Contato direto com um guarda-florestal
Quando Antonio chegou à reserva natural de Paracas, que é um patrimônio ecológico muito importante no Peru, a primeira coisa que viu foi um guarda-florestal com o uniforme que os caracteriza. Embora sua concentração estivesse focada no trabalho, não conseguiu evitar de reparar naquele guarda tão chamativo. O que mais prendeu sua atenção foi o volume grande que se notava dentro da calça dele. Seu olhar ficou fixo nisso até que alguém o tirou do devaneio. Era o guarda-florestal, que estava informando sobre o "tour" oferecido. Antonio se identificou como estudante e explicou sobre as pesquisas que iria realizar. Não era necessário fazer o passeio turístico-informativo oferecido. Ele se dirigiu aos escritórios principais da reserva, que ficavam relativamente perto. Informaram que, por ele não conhecer a área, era necessário a companhia de algum guarda-florestal. O administrador disse que um guarda o esperava no início do percurso. Antonio agradeceu a ajuda e seguiu para sua missão.
Caminhou por alguns minutos até chegar ao início do percurso. Lá, o esperava um guarda-florestal que, para sua surpresa, era o mesmo que tinha aquele pacotão que tanto lhe agradou. Cumprimentou-o novamente, e os dois partiram para explorar as áreas. Antonio ia tirando algumas fotos enquanto conversava com seu acompanhante. Depois de um tempo de caminhada, os dois estavam um pouco ofegantes pelo esforço físico. Estavam numa área bem arborizada, então decidiram descansar debaixo de uma árvore.
Sem nenhum pudor, o guarda-florestal puxou o pau pra fora e começou a mijar de pé ao lado de Antonio. Que fez o mesmo, já que também tava apertado pra urinar. Não conseguiu evitar de olhar pra ferramenta que o guarda carregava — mesmo mole, era uma beleza. Antonio ficou duro na hora, sem conseguir disfarçar, e o guarda percebeu. Ele fez um comentário sobre o tamanho do pau de Antonio, que sorriu e disse: que ele não ficava pra trás. Os dois terminaram de mijar e os paus estavam bem duros. O guarda-florestal começou a bater uma na frente do Antonio, dizendo que tava há dias sem gozar. Fazia movimentos frenéticos no próprio pau. Isso deixou Antonio muito excitado e fez ele começar a se masturbar junto com o guarda-florestal.
Antonio não conseguia tirar os olhos daquele pau que deslizava entre as mãos do guarda-florestal. Era uma sensação nova pra ele se masturbar na frente de outro homem. O acompanhante de Antonio parou o movimento no próprio pau e perguntou se ele tava gostando. Antonio não conseguiu evitar e pegou com as mãos o pau do guarda-florestal. Tava bem molhado e com um cheiro bem forte. Quase na mesma hora, Antonio se ajoelhou e enfiou na boca aquele pau que queimava de tesão. Chupou tanto, como se a vida dele dependesse disso. O guarda-florestal tava muito excitado e empurrava a cabeça de Antonio contra o pau dele até os lábios baterem nos pelos pubianos. O movimento só parou quando o guarda-florestal sentiu que ia gozar. Ele arrancou de Antonio aquele pau que tava alojado no fundo da garganta dele.
As roupas começaram a voar rapidamente até deixar o guarda-florestal pelado. Antonio fez o mesmo com as suas, e os dois ficaram com os paus de fora no meio do mato. Deitaram-se sobre as roupas, e o guarda-florestal pegou no pau de Antonio pra fazer um boquete delicioso que fazia Antonio tremer. A língua do guarda-florestal percorria todo o pau de Antonio, assim como as bolas dele, que já estavam bem molhadas de saliva.
A viagem continuou até que o guarda-florestal encontrou seu alvo, a bunda do Antônio. A língua dele se enfiou naquele buraco rosado que se fechava a cada investida. Os dois estavam no auge da excitação. O cu do Antônio começou a ser dilatado pelos dedos grossos do guarda, que não perdeu tempo e rapidamente enfiou dois dedos dentro dele. Os gemidos apareciam a cada vez que esses dedos penetravam o interior do Antônio. Esses dedos foram tirados do buraco para dar lugar a algo maior e mais grosso.
A ponta do pau começou a entrar naquele buraquinho rosado que pedia pra ser fodido. Não demorou nada, em segundos aquele pau já tinha enfiado até a metade. Os olhos de Antonio estavam virados, misturando dor e prazer com aquilo tudo. Antonio sentiu que tava sendo partido no meio quando percebeu que o pau inteiro já tava alojado dentro dele. Teve uns segundos de silêncio até que o movimento do guarda florestal aumentou, fazendo Antonio gemer pedindo mais e mais. A excitação dos dois tava prestes a explodir. Antonio sentia algo quente se espalhando cada vez mais dentro dele. Isso provocou um orgasmo forte que apertou o pau do guarda florestal com força, fazendo ele gozar junto. Gemidos ecoavam enquanto o leite era depositado dentro de Antonio, queimando tudo pelo caminho. Uma sensação de satisfação estampava os rostos dos dois.
Eles se deitaram juntos em silêncio, só se ouvia a respiração dos dois. Depois de alguns minutos, quando tudo voltou ao "normal", vestiram suas roupas e, bem satisfeitos, foram até a entrada da reserva. A pesquisa que o Antônio estava fazendo não pôde ser concluída naquele dia, porque o momento intenso de tesão não tinha deixado. Então, decidiram continuar o passeio daqui a alguns dias.Fonte e Autor: DavidOutras Histórias:
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4 comentários - Relato Gay 12 (Contato direto com um guarda-florestal)
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