Entre os caras - Meu irmão, o agrimensor e eu
Esta é uma história real.
Se depois de ler isso vocês não baterem uma punheta... eu corto fora
Essa história é algo real que me aconteceu semana passada: Por motivos de negócio, viajamos eu e meu irmão de 48 anos (eu tenho 41) pro litoral de Buenos Aires; fizemos check-in no hotel, ligamos pro agrimensor (que já conhecíamos e com quem tínhamos que nos encontrar) pra avisar que já tínhamos chegado, vestimos roupa esportiva e saímos pra correr na praia, como a gente costuma fazer no verão. Voltamos pro hotel e, enquanto meu irmão fazia umas ligações, eu tomei um banho; saí só com uma toalha na cintura e me joguei na cama pra relaxar. Meu irmão entrou no banheiro deixando a porta aberta; começou a se despir; tirou a camiseta, deixando à mostra o torso peludo, depois tirou o short e a cueca, e ali ficou balançando uma das maiores e mais lindas pirocas que eu já vi; eu já conhecia ela porque não era a primeira vez que o via pelado, mas cada vez era um espetáculo à parte; ele entrou no chuveiro e eu fiquei deitado na cama, imaginando um monte de coisas com a cena que acabara de presenciar. De repente, levei um susto com uma ligação da recepção avisando que o agrimensor estava no saguão do hotel; pedi pra mandarem ele subir. Em poucos minutos bateram na porta e fui abrir; lá estava ele, com seus 1,80 m, cabelo castanho claro, bermudas que deixavam ver suas belas pernas peludas, camisa aberta mostrando o peito também peludo, uns olhos azuis incríveis e a barbicha curtinha que, junto com o sorriso dele, me deixaram louco na hora. Ele é um cara casado, com filhos, e era só isso que eu sabia até então. Ele ficou surpreso ao me ver só com uma toalha na cintura, e eu expliquei que a gente tinha acabado de chegar da corrida e que meu irmão ainda estava no chuveiro; trocamos umas palavras rápidas e convidei ele pra sentar. Ele sentou na minha cama e metade dos papéis que ele trazia caiu no chão; me abaixei pra pegar e meu braço roçou nas pernas peludas dele, me dando um nível de excitação tremendo, a ponto de não me deixar pensar, e meio que me fazendo de desligado, apoiei uma mão na perna dele como pra me levantar e notei que ele ficou imóvel e sem dizer uma palavra; estando de cócoras e com meu rosto na altura da bunda dele, me animei e passei minha mão sobre o volume dele; ele me olhou surpreso, mas continuava sem se mexer, então não perdi a oportunidade, desabotoei a calça dele, enfiei a mão procurando o pau dele e automaticamente coloquei na minha boca como se fosse o maior dos manjares; senti ele começar a crescer a ponto de eu ter dificuldade em manter ele dentro da minha boca; não sei por que, mas sempre imaginei que ele teria um pinto médio e estava completamente enganado, já que tinha uma cabeça muito grande e devia ter uns 19 cm de comprimento. Tirei ele da boca, comecei a lamber as bolas dele e subir até aquela cabeçona linda, comentando que cock lindo ele tinha. Daniel, ainda surpreso, começou a relaxar, apoiou os braços na cama deixando o tronco pra trás, com a camisa já desabotoada e me dando a entender que eu fizesse o que quisesse com o pau dele, que obviamente coloquei de novo na boca e comecei a chupar desenfreadamente, arrancando alguns gemidos dele; ele levantou um braço e com a mão na minha nuca começou a ditar o ritmo, o que me excitou pra caralho. Naquele momento nem me passou pela cabeça o que aconteceria com meu irmão quando ele saísse do banheiro e visse aquela cena. Ouvi ele fechar o chuveiro e, de canto de olho, vi ele sair da banheira, colocando, igual a mim, uma toalha branca na cintura, o que deixava ele extremamente atraente; ele saiu do banheiro e ficou literalmente paralisado ao ver a cena, eu ajoelhado na frente do agrimensor fazendo um boquete daqueles. Ele perguntou quase gritando: "Que porra vocês estão fazendo?" E eu respondi num tom meio sarcástico: "O que você acha que a gente tá fazendo?"