Antes de começar, quero agradecer as mensagens privadas comentando o post anterior e contando coisas, com sugestões e mais. Valeu. Beleza, agora vamos começar assim a gente pode gozar, kkkk. É continuação do primeiro post.
Passaram umas duas semanas da experiência já contada, quando voltamos a visitar a parentada. Vou contar que meus tios moravam a metros da casa da minha avó, até tinha um corredor de comunicação interno que ligava os quintais das casas, então a gente passava de uma casa pra outra sem sair na rua.
Nessa ocasião, tinha um auê por causa de um problema de família, todo mundo foi pra casa da minha avó, e eu perguntei pelo meu primo.
EU: — Por que ele não veio?
MINHA TIA: — Ele tá tomando banho, se quiser vai lá e assiste TV pra não ficar entediado, avisa ele que você tá aqui.
Que tia gostosa, hein, kkk, era exatamente o que eu queria, não ficar entediado. Entrei pelo quintal e olhei o galpão, lembrando daqueles jatos de porra e comecei a ficar com tesão. Entrei pela porta dos fundos, bem ao lado do banheiro.
— Quem é? — perguntou meu primo.
— Sou eu, Nico. A tia Leo falou pra eu vir porque juntaram todo mundo pra conversar e eu tava entediado, mas aqui tá tudo escuro, não vejo nada (e eu queria ver).
— Acende a luz — ele disse.
— Não vejo. Posso abrir um pouco pra iluminar aqui? Tô sozinho.
— Claro, abre essa e fecha a do quintal. Se quiser, fica aí, eu já saio.
Ele correu a cortina do banheiro quando eu abri a porta, deixando ver aquele pedaço de carne pendurado.
— Fechou? — perguntou.
— Já vou — falei e demorei uns 10 segundos, mas quando voltei, o pau dele já não tava dormindo, tava meia bomba.
— Sabe que eu fiquei pensando naquilo do outro dia? Que loucura, não consegui chegar tão longe de novo.
— Do galpão, cê tá falando? — falei como se não lembrasse.
— É, burrão, não vê como eu fico só de lembrar? — disse enquanto pegava no pau já duro, vermelho, cabeçudo (hmm, lembro e sobe pra mim também).
— E eu com isso? — falei, ficando vermelho.
— Sei lá, mano, mas nunca me aconteceu isso. Espera aí que eu saio.
Eu tinha ficado na porta, de lado, abraçando o batente, porque pra mim também tinha subido. Parei e quis disfarçar, lembrem que eu ainda tava me desenvolvendo, e tinha um certo pudor. Minha pica já tava dura pra caralho ao ver ele se secando, fiquei mais excitado e temi que ele visse minha ereção, então quando ele terminou de se secar (esperei até o último momento pra não parar de olhar ele pelado), com a porra da pica sempre dura e me encarando, me virei e fui pra sala.
"Liga a TV, isso aqui tá muito silencioso", ele disse.
"Ok, acendo a luz?"
"Não, deixa, já vou. Senta no sofá grande."
Ele veio pra sala com a camiseta no ombro, mostrando o torso nu, musculoso, peludo, viril. O short meio baixo e a cabeça do pau pra fora, vermelha e pelada. "Olha, mano, não desce", ele disse, parando na minha frente, e eu já tava a mil. "Bate uma como no outro dia", eu falei, "da outra vez você tava assim e depois desceu."
