisse envergonhada", etc. Tudo terminava com "a". Comecei a relaxar, a me sentir realmente à vontade. Ela me perguntou há quanto tempo eu sentia esses gostos, se em casa também fazia isso, etc, etc. A gente teve uma conversa de amigas mesmo. Naquela noite, depois da conversa e de eu devolver as roupas, ela me emprestou uma calcinha e uma camisola e disse pra eu me sentir livre pra pedir quanta roupa quisesse vestir, e que aquela camisola e calcinha eram minhas pra dormir.

Na semana seguinte àquela sexta, fiquei contando as horas pra voltar pra casa da minha tia, porque desde aquele dia, eu me sentia melhor do que nunca. Passaram umas duas sextas em que ela saiu com as amigas e eu fiquei usando as roupas dela. A condição era que deixasse tudo como tinha encontrado e que sempre que quisesse, vestisse a camisola e a calcinha que ela tinha me dado pra dormir.

Embora aquela sexta tenha sido espetacular, o que aconteceu na sexta seguinte foi o que realmente mudou minha vida.

Naquela sexta, como nas anteriores, quando cheguei no apartamento dela, ela me recebeu com um "Oi, Laura" e me emprestou roupas dela. Acho que era uma minissaia jeans e uma camiseta branca. Fiz a bundinha e a gente começou a conversar. Dessa vez, a conversa foi mais direta pro lado sexual. Ela me perguntava se eu me masturbava, se via filmes ou revistas pornográficas. Eu respondi. Tudo com a verdade. E na conversa, ela me perguntou se eu já tinha visto uma mulher nua ao vivo e a cores, eu respondi que não, e ela disse que esse dia ia chegar uma hora. Na hora de comer, fui eu quem fez as perguntas. Perguntei sobre relações sexuais, se doeu na primeira vez, como é a sensação de ser penetrada, essas coisas. Ela respondeu tudo sem deixar nada de fora. Terminamos de comer tarde. Tomei banho, vesti minha camisola e fui pro meu quarto pensando em toda a conversa que tivemos. Pouco depois, ela me chamou no quarto dela. Me recebeu com o roupão preto dela e pediu pra eu vestir o conjunto preto de lingerie com ligas do outro dia, que ela tinha deixado preparado em cima da cama. Aceitei o pedido, fui ao banheiro e coloquei tudo. Ela pediu pra eu passar batom nos lábios, e eu fiz. Ao sair do banheiro, encontrei minha tia deitada na cama dela com um conjunto de lingerie branco lindo. Ela disse que eu tava muito gostosa e pediu pra eu deitar do lado dela, e perguntou se eu queria que ela me beijasse. As luzes estavam baixas e tinha uma vela acesa no criado-mudo. Ela começou a me beijar devagar e a acariciar meu cabelo, meu rosto, meu pescoço, minhas costas, tudo bem suave. Eu fazia o mesmo, mas era ela quem tomava a iniciativa de tudo. Eu tava nervoso, tenso, até que os minutos passaram e consegui relaxar. Ficamos de pé ao lado da cama e continuamos nos beijando. As carícias dela começaram a descer até minha bunda. Os beijos dela eram molhados, deliciosos, suaves. A língua dela brincava com a minha, e eu comecei a gemer de prazer. Ela pediu pra eu tirar o sutiã dela, e foi a primeira vez que eu tive peitos de mulher na minha frente. Ela pediu pra eu tocar neles, pra não ter medo, pra tocar devagar, pra sentir, pra notar como os mamilos ficavam duros. Ela perguntou se eu gostava de tocá-los, eu disse que sim. Ela pediu pra eu beijá-los, e eu respondi com muitos beijos nos peitos dela. Ela pediu e me ensinou a chupar os mamilos dela, que eu devia fazer devagar e chupando como se fosse um bebê. Eu não podia acreditar. O que tava rolando era um sonho, algo único. Eu tava extremamente excitado. A gente se ajoelhou na cama, um de frente pro outro. Ela me perguntou se tava tudo bem, se eu tava confortável. Eu respondia que sim. De frente um pro outro, ela pegou minha mão e começou a acariciar os próprios peitos. Eu sentia entre meus dedos os mamilos bem eretos, duros, a suavidade e a redondeza dos peitos dela. Ela continuou e levou minha mão até a calcinha dela, fazendo eu acariciar com a mão. Notei como tava molhada de tesão. Ela tirou meu sutiã e começou a beijar meus peitos como se fossem duas tetas de mulher. Brincava com a língua nos meus mamilos como se fossem lindos bicos, e eu continuava acariciando a calcinha dela. Ela se levantou, ficou na minha frente e pediu pra eu abaixar e tirar a calcinha dela. Peguei com as duas mãos e devagar fui abaixando, e logo tirei. Tava na minha frente uma mulher nua, com a buceta na altura do meu rosto. Ela pegou minha mão e levou direto pra buceta dela. Pediu pra eu acariciar devagar, sem pressa. Tava bem depilada, só com uma tirinha de pelo em cima dos lábios. Notei como aquela buceta começava a inchar e os lábios cada vez mais aparecendo. Tava bem molhada, e enquanto eu acariciava a buceta dela, ela se acariciava os peitos, o corpo, a raba dela. Pediu pra eu beijar a buceta dela e brincar com a língua. Eu topei e fiz o que dava, enquanto ela me orientava o que fazer: como beijar a buceta, como brincar com a língua. Passar a língua de uma ponta a outra da buceta, devagar separar os lábios e passar a língua por dentro da buceta. Eu ouvia os gemidos dela e as coisas lindas que ela falava, tipo: – Isso, meu amor, assim gostosa – Assim, Laurita, que delícia – Como você brinca com a minha buceta, isso, meu amor, assim-. Eu tava completamente alucinado.