... Meu irmão é um cara casado, sempre foi muito mulherengo e um típico "comedor de casadas"... Ele se aproximou do cama e sentou na borda, atônito e mudo, observando enquanto eu continuava meu festim; de vez em quando eu olhava pra ver a reação dele e rapidamente comecei a notar o pau dele crescendo debaixo da toalha; imediatamente me virei e falei pra ele não ser bobo e tirei a toalha, deixando ele pelado na minha frente e sem esperar ele reagir, engoli até o fundo o pau já duro dele enquanto ele tentava me afastar com uma mão; comecei a passar a mão nas bolas dele, na cabeça, colocava e tirava da minha boca, cheirava, comia de novo e percebi, assim como o agri tinha feito, que ele tinha apoiado os braços na cama e estava se entregando totalmente pra minha diversão. Ali estava eu, um macho casado, bem peludo, bem macho, ajoelhado no chão, chupando o pau monstruoso do meu irmão e com outro macho pelado atrás de mim sentado na minha cama. De vez em quando olhava pro agri e via ele com o pau duríssimo, se tocando e parecendo curtir o espetáculo de me ver chupando o do meu irmão; assim passamos um bom tempo, até que pedi pro agri pegar creme e camisinha na minha bolsa porque, já que tinha chegado até ali, queria que esses dois machos me comessem como ninguém nunca tinha feito antes. Ele se levantou e eu continuei chupando aquela vara monstra; meu irmão, completamente relaxado, colocou as duas mãos na minha nuca e começou a me empurrar pra ele, marcando o ritmo, mas tive que pedir pra ele ir mais devagar porque aquele pedaço enorme me dava ânsia, já que literalmente entrava na minha garganta; ele me obedeceu e deixou eu controlar o jogo, descendo com minha língua quase até o cu dele, subindo pelas bolas, colocando elas na boca, chupando o pau dele. Meu pau, que também é enorme, estava prestes a explodir e eu nem queria tocar nele pra fazer esse momento durar pra sempre. Enquanto continuava chupando o cano do meu irmão, senti o agri começando a encher meu cu de creme, mas ele, bem safado, não foi direto no cu, e sim começou a passar creme entre as nádegas; eu sentia como escorregavam e como a mão dele deslizava entre minhas nádegas, roçando meu cu como um mestre e me fazendo desejar pra caralho… Naquele momento, pensei que o filho da puta devia mesmo comer a mulher sempre, porque claramente sabia muito bem como fazer o serviço. Comecei a rebolar a bunda, levantando e empurrando pra trás, esperando que ele enterrasse o pau em mim, mas o filho da puta continuou me fazendo desejar e avançando bem devagar até que finalmente senti um dedo começando a deslizar dentro do meu cu… Eu já tava pronto pra uma pirocada, um dedo não bastava, queria o pau dele; ele enfiava e tirava o dedo bem devagar, depois foram dois e três… Eu, com o pau do meu irmão na boca e empurrando minha bunda pra trás pra ele enfiar a mão inteira… Finalmente, o filho da puta me perguntou se eu queria e eu disse que sim, inteira e até o fundo… Vi ele colocar uma camisinha, passar bastante creme e, sem pressa, como um macho experiente que sabe o que faz, me pegou pela cintura por trás e encostou a cabeçona enorme no meu cu, mexendo com a mão sem empurrar; eu via ele através de um espelho que tava de frente pras camas, aquele corpo trabalhado e cheio de pelos parado atrás de mim e o pau dele perdido entre minhas