Naquela época eu tinha 16 anos, tava saindo de um aniversário de 15, já era tarde, passava das 2:30 da manhã. Os outros foram de táxi, mas eu não podia, então comecei a andar pra casa. Era longe, mas não tinha outra opção. Depois de algumas quadras, um cara se aproximou de mim, era mais alto que eu, tava bem vestido, roupa arrumada, cabelo curto, uns 20 e poucos anos. A gente tava indo na mesma direção, então começamos a conversar. Depois de muitas quadras, a gente tava chegando perto de uma praça bem grande, com árvores e bancos, que sempre ficava bem escura. Quando a gente tava se aproximando, ele me disse: "Posso chupar sua pica um pouco? Vai, cê vai gostar." Eu fiquei duro e olhei pra ele. É verdade que naquela época eu tinha uma certa curiosidade por homens; quando me masturbava, enfiava um dedo no cu, mas nunca tive coragem de fazer mais. E ele disse: "Vai, se solta, é só um pouco." Aí ele enfiou a mão na jaqueta, tirou uma nota e me mostrou: "Vai, cê vai gostar e ainda ganha uma grana." Eu não falava nada, então ele pegou minha mão com a nota e me levou pra praça. Eu também não resisti. A gente foi pra uma parte bem escura e parou atrás de um banco. "Vai, se ajeita aí." "Mas..." "Nada, vai." E ele desabotoou minha calça e puxou até os joelhos. Eu tava excitado, e ele começou a morder minha pica por cima da cueca e apertar. Tirou ela pra fora e colocou na boca. Que sensação gostosa de calor, e a língua dele roçando a cabeça e lambendo minhas bolas. Depois de um tempo, senti as mãos dele entre minhas pernas, procurando meu cu. "Posso chupar seu cu? Vai, só um pouquinho", ele dizia enquanto segurava minha pica com uma mão e minhas nádegas com a outra. E devagar, ele me virou: "Vai, se inclina um pouco mais assim." E separou minhas nádegas com as mãos e enfiou a língua no meu cu. Senti a língua dele raspando todo o meu cu e empurrando pra entrar. E conseguiu: empurrou a língua pra dentro do meu cu, metade dela lambendo lá dentro. Depois ele se levantou, abriu a calça dele e disse: "Olha, toca um pouco." E eu não tive coragem, nunca tinha tocado numa pica que não fosse a minha. fora a minha. Aí ele pega na minha mão e coloca dentro da cueca dele "vai, abaixa e toca nela" ele me segura pelos ombros e me abaixa, eu pego a pica e aperto um pouco com medo. "Olha, fuck you, isso sim é meter na boca" ele pega outra nota e coloca na cueca, me explica como não roçar com os dentes e começa a aproximar a pica do meu rosto. Eu pego ela e, com cuidado, meto na minha boca "assim, linda?" eu falava, começo a tirar e botar a pica da minha boca e ele fica mais excitado, aperta meus mamilos e torce eles "vai, putinha, isso te dá tesão, né?" Ele pega minha cabeça com as duas mãos e começa a se mover, tirando e metendo a pica com força. Ele me para e me vira de costas "segura no banco, inclina um pouco e deixa eu chupar teu cu" ele se abaixa e começa a lamber com mais força, separa minhas nádegas o máximo que pode e cospe no meu cu, e começa a meter um dedo. Eu me estremeço e ele cospe de novo, mete e tira o dedo "tá doendo, para um pouco" ele cospe outra vez e mete dois dedos, girando eles dentro do meu cu. "Aguenta, garota, que essa entra de graça" então eu sinto a ponta da pica na entrada do meu cu, ele empurra um pouco, eu tento me afastar. Ele me abraça a cintura com os dois braços "vai, que hoje eu te faço de putinha, depois você vai me pedir pra não tirar" ele empurra de novo "já entrou a cabecinha, da metade pra frente não vai doer tanto". Ele empurra outra vez e eu sinto que tô me partindo por dentro, mas começo a gostar da dor, a sentir um prazer nisso. "Vai, já entrou a metade, aguenta, putinha". Eu, totalmente rendido, só fico ofegante e respirando forte "te falei, agora que afrouxou, você vai gostar de verdade" ele começa a bombar devagar dentro do meu cu, só a metade da pica, e pra mim parecia que chegava até o estômago, eu sentia ela lá dentro das tripas. Ele bombeia suave e é quando começa a me dar tesão "agora você não resiste mais, já que gosta da pica, não larga mais" ele continua me comendo com calma, começa a apertar meus mamilos, eu não distinguia mais a dor do prazer e ele apertava mais forte. Ele tira. quase toda a pica do meu cu, pensei que ele tinha cansado e senti um grande alívio enquanto tirava, mas não toda, ainda sentia a ponta, que ele puxa até a porta. "Aguenta, vou meter tudo de uma vez pra deixar teu cu aberto de vez."
