Sinceramente, nunca tinha parado pra pensar em como eu devo parecer pras outras pessoas próximas (família, amigos, vizinhos, etc.). Não é algo que eu repare muito, moro num prédio grande, onde não tem muita gente da minha idade (18). Tem uma ou outra vizinha que é bonitinha, mas também não é algo que me interesse muito.
Tudo começou um dia que eu tive que subir pra pendurar a roupa recém-lavada. Antes de chegar na parte dos varais, tem a casa de uma das vizinhas, que tem uma janela onde parece que elas colocam a roupa. Eu passei e vi que tinha umas calcinhas fio dental muito lindas, então esperei até a noite pra buscar a roupa já seca, e me animei a abrir a janela e pegar uma (que ainda tenho e uso), já que nunca tinha tido coragem de comprar uma, mesmo tendo que mentir que era pra uma namorada — não era algo que eu gostasse de fazer.
Várias noites eu descia pra ver se conseguia pegar outra fio dental na janela da vizinha, e não dava certo, até que uma noite eu vi elas, tipo 3 da manhã. Abri a janela devagar e, enquanto enfiava a mão, bem na hora que consegui pegar uma, a luz do quarto acendeu. Eu tirei a mão como pude, mas me viram. Tentei me apressar pra não ser visto por quem quer que estivesse do outro lado, mas não adiantou nada. Mal consegui chegar no corredor e me deparei com o vizinho que tinha saído pra me procurar. Fiquei paralisado, sem saber o que dizer, e a primeira coisa que ele falou foi:
— Então é você o tarado que tá roubando as calcinhas da minha namorada?
— Não, não sei... (eu, sinceramente, não sabia o que dizer)
— Diz que ela não tá, senão eu deixaria ela te encher o saco ou dar risada da sua cara por um tempo.
— Desculpa, não foi minha intenção, juro.
— Você já me parecia meio estranho, mas não sabia que no fundo era um tarado.
— Sério, não conta pra ela. Em casa ninguém sabe de nada e eu não queria que descobrissem assim.
Assim que eu falei isso, ele me olhou e disse:
— Vamos pra dentro, tarado. Quero ver como fica em você a calcinha que você queria roubar.
Eu fiquei paralisado, mas já era... Me senti tão entregue ao que ele disse que sim, ele pegou na minha mão e me levou pra dentro de casa. Eu não consegui esperar pra ir no banheiro, me troquei e saí pronto. A verdade é que eu não conhecia meu vizinho assim, mas ele ficou louco. Ficava dizendo que minha bunda pequena deixava ele doido, que eu tinha uma boquinha de peter linda. E eu, sem perder tempo, comecei a tocar ele e, claro, a chupar ele, que é o que eu faço melhor. Chupei com muita vontade, e ele só gemia e se contorcia, só falava "vai, promíscua, chupa, vai", "cê gosta, não gosta, promíscua?" e um monte de coisas assim que me deixavam louco. Assim que gozou na minha cara, ele me levantou, deu um tapa na minha bunda (eu ainda de fio dental) e, sem eu nem ter lavado a boca, falou "vai, promíscua, toma tudo, isso fica entre nós". Agora, toda vez que vejo ele, olho com um certo desejo. Espero que role de novo 🙂
Beijos pra todo mundo!
Tudo começou um dia que eu tive que subir pra pendurar a roupa recém-lavada. Antes de chegar na parte dos varais, tem a casa de uma das vizinhas, que tem uma janela onde parece que elas colocam a roupa. Eu passei e vi que tinha umas calcinhas fio dental muito lindas, então esperei até a noite pra buscar a roupa já seca, e me animei a abrir a janela e pegar uma (que ainda tenho e uso), já que nunca tinha tido coragem de comprar uma, mesmo tendo que mentir que era pra uma namorada — não era algo que eu gostasse de fazer.
Várias noites eu descia pra ver se conseguia pegar outra fio dental na janela da vizinha, e não dava certo, até que uma noite eu vi elas, tipo 3 da manhã. Abri a janela devagar e, enquanto enfiava a mão, bem na hora que consegui pegar uma, a luz do quarto acendeu. Eu tirei a mão como pude, mas me viram. Tentei me apressar pra não ser visto por quem quer que estivesse do outro lado, mas não adiantou nada. Mal consegui chegar no corredor e me deparei com o vizinho que tinha saído pra me procurar. Fiquei paralisado, sem saber o que dizer, e a primeira coisa que ele falou foi:
— Então é você o tarado que tá roubando as calcinhas da minha namorada?
— Não, não sei... (eu, sinceramente, não sabia o que dizer)
— Diz que ela não tá, senão eu deixaria ela te encher o saco ou dar risada da sua cara por um tempo.
— Desculpa, não foi minha intenção, juro.
— Você já me parecia meio estranho, mas não sabia que no fundo era um tarado.
— Sério, não conta pra ela. Em casa ninguém sabe de nada e eu não queria que descobrissem assim.
Assim que eu falei isso, ele me olhou e disse:
— Vamos pra dentro, tarado. Quero ver como fica em você a calcinha que você queria roubar.
Eu fiquei paralisado, mas já era... Me senti tão entregue ao que ele disse que sim, ele pegou na minha mão e me levou pra dentro de casa. Eu não consegui esperar pra ir no banheiro, me troquei e saí pronto. A verdade é que eu não conhecia meu vizinho assim, mas ele ficou louco. Ficava dizendo que minha bunda pequena deixava ele doido, que eu tinha uma boquinha de peter linda. E eu, sem perder tempo, comecei a tocar ele e, claro, a chupar ele, que é o que eu faço melhor. Chupei com muita vontade, e ele só gemia e se contorcia, só falava "vai, promíscua, chupa, vai", "cê gosta, não gosta, promíscua?" e um monte de coisas assim que me deixavam louco. Assim que gozou na minha cara, ele me levantou, deu um tapa na minha bunda (eu ainda de fio dental) e, sem eu nem ter lavado a boca, falou "vai, promíscua, toma tudo, isso fica entre nós". Agora, toda vez que vejo ele, olho com um certo desejo. Espero que role de novo 🙂
Beijos pra todo mundo!
8 comentários - Um movimento errado