nádegas, prestes a me comer… Achei que ia enlouquecer, não aguentava mais, precisava daquele tronco dentro de mim. Afastei os joelhos pra trás, me aproximando dele, e empurrei minha bunda contra o pau dele, sentindo devagar como aquele homem lindo começava a entrar em mim; já com a cabeçona abrindo meu cu, ele empurrou devagar mas sem parar, enfiando até as bolas; eu achei que ia desmaiar de prazer tendo aquele pau dentro de mim e o do meu irmão na minha boca. Ele começou a bombar devagar e num ritmo constante, tirando quase tudo e enfiando de novo até o limite; era um mestre nos movimentos de pelve que fazia e como me fazia gozar… realmente não sabia se ia soltar um jato de porra sem me tocar ou se ia aguentar. muito mais essa fodida tremenda que estavam me dando. Me elevaram a um nível de tesão que eu queria mais e tudo junto; agarrei com meus braços as pernas peludas do meu irmão e continuei chupando ele todo, descia pelas pernas até os pés, subia de novo chupando as bolas dele… eu queria pau, porra, o que fosse…. Pedi pro agrônomo me deixar levantar e me deitei de barriga pra cima na cama; queria ver eles de frente, queria me deliciar com esses corpaços peludos e essas picas enormes na minha frente; pedi pro agrônomo se ajoelhar na minha frente, levantei minhas pernas rodeando a cintura dele e levantei bem a raba pra ele poder enterrar de novo mas agora vendo ele na minha frente… Que espetáculo aquele peito ruivo e peludo com a barbicha cavanhaque!!!!!!! Ele não se fez de rogado e de novo começou a bombar em mim, dessa vez mais selvagem, sem controle, enquanto meu irmão se ajoelhava na minha cabeça deixando cair as bolas dentro da minha boca e enfiando o pau até a garganta; abri os olhos e vi como eles estavam apoiando os braços um no outro pra manter o equilíbrio, as mãos do agrônomo apoiadas nos ombros do meu irmão e vice-versa… Incrível!!!!!! Uma festa pros olhos!!!!!!! Nessa hora pedi pra trocar de posição e falei pro agrônomo deitar de barriga pra cima na cama, tirei a camisinha dele e comecei a chupar o tronco duríssimo e delicioso, ficando ajoelhada na frente dele e deixando minha raba bem empinada. Meu irmão ficou em pé do lado da cama se tocando o tronco duríssimo e maior que o do agrônomo, olhei pra ele e falei pra não ser bobo, que tanto faz o cu de uma gostosa quanto o de um macho, que a ideia era gozar e se divertir… Sem me responder, ele vestiu uma camisinha, se encheu de creme e ficou em pé na cama atrás de mim; eu tinha o cu tão dilatado pela surra que o agrônomo tinha dado na minha bunda que não me preocupei; senti meu irmão me pegar pela cintura, encostar a cabeça gigante no meu ânus e o filho da puta deslizou pra dentro de mim de costas até chegar com a boca perto do meu ouvido e sussurrou: "Quer sentir o que é realmente ser preenchido por um macho, irmãozinho?" Isso fez meu cu pulsar, que já estava dilatado, ardendo e com a cabeça dele apoiada... Eu disse que sim, que me desse do jeito que eu imaginava que ele sabia fazer... Assim como o Daniel, ele se fez de rogado e começou a brincar com a mão, segurando o próprio pau e deslizando a cabeçona de um lado pro outro do meu cu, escorregando no creme... Quase implorei pra ele me comer, até que finalmente falou: "Não vou te deixar esperando mais" e começou a empurrar devagar enquanto eu sentia que me partia ao meio; soltei um gemido com o pau do Agri ainda na minha boca, meu irmão disse: "Queria um macho, tá aí, não reclama e engole esse cano pelo cu" enquanto continuava empurrando até enterrar aqueles 22cm... Nunca tinha experimentado algo assim, me sentia completamente cheio e tava gozando pra