"Mas se eu bater sozinho não desce. Outro dia pensando em você e no que rolou no galpão, fiquei assim um tempão e não conseguia gozar. Imagina se minha mãe chega agora e me vê assim. Me ajuda, vai", e sentou do meu lado, me abraçou e disse: "Como você me excita, primo." Pegou minha mão e levou até a pica dele, e começou a se esfregar com minha mão nos ovos: grandes, enormes, quentes e cheios de leite. Ele molhava a cabeça de vez em quando e batia uma, aí largou minha mão no pau dele e falou: "Bate pra mim que eu quero te acariciar", e começou a acariciar minha perna em direção à barriga, mas quando passou pelo meu volume, notou que tava tão duro quanto o dele e disse: "Você também gosta", e pegou minha cara e me beijou. Eu não entendia direito, mas tava a mil, e ele só beijando e batendo punheta, lambeu meu pescoço, beijou meus lábios com língua e tudo, levantou minha camiseta e chupou meu peito inteiro igual um louco, tava cada vez mais ofegante. "Levanta", ele disse quase como uma ordem, e começou a bater punheta com minha mão. Gozou na hora, e vocês não vão acreditar, mas não sei de onde tirava tanto leite. Dessa vez, quando já ia cuspir, ele colocou minha mão na frente da pica enorme dele, tampando a cabeça, mas como segurar tanta porra com uma mão? Ele gozou tipo Na outra vez, senti na minha mão 7 jatos bem fortes e dois mais suaves, umas contrações a mais que não sei se gozei ou não, porque minha mão tava escorrendo porra. Ele me abraçou quase chorando e me beijou de novo, quando a gente se separou, viu a poça de porra e meu pau durasso, "agora bate uma pra você"; "Não, não", falei com vergonha, porque ainda não tinha acabado, ou seja, não tava saindo gozo ainda, ele sabia disso. "Vem cá, bobo", ele pegou minha rola e me masturbou, babou na mão, molhou a cabeça do meu pau e me beijou. Nem preciso dizer que cheguei ao orgasmo em segundos, mas pra minha surpresa, enquanto eu falava "já, já, para porque tô sentindo aquele formigamento pré-gozo", ele continuou e eu tive minha primeira gozada, e na mão do meu primo! Nico, ao sentir o jato de porra na mão dele, parou de me beijar e olhou sorrindo e falou: "Não era que você não gozava, olha, eu também tirei seu leite."
Eu não aguentava mais, me joguei no sofá, ele cuidou de limpar a poça de porra do chão e minha mão, se lavou e me chamou pro banheiro, lavou meu pau e as mãos, e falou: "Você nunca vai esquecer da sua primeira gozada, curtiu, né?" Que razão ele tinha, já passaram mais de 20 anos e eu lembro: uma mão cheia de porra do meu primo, a boca dele na minha e meu primeiro jato de porra em cima do Nico, meu primo favorito.
😳 Certeza que vocês tão lembrando da primeira vez que gozaram, não sei se todo mundo sente igual, mas quando eu lembro, meu pau fica duro de novo. 🤤
Essa não foi a última vez com o Nico 🙎♂️, então logo mais continuo. Se gostaram, comentem 😃 e me deem uns pontinhos, quero ser NFU. BEIJOS E BOAS PUNHETAS PRA TODO MUNDO 🤤
Passaram umas duas semanas da experiência já contada, quando voltamos a visitar a parentada. Vou contar que meus tios moravam a metros da casa da minha avó, até tinha um corredor de comunicação interno que ligava os quintais das casas, então a gente passava de uma casa pra outra sem sair na rua.
Nessa ocasião, tinha um auê por causa de um problema de família, todo mundo foi pra casa da minha avó, e eu perguntei pelo meu primo.
EU: — Por que ele não veio?
MINHA TIA: — Ele tá tomando banho, se quiser vai lá e assiste TV pra não ficar entediado, avisa ele que você tá aqui.
Que tia gostosa, hein, kkk, era exatamente o que eu queria, não ficar entediado. Entrei pelo quintal e olhei o galpão, lembrando daqueles jatos de porra e comecei a ficar com tesão. Entrei pela porta dos fundos, bem ao lado do banheiro.
— Quem é? — perguntou meu primo.
— Sou eu, Nico. A tia Leo falou pra eu vir porque juntaram todo mundo pra conversar e eu tava entediado, mas aqui tá tudo escuro, não vejo nada (e eu queria ver).
— Acende a luz — ele disse.
— Não vejo. Posso abrir um pouco pra iluminar aqui? Tô sozinho.
— Claro, abre essa e fecha a do quintal. Se quiser, fica aí, eu já saio.
Ele correu a cortina do banheiro quando eu abri a porta, deixando ver aquele pedaço de carne pendurado.
— Fechou? — perguntou.
— Já vou — falei e demorei uns 10 segundos, mas quando voltei, o pau dele já não tava dormindo, tava meia bomba.
— Sabe que eu fiquei pensando naquilo do outro dia? Que loucura, não consegui chegar tão longe de novo.
— Do galpão, cê tá falando? — falei como se não lembrasse.
— É, burrão, não vê como eu fico só de lembrar? — disse enquanto pegava no pau já duro, vermelho, cabeçudo (hmm, lembro e sobe pra mim também).
— E eu com isso? — falei, ficando vermelho.
— Sei lá, mano, mas nunca me aconteceu isso. Espera aí que eu saio.
