Oi, como vocês estão? Bom, como prometi, vou contar minha segunda vez com um cara.
Depois da minha primeira vez, que foi no dia em que a Argentina jogou contra a Nigéria, coisas estranhas aconteceram comigo. Eu sentia vontade de fazer de novo com um cara, mas não sabia com quem. Tinha medo de ser descoberto pelos meus colegas de trabalho, e isso me deixava louco.
A segunda vez veio por meio do meu amigo, um cara muito gente fina com quem eu compartilho rolês, futebol e dias de pescaria longe das nossas namoradas — que, claro, exceto pelos rolês, zero atração. Foi numa pescaria que aconteceu minha segunda vez.
Saímos às quatro da madrugada para Entre Rios, para chegar cedo e passar dois dias naquele fim de semana prolongado. Ele dormiu na minha casa, e na hora marcada partimos. Eu dirigia, e ele cevava uns mates como ninguém. A gente falava merda, dava muita risada... enfim, dois amigos de alma. Até que, inevitavelmente, o assunto sexo surgiu.
Ele me contava que uma amiga do trabalho o deixava louco, que não encontravam o momento, que ela era gostosa, que ele tinha medo da namorada descobrir e dar merda. A namorada é muito bonita, mas muito ciumenta. Eu sempre dizia pra ele — meu amigo ou era bonito demais ou tinha uma rola muito grande! — e ela ria pra caralho. Pra falar a verdade, ele é um cara bonito: altura normal, pernas boas, bunda boa, cabelo preto, olhos castanhos e uns lábios bem bonitos. O tamanho da arma dele, até aquele momento, eu não conhecia. Só nos víamos de cueca, e dava pra ver alguma coisa, mas sempre mole — e isso mesmo a gente dormindo na casa um do outro.
Aí me deu vontade de dizer: "Bom, se ela tem ciúmes de uma gatinha, então fode com um cara, seu burro!" Ele me encarou firme, e eu temi o pior. Foram segundos intermináveis, até que ele começou a rir pra caralho. "Viado do caralho!", ele disse. "Se você contar, eu conto!" O clima tava propício, então contei quando e como tinha transado com um cara. Ele perguntou se era verdade, como tinha sido, o que a gente fez e tal. Contei tudo — no fim, já tava no forno mesmo.
"Agora é sua vez, guacho!", eu disse. "Se comigo aconteceu algo parecido no clube, na semana... Na última vez, fui tomar banho e estava sozinho, todo mundo já tinha ido embora, menos Lucas, o cara da administração que tinha que fechar o local. Enquanto eu estava me despindo, ele apareceu e me disse para ficar tranquilo porque já tinha fechado e não tinha mais ninguém além de nós, e que ele também ia tomar banho para ganhar tempo. (Lucas é um cara de 28 anos, magro, muito organizado, com aparência atlética, de trato gentil, e a gente suspeitava que ele curtia caras — digo curtia porque já pegamos ele nos olhando algumas vezes.) Ele se despiu e entrou no boxe ao lado do meu. Enquanto a água caía, ele ficava falando qualquer coisa. Saímos quase ao mesmo tempo, começamos a nos secar e, em um momento, ele me pediu para secar as costas dele porque tinha um machucado no braço que impedia de passar a toalha. Não pude evitar de olhar a bunda dele, lisinha, branca e dura, como ele mesmo contava, enquanto ele pedia para eu secar bem na cintura. Não consegui evitar uma ereção fodida e, num descuido, rocei as nádegas dele. Ele se virou e eu, morrendo de vergonha, só consegui sorrir. "Não se preocupa", e em um segundo ele agarrou meu pau, se ajoelhou e começou a chupar — pau, bolas e até meu cu! "Dá pra acreditar?", ele disse!
Desnecessário dizer que, na altura dessa confissão, meu pau estava duro e doía de tão ereto que estava. Perguntei como ele tinha se sentido e ele disse que foi bom e que não se importaria de fazer de novo. Na brincadeira, soltei: "Filho da puta, tanto tempo que a gente se conhece e nem conhecemos nossos paus duros!" "Verdade, né?", ele respondeu. "Olha como o meu tá duro!" Ele esticou a mão esquerda e abaixou meu zíper enquanto dirigia em total estado de êxtase, tirou meu pau e acariciou com suavidade. Com a outra mão, soltou o animal dele — tem um bom tamanho, cabeçudo e venoso. "Você topa?", ele perguntou. "Vamos parar aqui ou procurar um lugar e fazer algo logo? Temos espaço na van da empresa, de noite quem vai nos ver?"
Foi o que fizemos. Nos despimos em um segundo, nos beijamos loucamente, chupamos nossos peitos, paus e cus. Chupo o pau dele com uma... cheiro de macho no cio, ele também, lambi seu cu, ele o meu, ficamos um tempo assim e foi inevitável gozar, para minha surpresa ele engoliu tudo, eu um pouco, não sei se porque era muito ou pelo reflexo de tirar da boca, nos lavamos, nos vestimos e fomos a um posto de gasolina para tomar banho, prontos para chegar ao local de pesca, passamos dois dias de filme de churrasco, cerveja, pesca e sexo, chupadas, beijos, 69 e engolindo muita porra, desde então fazemos sempre que podemos, ele me pede para penetrá-lo mas eu digo que ainda preciso pensar um pouco mais. Até a próxima, amigos!
