Relato Gay 10 (No rio com um peão)

No rio com um peão


Tava dando um passeio a pé pela fazenda que tinha acabado de comprar, já era meio-dia e o sol tava bem quente. Quando cheguei na beira de um riacho pequeno, por causa do calorão que tava fazendo, me deu vontade de tomar um banho, ou pelo menos entrar numa poça que tinha nesse riacho.Relato Gay 10 (No rio com um peão)Como eu sabia que não tinha mais ninguém por perto, tirei toda a roupa e, completamente pelado, entrei na água. Fiquei um bom tempo curtindo o banho refrescante, deitado de bruços, até que, de repente, quando levantei a vista, me deparei com um cara parado na minha frente, que parecia ser um peão.

Ele nem se mexeu, enquanto eu fiquei bem envergonhado por estar completamente nu na frente daquele desconhecido. Depois de um breve cumprimento, ele disse que se chamava Eduardo e que trabalhava numa das fazendas vizinhas, e que, pra ir pra casa, cortava caminho por ali. Enquanto isso, eu continuava deitado de peito, e comecei a falar que era o novo dono daquela fazenda, quando percebi o jeito peculiar que ele ficou olhando pra minha bunda.

Nunca na minha vida tinha me sentido assim, meio sem graça e ainda mais envergonhado, por outro homem me ver pelado, principalmente porque parecia que minhas nádegas chamavam a atenção dele. Além disso, pensando bem, era a primeira vez que isso acontecia comigo. E senti uma coisa muito estranha, digo estranha porque senti que meu pau tinha ficado duro. Eu encarei aquilo como normal, pensando que talvez fosse por causa da situação meio safada em que eu me encontrava.

Com a ideia de mudar de assunto, ou melhor, de pensar em outra coisa, me ocorreu perguntar se ele conhecia alguém que estivesse procurando trabalho, pra dizer que eu estava prestes a contratar uma pessoa pra cuidar dos serviços na fazenda. Eduardo, sem tirar os olhos da minha bunda, me disse: "Bom, chefe, pode ser que o senhor não precise procurar mais. Eu posso cuidar da fazenda, só precisa me dizer quanto paga e o que tenho que fazer."

Eu não esperava que ele dissesse isso, então falei que a gente podia se ver mais tarde na casa da fazenda e sentar pra conversar sobre o que eu precisava. Sem parar de olhar pra minha bunda, ele deu uns passos ladeira abaixo, de onde eu estava deitado em a água, e sem vergonha nenhuma ele puxou a rola pra fora pra mijar. Não sei o que deu em mim, fiquei olhando fixo pra rola dele, enquanto resolvia sair da água.
HistoriaVi mesmo, depois que ela terminou de mijar, ela começou a sacudir ele, mas de repente a mão dela começou a subir e descer por todo o tronco da pica dela, que em questão de segundos já tava evidente que tinha ficado completamente ereta e dura. Eu, fazendo um puta esforço, tirei os olhos da pica dela e, virando de costas, me inclinei um pouco pra pegar minha roupa do chão e vestir, quando senti as mãos dela me segurarem pela cintura, e aquela coisa quente e dura encaixada bem na fresta da minha bunda.

Na minha vida, nenhum homem nunca tinha me agarrado assim, aliás, nunca nem pensei em chegar a transar com outro homem, mas naquela situação, fui incapaz de me afastar. Eduardo colou o corpo dele no meu, me abraçou e falou, como se fosse um sussurro: "abre um pouco a bunda pra eu meter, mamacita". Eu, com minhas próprias mãos, separei minha bunda, e aos poucos comecei a sentir a cabeça vermelha dele roçando e pressionando contra meu cu, até que começou a me penetrar. É verdade que a dor não demorou a chegar, mas não foi nada insuportável, porque enquanto ele continuava metendo a pica dele entre minha bunda, foi me abraçando com mais força, e eu fiquei completamente à mercê dele.

Devagar, debaixo do sol quente do meio-dia, fomos nos deitando na beira da cachoeira, e enquanto eu ficava recebendo a pica dele no meu cu uma vez atrás da outra, ele mordiscava e beijava meu pescoço, minha nuca e minhas orelhas. Me fazendo sentir um prazer novo, algo que nunca tinha sentido antes. Por um bom tempo, o tal Eduardo me apertou contra o corpo dele, acariciou meus peitos, apalpou minha bunda do jeito que quis e até começou a mexer nas minhas bolas. Enquanto isso, eu, não sei como nem porquê, mexia minha bunda contra o corpo dele e gemia de prazer, pedindo pra ele me dar mais e mais forte, até que finalmente gozou dentro do meu cu.

Quando terminou, eu fiquei largado na beira da cachoeira. com a minha buceta bem aberta, enquanto ele, sem dizer mais nada, subindo a calça, foi embora. Eu fiquei sem saber o que fazer, resumindo: ele tinha comido minha bunda ou eu dei pela primeira vez na minha vida pra outro homem, e não fiz nada pra evitar, e o mais foda de tudo era que eu tinha adorado que ele tivesse feito aquilo comigo.

Sentado na pequena pia, me dediquei a lavar todo o meu corpo, sem esforço expulsei do meu corpo tudo o que ele deixou dentro de mim, com meus próprios dedos explorava meu esfíncter recém-aberto, e tentava lembrar de tudo que o tal Eduardo tinha feito comigo, sem raiva, nem rancor, mas sim com um certo carinho.
nusMesmo com o cu meio dolorido, me vesti e fui pra casa da fazenda. Quando minha mulher me viu chegando, saiu pra me receber. Me senti bem estranho naquele momento, desejei intensamente comer minha mulher, então sem dizer uma palavra, praticamente arrastei ela pra dentro de casa, comecei a beijar e a despir ela, e diante do espanto dela com meu jeito de agir, abri as pernas dela e, sem mais nem menos, meti nela, e não parei de enfiar e tirar meu pau da buceta peluda dela até que minha mulher explodiu de prazer ao ter um orgasmo dos bons.

Depois disso, nunca mais vi o tal do Eduardo. Contratei um homem mais velho e a mulher dele. Mas às vezes imagino que Eduardo deve ter pensado que não seria legal aparecer pra pedir trabalho na minha fazenda depois de ter comido meu cu. Já pra mim, essa experiência foi algo que nunca vou esquecer, e se no futuro eu passar por algo parecido de novo, vou tentar aproveitar ao máximo.
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RELATO 1Para mais contos e vídeos, visitem meu blog:http://kira-gaymoon.blogspot.com/

5 comentários - Relato Gay 10 (No rio com um peão)

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