Depois ela se deitou de barriga pra cima, abriu as pernas e pediu pra eu continuar brincando com a língua na buceta dela. Ela indicou o lugar exato onde eu tinha que concentrar com minha língua (no clitóris dela). Comecei a brincar com minha língua no clitóris dela e ela pediu pra eu colocar um dedo. Aí eu fiz. Ela sempre pedia pra eu fazer tudo com calma. Eu beijava, chupava, brincava com o clitóris dela enquanto masturbava ela com meu dedo até perceber que ela teve o primeiro orgasmo. Aí ela pediu pra eu deitar do lado dela e ela começou a me beijar de novo, desceu pelo meu peito e quando chegou na minha calcinha começou a beijar a calcinha. Enquanto me beijava, começou a soltar os botõezinhos do portaligas que seguravam as meias. Depois que soltou os quatro, começou a puxar minha calcinha pra baixo e tirou ela completamente, e prendeu de novo os botões do portaligas nas meias. Começou a beijar meus genitais. Meu pau tava duro. Ela começou a acariciar ele devagar e levou até a boca. Começou a fazer sexo oral em mim e em segundos não tava só chupando meu pau, mas também descia com a língua até minha bunda e brincava com a língua no meu cu. Isso me deixou louco. Depois que conseguiu lubrificar bem minha bunda com a língua, continuou chupando meu pau e brincando com um dos dedos no meu cu, até que aos poucos foi enfiando e conseguiu, suave e gostosamente, colocar ele inteiro. Foi assim que, enquanto me chupava o pau (que naquela idade não era lá muito grande), ela enfiava e tirava devagar o dedo no meu cu. Ficou assim por um tempo, e eu já não sabia quem era, o que tava fazendo nem quem tava comigo. A loucura era tanta e o prazer era tanto que eu já não lembrava meu nome.