Depois da minha primeira vez, que foi no dia em que a Argentina jogou contra a Nigéria, coisas estranhas aconteceram comigo. Eu sentia vontade de fazer de novo com um cara, mas não sabia com quem. Tinha medo de ser descoberto pelos meus colegas de trabalho, e isso me deixava louco.
A segunda vez veio por meio do meu amigo, um cara muito gente fina com quem eu compartilho rolês, futebol e dias de pescaria longe das nossas namoradas — que, claro, exceto pelos rolês, zero atração. Foi numa pescaria que aconteceu minha segunda vez.
Saímos às quatro da madrugada para Entre Rios, para chegar cedo e passar dois dias naquele fim de semana prolongado. Ele dormiu na minha casa, e na hora marcada partimos. Eu dirigia, e ele cevava uns mates como ninguém. A gente falava merda, dava muita risada... enfim, dois amigos de alma. Até que, inevitavelmente, o assunto sexo surgiu.
Ele me contava que uma amiga do trabalho o deixava louco, que não encontravam o momento, que ela era gostosa, que ele tinha medo da namorada descobrir e dar merda. A namorada é muito bonita, mas muito ciumenta. Eu sempre dizia pra ele — meu amigo ou era bonito demais ou tinha uma rola muito grande! — e ela ria pra caralho. Pra falar a verdade, ele é um cara bonito: altura normal, pernas boas, bunda boa, cabelo preto, olhos castanhos e uns lábios bem bonitos. O tamanho da arma dele, até aquele momento, eu não conhecia. Só nos víamos de cueca, e dava pra ver alguma coisa, mas sempre mole — e isso mesmo a gente dormindo na casa um do outro.
Aí me deu vontade de dizer: "Bom, se ela tem ciúmes de uma gatinha, então fode com um cara, seu burro!" Ele me encarou firme, e eu temi o pior. Foram segundos intermináveis, até que ele começou a rir pra caralho. "Viado do caralho!", ele disse. "Se você contar, eu conto!" O clima tava propício, então contei quando e como tinha transado com um cara. Ele perguntou se era verdade, como tinha sido, o que a gente fez e tal. Contei tudo — no fim, já tava no forno mesmo.
"Agora é sua vez, guacho!", eu disse. "Se comigo aconteceu algo parecido no clube, na semana... Na última vez, fui tomar banho e estava sozinho, todo mundo já tinha ido embora, menos Lucas, o cara da administração que tinha que fechar o local. Enquanto eu estava me despindo, ele apareceu e me disse para ficar tranquilo porque já tinha fechado e não tinha mais ninguém além de nós, e que ele também ia tomar banho para ganhar tempo. (Lucas é um cara de 28 anos, magro, muito organizado, com aparência atlética, de trato gentil, e a gente suspeitava que ele curtia caras — digo curtia porque já pegamos ele nos olhando algumas vezes.) Ele se despiu e entrou no boxe ao lado do meu. Enquanto a água caía, ele ficava falando qualquer coisa. Saímos quase ao mesmo tempo, começamos a nos secar e, em um momento, ele me pediu para secar as costas dele porque tinha um machucado no braço que impedia de passar a toalha. Não pude evitar de olhar a bunda dele, lisinha, branca e dura, como ele mesmo contava, enquanto ele pedia para eu secar bem na cintura. Não consegui evitar uma ereção fodida e, num descuido, rocei as nádegas dele. Ele se virou e eu, morrendo de vergonha, só consegui sorrir. "Não se preocupa", e em um segundo ele agarrou meu pau, se ajoelhou e começou a chupar — pau, bolas e até meu cu! "Dá pra acreditar?", ele disse!
Desnecessário dizer que, na altura dessa confissão, meu pau estava duro e doía de tão ereto que estava. Perguntei como ele tinha se sentido e ele disse que foi bom e que não se importaria de fazer de novo. Na brincadeira, soltei: "Filho da puta, tanto tempo que a gente se conhece e nem conhecemos nossos paus duros!" "Verdade, né?", ele respondeu. "Olha como o meu tá duro!" Ele esticou a mão esquerda e abaixou meu zíper enquanto dirigia em total estado de êxtase, tirou meu pau e acariciou com suavidade. Com a outra mão, soltou o animal dele — tem um bom tamanho, cabeçudo e venoso. "Você topa?", ele perguntou. "Vamos parar aqui ou procurar um lugar e fazer algo logo? Temos espaço na van da empresa, de noite quem vai nos ver?"
Foi o que fizemos. Nos despimos em um segundo, nos beijamos loucamente, chupamos nossos peitos, paus e cus. Chupo o pau dele com uma... cheiro de macho no cio, ele também, lambi seu cu, ele o meu, ficamos um tempo assim e foi inevitável gozar, para minha surpresa ele engoliu tudo, eu um pouco, não sei se porque era muito ou pelo reflexo de tirar da boca, nos lavamos, nos vestimos e fomos a um posto de gasolina para tomar banho, prontos para chegar ao local de pesca, passamos dois dias de filme de churrasco, cerveja, pesca e sexo, chupadas, beijos, 69 e engolindo muita porra, desde então fazemos sempre que podemos, ele me pede para penetrá-lo mas eu digo que ainda preciso pensar um pouco mais. Até a próxima, amigos!
14 comentários - mi segunda vez,ahora con mi amigo.
Por que la envidia... siempre hay alguien que te puede iniciar.....