Eu tinha ficado na porta, de lado, abraçando o batente, porque pra mim também tinha subido. Parei e quis disfarçar, lembrem que eu ainda tava me desenvolvendo, e tinha um certo pudor. Minha pica já tava dura pra caralho ao ver ele se secando, fiquei mais excitado e temi que ele visse minha ereção, então quando ele terminou de se secar (esperei até o último momento pra não parar de olhar ele pelado), com a porra da pica sempre dura e me encarando, me virei e fui pra sala.
"Liga a TV, isso aqui tá muito silencioso", ele disse.
"Ok, acendo a luz?"
"Não, deixa, já vou. Senta no sofá grande."
Ele veio pra sala com a camiseta no ombro, mostrando o torso nu, musculoso, peludo, viril. O short meio baixo e a cabeça do pau pra fora, vermelha e pelada. "Olha, mano, não desce", ele disse, parando na minha frente, e eu já tava a mil. "Bate uma como no outro dia", eu falei, "da outra vez você tava assim e depois desceu."
"Mas se eu bater sozinho não desce. Outro dia pensando em você e no que rolou no galpão, fiquei assim um tempão e não conseguia gozar. Imagina se minha mãe chega agora e me vê assim. Me ajuda, vai", e sentou do meu lado, me abraçou e disse: "Como você me excita, primo." Pegou minha mão e levou até a pica dele, e começou a se esfregar com minha mão nos ovos: grandes, enormes, quentes e cheios de leite. Ele molhava a cabeça de vez em quando e batia uma, aí largou minha mão no pau dele e falou: "Bate pra mim que eu quero te acariciar", e começou a acariciar minha perna em direção à barriga, mas quando passou pelo meu volume, notou que tava tão duro quanto o dele e disse: "Você também gosta", e pegou minha cara e me beijou. Eu não entendia direito, mas tava a mil, e ele só beijando e batendo punheta, lambeu meu pescoço, beijou meus lábios com língua e tudo, levantou minha camiseta e chupou meu peito inteiro igual um louco, tava cada vez mais ofegante. "Levanta", ele disse quase como uma ordem, e começou a bater punheta com minha mão. Gozou na hora, e vocês não vão acreditar, mas não sei de onde tirava tanto leite. Dessa vez, quando já ia cuspir, ele colocou minha mão na frente da pica enorme dele, tampando a cabeça, mas como segurar tanta porra com uma mão? Ele gozou tipo Na outra vez, senti na minha mão 7 jatos bem fortes e dois mais suaves, umas contrações a mais que não sei se gozei ou não, porque minha mão tava escorrendo porra. Ele me abraçou quase chorando e me beijou de novo, quando a gente se separou, viu a poça de porra e meu pau durasso, "agora bate uma pra você"; "Não, não", falei com vergonha, porque ainda não tinha acabado, ou seja, não tava saindo gozo ainda, ele sabia disso. "Vem cá, bobo", ele pegou minha rola e me masturbou, babou na mão, molhou a cabeça do meu pau e me beijou. Nem preciso dizer que cheguei ao orgasmo em segundos, mas pra minha surpresa, enquanto eu falava "já, já, para porque tô sentindo aquele formigamento pré-gozo", ele continuou e eu tive minha primeira gozada, e na mão do meu primo! Nico, ao sentir o jato de porra na mão dele, parou de me beijar e olhou sorrindo e falou: "Não era que você não gozava, olha, eu também tirei seu leite."
Eu não aguentava mais, me joguei no sofá, ele cuidou de limpar a poça de porra do chão e minha mão, se lavou e me chamou pro banheiro, lavou meu pau e as mãos, e falou: "Você nunca vai esquecer da sua primeira gozada, curtiu, né?" Que razão ele tinha, já passaram mais de 20 anos e eu lembro: uma mão cheia de porra do meu primo, a boca dele na minha e meu primeiro jato de porra em cima do Nico, meu primo favorito.
😳 Certeza que vocês tão lembrando da primeira vez que gozaram, não sei se todo mundo sente igual, mas quando eu lembro, meu pau fica duro de novo. 🤤
Essa não foi a última vez com o Nico 🙎♂️, então logo mais continuo. Se gostaram, comentem 😃 e me deem uns pontinhos, quero ser NFU. BEIJOS E BOAS PUNHETAS PRA TODO MUNDO 🤤
8 comentários - Encuentro con el primo2
Ahora vuelvo... voy al baño....
Que la disfrutes silver_blue 😛 😛 😛