Aí ela pediu pra eu virar e ficar de joelhos (de quatro) e foi aí que continuou mais um pouco brincando com a língua no meu cu e me masturbando com a mão. Depois se ajeitou atrás de mim e começou a encostar a buceta dela no meu cu e fazer movimentos que conseguiam esfregar a buceta dela na minha bunda. Foi então que, depois de um tempo, percebi que ela teve o segundo orgasmo. Nossos gemidos se misturavam. Os dois tavam gozando. Mas ela mais, eu acho, porque eu tava realmente Chocado com um momento desses. Assim que gozou, ela se deitou de barriga pra cima e pediu pra eu penetrar ela. Falei que não tinha um pau grande igual o de um homem mais velho que eu, mas ela disse que não importava, que queria que eu sentisse o que é penetrar uma mulher. Então fiz isso, me coloquei por cima dela, ela abriu as pernas e guiou com a mão meu pau pra dentro da buceta dela. Pediu pra eu ficar parado uns segundos e depois começar a me mexer. Como eu disse, meu pau não era muito grande, mas conseguiu entrar um pouco mais do que eu achava que dava. Assim que comecei a me mexer, ela fechou os olhos e começou a gemer de prazer. Ela falava umas coisas lindas. — Isso, Laura, me ama assim… — Isso, minha vida, me penetra assim… — Eu amava tudo aquilo e, enquanto penetrava ela, comecei a beijar e chupar os peitos e os bicos, e ela respondia com gemidos de muito prazer. Depois de um tempo penetrando ela, consegui — ou ela conseguiu — chegar ao terceiro orgasmo dela. Quando acabou o terceiro orgasmo, ela me deitou de novo de barriga pra cima e começou a chupar meu pau, tentando me fazer gozar, mas infelizmente, não sei se por nervosismo ou o quê, não consegui gozar naquela noite.

Vendo que eu não gozava, ela se deitou do meu lado e começou a me beijar, me acariciar e perguntar se eu tinha gostado da experiência. Eu não tinha palavras pra agradecer e explicar o que sentia. Fomos juntos pro banheiro, tomamos banho juntos, o que também me fascinou. Sentir ela ensaboando meu corpo, minha bunda, meu pau, tudo. Eu sentir o corpo dela nas minhas mãos cheias de sabão. Foi espetacular. Vestimos nossos camisões (sem calcinha dessa vez) e depois trocamos agradecimentos mútuos pelo que fizemos naquela noite, demos boa noite com beijo incluído, e dormimos juntas na cama dela.

Na manhã seguinte, me arrumei pro inglês e ela se despediu de mim até a próxima sexta.

Aquela semana eu fiquei em outro planeta. Ligava pra minha tia pra agradecer pelo que tinha acontecido. Ela dizia que aquilo ficava entre nós. nós duas e que ninguém podia ficar sabendo. Que era nosso segredo e que na próxima sexta-feira ela me esperava pra repetir.

Passaram várias sextas-feiras em que repetimos nossos encontros sexuais, acho que umas 3 ou 4 até que chegou a melhor sexta-feira da minha vida.

