Bom, alguns já sabem que este é meu segundo post. Sou um cara de 22 anos, loiro, branquelo, magro, da zona de Belgrano, e através desses relatos conto minhas histórias sobre o que mais gosto de fazer... espero que gostem e que não sejam muito críticos se não acharem minha escrita boa.
Este relato fala da minha relação com um colega de classe, um cara que desde que eu me dei conta que era gay (haha, bom, desde que assumi, digamos, e me resolvi mentalmente) se tornou minha fantasia constante. José (vamos chamar assim... nunca se sabe quem pode ler e nos conhecer, e comprometer terceiros, haha) era um dos 7 caras numa turma de 5º ano naquela escola... sim, sim, sim, já sei, é inacreditável, mas verdade. A real é que era uma turma super pequena, no total éramos 12... tristíssimo, haha.
Bom, embora eu tivesse claro que gostava de caras, nunca me abri porque éramos, como já sabem, muito poucos e, como dizem... cidade pequena, inferno GRANDE!! haha... O negócio é que José era meu colega de carteira e a gente tinha uma relação meio estranha. Desde o 4º ano, às vezes sentávamos juntos, mas não éramos amigos de jeito nenhum nem nos falávamos fora da escola... mas na aula, ocasionalmente, surgiam situações com uma tensão sexual enorme que, claro, não era explícita. A gente fazia brincadeiras: ele pedia pra eu acariciar o braço dele com um lápis, e ele adivinhava quando eu chegava na dobra da articulação do braço (besteira total!! mas na nossa época eram joguinhos de provocação que as gatinhas faziam com os caras... dá uma sensação muito gostosa e é bem erótico). Passávamos horas assim, e ele apoiava o braço muitas vezes entre as pernas dele pra carteira esconder e ninguém notar o que a gente fazia. De vez em quando, o lápis escapava e eu tocava no volume dele, como se estivesse distraído, e percebia que ele estava tão duro quanto eu. Às vezes, eu tentava pedir pra ir ao banheiro, rezando na minha cabeça pra ele fazer o mesmo. igual que cuando eu estava no banheiro, ele entrasse pela porta e a gente pudesse concretar nossa constante provocação... hahaha que idiota eu, né??? óbvio que nunca rolou!!!!!! hahahaha
O tempo passou e a verdade é que isso acontecia de vez em quando, mas nunca dava em nada e era meio que uma rotina pra zoar e ficar com tesão até explodir, mas só isso hahaha... finalmente, já no quinto ano, a gente acabou indo pra viagem de formatura (imagina a putaria!!! 7 caras e 5 gostosas no total!!! hahaha) por sorte combinados com outras escolas que também iam viajar pro cerro e não pro centro... pra disfarçar nossa falta triste de amigos haha.
Na viagem, deram quatro quartos pros homens, e claro que eu não fiquei no quarto com ele (merda!! que azar do caralho!!!) hahahaha embora nunca tivesse rolado nada, eu sempre fantasiava com ele, o José tinha um corpão. Ele sempre jogou rugby fora da escola e tinha os melhores atributos de quem o rugby e a genética acompanham (não os gordinhos do rugby ou o que parece um armário sem pescoço hahaha falo na brincadeira!)
Na viagem, como mais uma mina hahaha, fiquei fantasiando com um dos coordenadores que era muito gato, e que tinha uma boa onda comigo... deixando de lado a loucura de que o José se iluminasse e me desse bola (algo que nem fodendo ia rolar)... até que finalmente um dia, por ficarmos enrolando, acabamos chegando mais tarde do que o previsto no hotel.
Todo mundo tava descendo pra jantar e eu e o José acabávamos de subir pra tomar banho. O quarto onde ele tava tinha a porta do banheiro quebrada, porque de tanto zoar, tiraram ela do eixo... e chegando nos quartos ele me fala: "Ei, mano, não me faz um favor??"
Eu: "Sim, Joe, o que você quer?"
José: "Olha, ontem o Pablo (não é importante, então não perguntem quem é hahaha) quebrou a porta do banheiro, você não vem comigo pra ficar de olho pra ninguém entrar?"
(Isso parecia na minha cabeça como o cara da entrega de filme pornô que te fala onde tá a pizza 😉 e aí) Em pelotas hahaha ou alguma besteira assim) sem tentar deixar claro que a pergunta me deixava nervoso, falei 'se não tem problema, dá pra trancar o quarto e deixar a chave do lado pra ninguém entrar, né?'"