Ele separou minhas nádegas o máximo que pôde e me deu uma porrada tão forte que senti a pica dele chegando na minha garganta, e a dor era imensa, sentia que meu cu ia rachar. Eu me agarrava no banco e mordia ele, enquanto ele se apoiava em mim e metia com força até o fundo. Depois, sacudia fazendo círculos e empurrava pra cima, e eu na ponta dos pés tentando me afastar. Ele me pegou pela cintura e me apertou contra ele com muita força, eu só conseguia soltar uns gemidos abafados tentando respirar. "Agora sim, aguenta, puta, que você tem a pica toda dentro e vou te foder com gosto."
Ele cravou os dedos nas minhas nádegas com força pra eu não escapar e começou a me foder, tirando e metendo a pica toda no meu cu, forte e rápido, até o fundo, tudo, e eu ofegante, apertando o banco e ofegando. Uma metida até o fundo e ele segura, e meu cu arde como se estivesse sangrando, e ele continua me fodendo forte e rápido. Eu soltei um grito abafado que mal se ouvia. "Viu que você ia gostar, puta? Quer mais?" E me deu um tapa nas nádegas. "Assim que você gosta, né? Forte." E outro tapa mais forte. Ele apertou meus mamilos com as unhas e senti como se cortassem, eu tava chorando de dor, mas gostava tanto que não reclamava.
Não sei o que era, a mistura das duas sensações, que eu não lutava, só seguia o ritmo como podia. "Você gosta, puta? Você gosta, Desi? Que você gosta?" E continuava me batendo nas nádegas. "Vai, puta, fala. Você é minha puta, fala."
"Eu sou sua putaaaaa", mal consegui falar de tanta dor e de tudo que eu tava gostando.
"O que você disse, puta? Repete." E ele se firmou, metendo a pica toda até o fundo e mantendo ela lá.
"Eu sou sua puta, eu sou sua puta."
"Eu sabia que você era puta e que gostava de pica."
Então ele levantou minha camisa e mordeu minhas costas com força. Eu apertei os dentes e ele mordeu de novo e meteu. a pica até o fundo
“aa aaa aaaa paraaaa, você tá rasgando meu cuuu”
“vai, aguenta que falta pouco”
nesse momento ele começa a me comer mais forte e rápido, respirando pesado, apertou minhas nádegas e com os joelhos fez eu apertar as pernas
“aperta a bunda assim pra sentir toda a pica, putaaaaa”
a pica dele já entrava e saía sem nenhuma resistência, meu cu parecia uma buceta de tão dilatado que tava. Eu não ligava mais pra nada, já tava gozando cada metida. Ele acelera e bombeia a toda velocidade, segurando meus mamilos, então desenfreado mete uma pica fundo, aperta mais forte meus mamilos e morde minhas costas, tudo ao mesmo tempo, tira a pica de repente e sinto algo grosso e quente jorrando, enchendo minha bunda. Ele espalha e passa nas minhas costas
“tirou todo o meu leite de mim, putinha, gosta de levar gozada em cima?”
Enquanto ele se vestia, eu tava jogado no banco, com as pernas tremendo e tão cansado que não conseguia falar nada.
“agora você é uma putinha de verdade, toma isso, você mereceu”
e ele enrola outra nota e enfia no meu cu, que ainda tava aberto. E enquanto fechava minhas nádegas com força, dizia:
“da próxima vez te levo pra minha casa”
“nós dois pelados na caminha, e aí sim vou te arrebentar de verdade, putinha”
Me deu um tapa na bunda e foi embora. Eu tirei a nota e fiquei um bom tempo deitado no banco até conseguir me levantar, não pela dor, mas pelo cansaço e pelo êxtase que eu tava.
Apesar de tudo, eu tinha gostado. Quando me toquei, percebi que eu também tinha gozado, minha cueca tava cheia do meu leite.
Gostei, e muito, apesar da dor. Me limpei o máximo que pude, guardei o dinheiro e fui pra casa.