Naquela sexta, quando cheguei no apto dela, fui recebida com um beijo lindo, ela me emprestou roupa como sempre, mas naquela noite me fez vestir um vestidinho preto lindo e curtinho, e por baixo um conjunto de lingerie preta. Me emprestou uns saltos altos, me ensinou como pôde a andar de salto e me mostrou como eles levantavam minha bunda. Ela também vestiu um vestidinho lindo cor cru e me maquiou inteira. Lábios, olhos, bochechas... Tudo. Eu tava realmente gostosa e ela também. Parecia que íamos pra uma festa. Perguntei qual era a ocasião e ela disse pra esperar até depois do jantar. Preparou uma comida bem leve, com sobremesa incluída. Quando terminamos de comer, me levou pra sala e em cima da mesinha de centro tinha um pacote. Um presente pra mim, ela disse. Tava muito bem embalado. Me disse pra não abrir até que ela estivesse comigo. Preparou um café e sentou do meu lado. Me disse pra abrir o pacote. Quando abri, minha cara se transformou. Era como quem ganha uma bicicleta pela primeira vez, só que dentro do pacote tinha um consolo em formato de pênis de tamanho médio, um consolo de duas pontas e um lubrificante. Meu sorriso era de orelha a orelha. Minha felicidade transbordava. Ela disse: "Isso é pra gente usar juntas e não se preocupa que eu sei como fazer." A gente se perdeu num beijo, ela me pegou pela mão e me levou pro quarto. Tiramos os vestidos, os sapatos e ficamos as duas de lingerie. Começamos a nos beijar e nos acariciar. Deitamos, nos beijamos e aos poucos fomos tirando os sutiãs e as calcinhas. Ficamos as duas peladas. Ela pediu pra eu ficar por cima dela, mas ao contrário. Tipo, fazendo um 69. Pediu pra eu beijar e chupar a buceta dela enquanto ela fazia o mesmo com a minha. Buceta e cu. Eu chupava a buceta dela naquela noite e, de presente, ela também tava toda depilada. O clitóris dela tava bem durinho. Eu sentia a língua dela roçando meu cu e os dedos dela brincando também. Com a saliva dela, lubrificava minha buceta e então começou a enfiar um dedo, que depois de um tempo, sem sentir nenhuma dor, viraram dois e, depois, três. Ela sabia bem o que tava fazendo, porque a única coisa que eu sentia era prazer absoluto. Depois de um tempo, ela me disse que aquela noite era pra mim e que eu ia saber o que uma mulher sente ao ser penetrada. Ela me deitou de costas, abriu bem minhas pernas e pediu pra eu segurá-las pra cima com as mãos. Eu via que tava aberta pra receber algo lindo na minha buceta. Ela pegou o lubrificante, passou uma boa quantidade na mão, espalhou bem na minha buceta enquanto me dizia coisas muito gostosas. Pegou o consolo em forma de pau, colocou no meu cu e começou a brincar com ele. Mexia devagar pra ir penetrando minha buceta virgem. Eu via que, enquanto ela mexia o consolo tentando me penetrar, começava a se tocar com a outra mão e a se masturbar. Ela me perguntava a todo momento se eu sentia alguma dor e, se sim, pra avisar. A única coisa que eu queria era ter aquele pau artificial dentro de mim. Aos poucos, ela foi conseguindo enfiar o consolo na minha buceta, e eu ficava excitada tanto por sentir aquilo no meu cu quanto pelos gemidos de prazer dela enquanto se masturbava. Não vou mentir, sentia um pouco, mas bem pouca dor de vez em quando enquanto o consolo me penetrava, mas era mais prazer do que qualquer outra coisa. E, sem perceber, ouvi minha tia dizer que já tinha enfiado o consolo inteiro. Graças ao lubrificante, ela começou a meter e tirar. Sempre devagar e com carinho. Eu gemia de prazer, e ela adorava me ver e me ouvir. Ela perguntava se eu tava gostando e se queria que continuasse. Eu pedia pra ela, por favor, não parar. Até que ela, enquanto me penetrava com o consolo, se masturbava e chegou ao primeiro orgasmo dela. Sem parar, continuou. Penetrando em mim. Pego um pouco mais de lubrificante, ela passou na mão e começou a me masturbar. A sensação era muito gostosa. De um lado, sentia prazer no cu ao sentir aquele pau me penetrando e, do outro, sentia prazer no meu pau enquanto ela me masturbava. Sem tirar o consolo do meu cu, ela me fez virar e ficar de quatro. Continuou os movimentos de penetração na minha bunda e de masturbação no meu pau. Ela tirou o consolo devagar, mandou eu não me mexer e vi por cima do ombro ela passando lubrificante no consolo de duas pontas pra gente usar juntas. Primeiro ela enfiou em si mesma, ajoelhou atrás de mim e depois enfiou em mim bem devagar, aos poucos, até eu ter um pau no meu cu de novo. Aí sim, acho que foi o momento mais lindo da noite. Ver ela me dando amor por trás enquanto também era penetrada. Ela teve o segundo orgasmo ali. Eu, até então, nunca tinha gozado na vida, mas não tava nem aí, porque o que eu tava sentindo era algo que não dá pra explicar com palavras. Ela mudou de posição e, igual a mim, ficou de quatro, com as bundas uma de frente pra outra. Enfiou a ponta do consolo e começou a se mexer sozinha, fazendo com que só com nossos corpos a gente se penetrasse mutuamente. Aí eu ouvi o terceiro orgasmo dela. Ela tirou o consolo dos dois, deitou de barriga pra cima, enfiou uma das pontas do consolo duplo e pediu pra eu enfiar a outra ponta na boca e fazer de conta que tava chupando o pau de um homem. Eu fiz sem pensar e enfiei aquela ponta, já limpa, na minha boca e comecei a chupar como tinha visto em algum filme. Minha tia dizia: — Isso, meu amor, como você sabe chupar, assim… — Depois de um tempo chupando aquele consolo, ela pediu pra eu sentar em cima dele. Lubrifiquei bem meu cu e a ponta do consolo, me posicionei sobre minha tia e, enquanto ela segurava o consolo que tinha uma ponta dentro dela, eu encaixei meu cu na outra ponta e comecei, aos poucos, a conseguir. Meter ele. Por sorte e pela excitação que eu tava, não passaram nem dez segundos e já tinha o outro lado inteiro dentro de mim. Comecei a subir e descer, sentindo como aquele consolo entrava e saía da minha buceta. Minha tia, com uma mão segurava o consolo e com a outra acariciava meus peitos e enfiava os dedos na minha boca. Ela teve ali o quarto orgasmo dela. E eu nada… Aí minha tia perguntou se eu queria penetrar ela no cu com meu pau. Falei que SIIIIM!!!!! Ela ficou de quatro, lubrificou o cu dela e com a mão apoiou meu pau na bunda dela. Me disse pra ir devagar, conseguindo penetrar ela até que finalmente meti. Ela pedia pra eu comer ela – assim, Laura, me come –, – assim… faz minha buceta – Depois de um tempo comendo ela pelo cu, pedi por favor pra ela me fazer gozar. Queria sentir aquilo que tanto ouvi falar, que era como tocar o céu com as mãos. Então ela me deitou de barriga pra cima, me penetrou com o outro consolo e começou a me masturbar mais rápido que o normal. Comecei a sentir coisas que nunca tinha sentido. Minha tia falava – assim, Laura, goza, tem teu primeiro orgasmo –, – vai, minha vida, goza comigo, vamos gozar juntas –, – vai, meu amor, goza – e eu respondia – sim, sim, me come mais, por favor, que eu tô gozando – e por sorte e graças à minha tia, tive meu primeiro orgasmo. Naquela noite, a gente passou quase quatro horas transando. Quando terminamos e descansamos um pouco, fomos tomar banho e minha tia confessou que nunca tinha ficado com uma mulher, mas depois daquilo ia pensar seriamente, e que nunca antes tinha ficado tão excitada e gozado tanto quanto comigo. Eu não tinha palavras pra agradecer por aquela noite. O vestido, o jantar, o presente, a paixão…