José: "É, mas como aqui no andar não ficou ninguém, não quero travar a porta por causa de algum imprevisto e não conseguir sair" (meio psicopata o cara, né? Mas fazer o quê...)
Eu: "Sim, sim, beleza, sem problema, tomo um banho rápido e vou" (e foi assim, meio empolgado... Deus sabe por quê hahaha... e meio nervoso). Tomei banho em meio segundo, me vesti e entrei no quarto onde ele estava.
José já estava trancando a porta e tinha o chuveiro ligado... ele estava de cueca box preta, meio justa, da REVER PASS... (marca meio viada, né? hahaha mas é típica de jogador de rugby haha). Ele entrou no banheiro e eu fiquei sentado na cama ouvindo (e imaginando ver) ele tirar a cueca e entrar no chuveiro. Nessa hora não tava de pau duro, mas o coração batia a 200 mil por hora e eu não sabia o que fazer... e de repente ouvi:
José: "Ô, negão, não pega a toalha pra mim que eu não trouxe? Ah, e o shampoo também."
Eu: "Sim, sim, tão aqui na cama, vou levar pra você" ... muito receoso da situação e muito tesudo, entrei dizendo "com licença, vou deixar a toalha aqui (no negócio onde pendura, sabe?) pra quando você sair já ter na mão."
José: "Perfeito, então fica aí e vai me dando conversa."
Eu: "Hahaha conversa sobre o quê? Fala aí, vou te passar o shampoo e vazar, porque aqui tá cheio de vapor (me fazia de durão por medo e porque não queria que minhas fantasias me fizessem viajar e fazer merda)."
Peguei o shampoo e, com a mão, passei pela ponta de trás da cortina do chuveiro (onde não cai água, haha) e falei "toma, pega."
José: "Não, não, passa pela frente, porque tô tirando o sabão."
Eu: "Ok, ok" e fiz isso, passei minha mão que já tava tremendo... sentia as gotas de água quente caindo e meu coração batendo como se fosse infartar!! Quando sinto a mão dele acariciar meu braço e... coloca a cock do lado da mão onde eu tava segurando o shampoo
aí obviamente larguei o shampoo de nervoso e ele fechou a água e puxou a cortina... eu, feito um imbecil, já tava meio abaixado pegando o shampoo e nervoso porque não entendia direito o que tava rolando, mas não parava de pensar no que tinha acabado de ver, josé completamente pelado com aquele lombrão e, sinceramente, uma cock que vinha bem bonita e dura que nem um ferro. me viro pro lado de fora e josé me pergunta "que foi?"
eu: "nada, por quê?"
e ele pega minha mão e coloca na cock dele e fala "nada, achei que tava rolando algo..."
apertei ela forte e, verdade, dava pra sentir que tava bem dura, bati uma punheta rapidinho e ele jogou a cabeça pra trás e suspirava... aproveitando que ele não tava olhando, aproximei minha boca e engoli ela inteira de uma vez. josé se tensionou por um segundo e soltou um gemido mudo, parecia que tava curtindo... virou o corpo pra onde eu tava e aí comecei a chupar ela com toda liberdade... (eu na minha cabeça não acreditava e tava com a cock tão dura que doía de como apertava a calça jeans) josé colocou as mãos atrás da minha cabeça, tipo pra controlar os movimentos, e aproveitava pra empurrar minha cabeça na direção dele pra que entrasse inteira na garganta e soltava gemido toda vez que fazia isso. eu peguei ele pelo rabo e empurrava mais forte e mais forte pra mostrar que conseguia engolir e que eu também tava curtindo pra caralho... depois de um tempo ele começa a gemer sem parar e sinto a cock dele se contrair bruscamente, me soltando uma porrada de gozo na boca. engoli como se fosse nada e continuei chupando mais um pouco até que ele se afastou porque tava fazendo cócegas, saiu, se secou com a toalha e foi se trocar. me levantei, abri os botões da minha jeans e me toquei até gozar uma porrada de porra igual à que tinha acabado de engolir. me limpei e fui pra onde ele tava se vestindo... ele me olhou e falou "vai, boludo, passa os tênis aí pra gente descer e comer".
e foi assim, ele terminou de se vestir, abrimos a porta e Descemos pra comer como se nada tivesse acontecido...