caralho. Ele perguntou se eu tava gostando e, como pude, respondi que sim; não conseguia nem pensar, muito menos falar... Me segurando pela cintura com as duas mãos, começou a se mover cada vez mais rápido, mas diferente do Agri, eram movimentos bem curtos, então ele nunca tirou o pau de dentro, tive aquele cano infernal me fodendo sem parar e massageando minha próstata até sentir que ia gozar sem controle; pedi pro meu irmão não tirar, mas deixar eu me levantar e jorrar toda minha porra no pau e na barriga do Agri, e imediatamente comecei a lamber tudo, engolindo meu próprio esperma que tirava de entre os pelos dele e colocando o pau dele de volta, cheio da minha porra, na minha boca... Acho que o nível de prazer que eu tava sentindo realmente me descontrolou; meu cu tava sendo bombado por uma das picas mais lindas e enormes que já vi, e ainda assim eu queria mais. Sempre fantasiei com a ideia de foder com dois machos e tentar a dupla penetração, que só tinha visto em fotos e filmes; se fosse pra realizar, a hora era aquela. Pedi Pra meu irmão tirar ela por um momento, coloquei rapidinho uma camisinha no Daniel e sentei no pau dele, que dessa vez deslizou pra dentro de mim sem resistência, enterrando até o fundo sem problemas nem dor; me deitei no peito dele e levantei bem a raba sem deixar o pau dele sair do meu cu e pedindo pro meu irmão tentar meter também; eles começaram a rir e perguntaram se eu tava louco… falei que não, que queria tentar com os dois paus juntos… Aproximei minha cara da do agrônomo e tentei beijar ele, ele resistiu mas insisti e consegui que ele relaxasse e me desse a boca; abraçado nele e trocando beijo de língua, vi pelo espelho que meu irmão se agachava atrás de mim pra que o cano dele ficasse na altura do meu cu, me concentrei na boca do agrônomo e relaxei meu cu o máximo possível….senti como meu irmão apoiava a cabeça do pau dele no meu cu e procurava um ângulo pra empurrar e meter; percebi que ele pegou com a mão a pica do agrônomo e tirou do meu cu, isso me deixou ainda mais tesuda; pegou o pote de creme e passou de novo no pau dele, fazendo o mesmo no próprio; depois encheu meu cu de creme de novo. Enfiando e tirando vários dedos; Ele falou "Agora sim, se prepara"… Eu realmente queria fazer mas naquele momento senti medo…. Tentei me concentrar no prazer e relaxar pra conseguir que esses dois brutos me comessem. Meu irmão apoiou as duas cabeças juntas e falou “Vamos agrônomo, empurra e dá o gosto pra esse putinho”; pedi pra eles irem devagar… que continuassem mas devagar… o agrônomo me imobilizou pela frente me empurrando pra baixo e levantando a pélvis pra subir o pau dele em mim, enquanto meu irmão me segurava pela cintura por trás e empurrava o tronco dele pra dentro de mim: como ele era quem via a cena, guiou os dois paus pra dentro e finalmente deslizaram dentro de mim bem devagar mas completos; o Daniel tava quase imóvel, só fazia um movimento pequeno de pélvis e meu irmão se mexia Com mais energia. Eu estava totalmente dominado e entregue à situação. Num momento, meu irmão me empurrou na direção do Daniel, e ficamos os três deitados, um em cima do outro, com as caras coladas… Passei a língua nos rostos deles, sentindo as barbas por fazer e as gotas de suor, resultado da putaria que estavam me dando. Percebi que o roçar das duas picas dentro do meu cu, que as mantinha bem apertadas, tinha deixado eles num estado de tesão extremo também. Começaram a falar um monte de obscenidades, que estavam curtindo minha bunda como nunca. Eu comecei a gritar: “seus putos! Me dá pica… adoro… me come gostoso… quero que me encham de carne e de porra.”