Depois daquela noite, se repetiram várias, muitas, muitíssimas vezes. Quase 3 anos. No último ano, talvez não tão seguido, porque minha tia começou a sair com quem hoje é o marido dela.

Mas compartilhamos muitas coisas, eu e minha tia. Até saímos juntas no carro, eu vestida com roupa dela, e o pessoal nos cantava AS DUAS!!!!!

Já passou. Já faz um tempão isso. Adorei compartilhar com vocês. Tem muitos detalhes e histórias pra contar, mas acho que isso já foi o suficiente.
Hoje moro em Santa Fe, capital, e de vez em quando visto uma lingerie e brinco com meu vibrador. Com minha tia, a gente se vê toda vez que vou pra Buenos Aires e sempre lembramos da nossa aventura. Com muito amor.

Depois de tanto tempo e de experiências ruins que tive, tô procurando alguma mulher que curta troca de papéis e que só queira brincar comigo. Sexualmente, tudo que sei devo à minha tia.

9 comentários - soy cross y mi tia me garcha (relato)

miryyam +1
me encanto tu historio, x lo q decis c la pasaron super, t dejo algunos puntos
Riquisimo relato, se me puso bastante dura.
Que experiencia.., salud a tu tía!
+10
fina74 -1
Que maricon que sos.Yo que tu tia te metia un pepino bien grande en el culo y no podrias sentarte en un mes !! trolazo !!
Hermosamente contado. Una experiencia contada muy bien y llena de ternura.