Essa foi a única vez que rolou algo com ele... Não nos afastamos nem nada, e nossa relação continuou normal depois disso... Quando terminei o colégio, não falei mais com ele... mas sempre lembro e fico fantasiando em chupar ele de novo quase toda hora...
Outro dia encontrei ele no Face e adicionei, mas acho que as circunstâncias não vão se repetir... Vou ter que continuar por aí procurando algum outro que queira que eu engula a pica inteira dele e faça eu engolir um bom jato de porra...
Espero que tenham gostado e que comentem... desculpa se ficou muito longo, mas tô tentando contar como foi... Se alguém quiser me ajudar com minha fantasia ou tiver algo pra contribuir... ou quiser que eu engula a pica e tome todo o leite dele (hétero ou o que for)... manda mensagem privada,
Mike
Este relato fala da minha relação com um colega de classe, um cara que desde que eu me dei conta que era gay (haha, bom, desde que assumi, digamos, e me resolvi mentalmente) se tornou minha fantasia constante. José (vamos chamar assim... nunca se sabe quem pode ler e nos conhecer, e comprometer terceiros, haha) era um dos 7 caras numa turma de 5º ano naquela escola... sim, sim, sim, já sei, é inacreditável, mas verdade. A real é que era uma turma super pequena, no total éramos 12... tristíssimo, haha.
Bom, embora eu tivesse claro que gostava de caras, nunca me abri porque éramos, como já sabem, muito poucos e, como dizem... cidade pequena, inferno GRANDE!! haha... O negócio é que José era meu colega de carteira e a gente tinha uma relação meio estranha. Desde o 4º ano, às vezes sentávamos juntos, mas não éramos amigos de jeito nenhum nem nos falávamos fora da escola... mas na aula, ocasionalmente, surgiam situações com uma tensão sexual enorme que, claro, não era explícita. A gente fazia brincadeiras: ele pedia pra eu acariciar o braço dele com um lápis, e ele adivinhava quando eu chegava na dobra da articulação do braço (besteira total!! mas na nossa época eram joguinhos de provocação que as gatinhas faziam com os caras... dá uma sensação muito gostosa e é bem erótico). Passávamos horas assim, e ele apoiava o braço muitas vezes entre as pernas dele pra carteira esconder e ninguém notar o que a gente fazia. De vez em quando, o lápis escapava e eu tocava no volume dele, como se estivesse distraído, e percebia que ele estava tão duro quanto eu. Às vezes, eu tentava pedir pra ir ao banheiro, rezando na minha cabeça pra ele fazer o mesmo. igual que cuando eu estava no banheiro, ele entrasse pela porta e a gente pudesse concretar nossa constante provocação... hahaha que idiota eu, né??? óbvio que nunca rolou!!!!!! hahahaha
O tempo passou e a verdade é que isso acontecia de vez em quando, mas nunca dava em nada e era meio que uma rotina pra zoar e ficar com tesão até explodir, mas só isso hahaha... finalmente, já no quinto ano, a gente acabou indo pra viagem de formatura (imagina a putaria!!! 7 caras e 5 gostosas no total!!! hahaha) por sorte combinados com outras escolas que também iam viajar pro cerro e não pro centro... pra disfarçar nossa falta triste de amigos haha.
Na viagem, deram quatro quartos pros homens, e claro que eu não fiquei no quarto com ele (merda!! que azar do caralho!!!) hahahaha embora nunca tivesse rolado nada, eu sempre fantasiava com ele, o José tinha um corpão. Ele sempre jogou rugby fora da escola e tinha os melhores atributos de quem o rugby e a genética acompanham (não os gordinhos do rugby ou o que parece um armário sem pescoço hahaha falo na brincadeira!)
Na viagem, como mais uma mina hahaha, fiquei fantasiando com um dos coordenadores que era muito gato, e que tinha uma boa onda comigo... deixando de lado a loucura de que o José se iluminasse e me desse bola (algo que nem fodendo ia rolar)... até que finalmente um dia, por ficarmos enrolando, acabamos chegando mais tarde do que o previsto no hotel.
Todo mundo tava descendo pra jantar e eu e o José acabávamos de subir pra tomar banho. O quarto onde ele tava tinha a porta do banheiro quebrada, porque de tanto zoar, tiraram ela do eixo... e chegando nos quartos ele me fala: "Ei, mano, não me faz um favor??"