Notei que estavam perto de gozar, e eu queria aquele final com chave de ouro, então pedi pra eles pararem na minha frente. Sentei na cama e comecei a chupar um por um, às vezes enfiando as duas picas juntas na boca enquanto passava a mão na barriga e nos peitos peludos e suados. Passei creme nas mãos e comecei a brincar com os cus deles, um com cada mão. Tentei enfiar um dedo no meu irmão, mas ele não deixou, e no Agrônomo eu enfiei, embora ele logo pedisse pra tirar. Notei que meu irmão tinha perdido o controle e agarrou minha cabeça, enfiando a pica toda na minha boca no momento em que começou a jorrar um mar de porra que escorria pelos meus lábios e descia pelo meu queixo; engoli o que pude e continuei tirando tudo que ele tinha enquanto passava a mão nas bolas do Agrônomo. Terminada a pica do meu irmão, continuei com o Agrônomo, que gozou antes que eu pudesse enfiar a pica na boca, enchendo meu bigode de porra; rapidamente enfiei na boca pra não perder o segundo jato, que encheu minha boca, e engoli como se fosse um manjar…
Depois dessa putaria toda, eles sentaram na cama e disseram que não acreditavam no que tinha acabado de rolar. Respondi que tinha sido espetacular e que esperava que se repetisse, e que talvez pudessem se animar a experimentar. Outras coisas… tipo, se deixar foder. Eles caíram na risada, o Agri se vestiu e foi embora, combinando de se falar no dia seguinte. Meu irmão foi tomar outro banho, e eu fiz o mesmo. Quando voltei, vi ele pelado, de barriga pra cima na cama dele, e não consegui resistir à tentação de chupar ele de novo. Ele não falou nada e deixou eu fazer o que queria até que finalmente gozou dentro da minha boca. Aí eu me deitei do lado dele, e nós dois dormimos.
Notei que estavam perto de gozar, e eu queria aquele final com chave de ouro, então pedi pra eles pararem na minha frente. Sentei na cama e comecei a chupar um por um, às vezes enfiando as duas picas juntas na boca enquanto passava a mão na barriga e nos peitos peludos e suados. Passei creme nas mãos e comecei a brincar com os cus deles, um com cada mão. Tentei enfiar um dedo no meu irmão, mas ele não deixou, e no Agrônomo eu enfiei, embora ele logo pedisse pra tirar. Notei que meu irmão tinha perdido o controle e agarrou minha cabeça, enfiando a pica toda na minha boca no momento em que começou a jorrar um mar de porra que escorria pelos meus lábios e descia pelo meu queixo; engoli o que pude e continuei tirando tudo que ele tinha enquanto passava a mão nas bolas do Agrônomo. Terminada a pica do meu irmão, continuei com o Agrônomo, que gozou antes que eu pudesse enfiar a pica na boca, enchendo meu bigode de porra; rapidamente enfiei na boca pra não perder o segundo jato, que encheu minha boca, e engoli como se fosse um manjar…
Depois dessa putaria toda, eles sentaram na cama e disseram que não acreditavam no que tinha acabado de rolar. Respondi que tinha sido espetacular e que esperava que se repetisse, e que talvez pudessem se animar a experimentar. Outras coisas… tipo, se deixar foder. Eles caíram na risada, o Agri se vestiu e foi embora, combinando de se falar no dia seguinte. Meu irmão foi tomar outro banho, e eu fiz o mesmo. Quando voltei, vi ele pelado, de barriga pra cima na cama dele, e não consegui resistir à tentação de chupar ele de novo. Ele não falou nada e deixou eu fazer o que queria até que finalmente gozou dentro da minha boca. Aí eu me deitei do lado dele, e nós dois dormimos.
Espero comentários.
41 comentários - Meu Irmão, o Agrimensor e Eu - Três putas fodendo
Me alegro
muy buen post!!
SALUDOS
Me alegro
Me gustaria tenerlos a todos cerquita despues que leen este relato
me recalente...
🤤 🤤 🤤 🤤
espectacular relato, me recontramilcalenté, una paja pero mortal, con un pepino en el orto 🔥
gracias por compartir 🙌
link: https://www.youtube.com/watch?v=EeCAYBLVxas