Quando cheguei, cruzei com meu pai e ele disse: “que tarde você chegou, se divertiu na festa?”
Ele separou minhas nádegas o máximo que pôde e me deu uma porrada tão forte que senti a pica dele chegando na minha garganta, e a dor era imensa, sentia que meu cu ia rachar. Eu me agarrava no banco e mordia ele, enquanto ele se apoiava em mim e metia com força até o fundo. Depois, sacudia fazendo círculos e empurrava pra cima, e eu na ponta dos pés tentando me afastar. Ele me pegou pela cintura e me apertou contra ele com muita força, eu só conseguia soltar uns gemidos abafados tentando respirar. "Agora sim, aguenta, puta, que você tem a pica toda dentro e vou te foder com gosto."
Ele cravou os dedos nas minhas nádegas com força pra eu não escapar e começou a me foder, tirando e metendo a pica toda no meu cu, forte e rápido, até o fundo, tudo, e eu ofegante, apertando o banco e ofegando. Uma metida até o fundo e ele segura, e meu cu arde como se estivesse sangrando, e ele continua me fodendo forte e rápido. Eu soltei um grito abafado que mal se ouvia. "Viu que você ia gostar, puta? Quer mais?" E me deu um tapa nas nádegas. "Assim que você gosta, né? Forte." E outro tapa mais forte. Ele apertou meus mamilos com as unhas e senti como se cortassem, eu tava chorando de dor, mas gostava tanto que não reclamava.
Não sei o que era, a mistura das duas sensações, que eu não lutava, só seguia o ritmo como podia. "Você gosta, puta? Você gosta, Desi? Que você gosta?" E continuava me batendo nas nádegas. "Vai, puta, fala. Você é minha puta, fala."
"Eu sou sua putaaaaa", mal consegui falar de tanta dor e de tudo que eu tava gostando.
"O que você disse, puta? Repete." E ele se firmou, metendo a pica toda até o fundo e mantendo ela lá.
"Eu sou sua puta, eu sou sua puta."
"Eu sabia que você era puta e que gostava de pica."
Então ele levantou minha camisa e mordeu minhas costas com força. Eu apertei os dentes e ele mordeu de novo e meteu. a pica até o fundo
“aa aaa aaaa paraaaa, você tá rasgando meu cuuu”
“vai, aguenta que falta pouco”
nesse momento ele começa a me comer mais forte e rápido, respirando pesado, apertou minhas nádegas e com os joelhos fez eu apertar as pernas
“aperta a bunda assim pra sentir toda a pica, putaaaaa”
a pica dele já entrava e saía sem nenhuma resistência, meu cu parecia uma buceta de tão dilatado que tava. Eu não ligava mais pra nada, já tava gozando cada metida. Ele acelera e bombeia a toda velocidade, segurando meus mamilos, então desenfreado mete uma pica fundo, aperta mais forte meus mamilos e morde minhas costas, tudo ao mesmo tempo, tira a pica de repente e sinto algo grosso e quente jorrando, enchendo minha bunda. Ele espalha e passa nas minhas costas
“tirou todo o meu leite de mim, putinha, gosta de levar gozada em cima?”
Enquanto ele se vestia, eu tava jogado no banco, com as pernas tremendo e tão cansado que não conseguia falar nada.
“agora você é uma putinha de verdade, toma isso, você mereceu”
e ele enrola outra nota e enfia no meu cu, que ainda tava aberto. E enquanto fechava minhas nádegas com força, dizia:
“da próxima vez te levo pra minha casa”
“nós dois pelados na caminha, e aí sim vou te arrebentar de verdade, putinha”
Me deu um tapa na bunda e foi embora. Eu tirei a nota e fiquei um bom tempo deitado no banco até conseguir me levantar, não pela dor, mas pelo cansaço e pelo êxtase que eu tava.
Apesar de tudo, eu tinha gostado. Quando me toquei, percebi que eu também tinha gozado, minha cueca tava cheia do meu leite.
Gostei, e muito, apesar da dor. Me limpei o máximo que pude, guardei o dinheiro e fui pra casa.
Quando cheguei, cruzei com meu pai e ele disse: “que tarde você chegou, se divertiu na festa?”
4 comentários - Minha primeira vez quase me partiram
Aunque no es recomendable sin condón...
Buen relato, mucho morbo hacerlo con un desconocido 😉