Eu: "Sim, Joe, o que você quer?"
José: "Olha, ontem o Pablo (não é importante, então não perguntem quem é hahaha) quebrou a porta do banheiro, você não vem comigo pra ficar de olho pra ninguém entrar?"
(Isso parecia na minha cabeça como o cara da entrega de filme pornô que te fala onde tá a pizza 😉 e aí) Em pelotas hahaha ou alguma besteira assim) sem tentar deixar claro que a pergunta me deixava nervoso, falei 'se não tem problema, dá pra trancar o quarto e deixar a chave do lado pra ninguém entrar, né?'"
José: "É, mas como aqui no andar não ficou ninguém, não quero travar a porta por causa de algum imprevisto e não conseguir sair" (meio psicopata o cara, né? Mas fazer o quê...)
Eu: "Sim, sim, beleza, sem problema, tomo um banho rápido e vou" (e foi assim, meio empolgado... Deus sabe por quê hahaha... e meio nervoso). Tomei banho em meio segundo, me vesti e entrei no quarto onde ele estava.
José já estava trancando a porta e tinha o chuveiro ligado... ele estava de cueca box preta, meio justa, da REVER PASS... (marca meio viada, né? hahaha mas é típica de jogador de rugby haha). Ele entrou no banheiro e eu fiquei sentado na cama ouvindo (e imaginando ver) ele tirar a cueca e entrar no chuveiro. Nessa hora não tava de pau duro, mas o coração batia a 200 mil por hora e eu não sabia o que fazer... e de repente ouvi:
José: "Ô, negão, não pega a toalha pra mim que eu não trouxe? Ah, e o shampoo também."
Eu: "Sim, sim, tão aqui na cama, vou levar pra você" ... muito receoso da situação e muito tesudo, entrei dizendo "com licença, vou deixar a toalha aqui (no negócio onde pendura, sabe?) pra quando você sair já ter na mão."
José: "Perfeito, então fica aí e vai me dando conversa."
Eu: "Hahaha conversa sobre o quê? Fala aí, vou te passar o shampoo e vazar, porque aqui tá cheio de vapor (me fazia de durão por medo e porque não queria que minhas fantasias me fizessem viajar e fazer merda)."
Peguei o shampoo e, com a mão, passei pela ponta de trás da cortina do chuveiro (onde não cai água, haha) e falei "toma, pega."
José: "Não, não, passa pela frente, porque tô tirando o sabão."
Eu: "Ok, ok" e fiz isso, passei minha mão que já tava tremendo... sentia as gotas de água quente caindo e meu coração batendo como se fosse infartar!! Quando sinto a mão dele acariciar meu braço e... coloca a cock do lado da mão onde eu tava segurando o shampoo
aí obviamente larguei o shampoo de nervoso e ele fechou a água e puxou a cortina... eu, feito um imbecil, já tava meio abaixado pegando o shampoo e nervoso porque não entendia direito o que tava rolando, mas não parava de pensar no que tinha acabado de ver, josé completamente pelado com aquele lombrão e, sinceramente, uma cock que vinha bem bonita e dura que nem um ferro. me viro pro lado de fora e josé me pergunta "que foi?"
eu: "nada, por quê?"
e ele pega minha mão e coloca na cock dele e fala "nada, achei que tava rolando algo..."
apertei ela forte e, verdade, dava pra sentir que tava bem dura, bati uma punheta rapidinho e ele jogou a cabeça pra trás e suspirava... aproveitando que ele não tava olhando, aproximei minha boca e engoli ela inteira de uma vez. josé se tensionou por um segundo e soltou um gemido mudo, parecia que tava curtindo... virou o corpo pra onde eu tava e aí comecei a chupar ela com toda liberdade... (eu na minha cabeça não acreditava e tava com a cock tão dura que doía de como apertava a calça jeans) josé colocou as mãos atrás da minha cabeça, tipo pra controlar os movimentos, e aproveitava pra empurrar minha cabeça na direção dele pra que entrasse inteira na garganta e soltava gemido toda vez que fazia isso. eu peguei ele pelo rabo e empurrava mais forte e mais forte pra mostrar que conseguia engolir e que eu também tava curtindo pra caralho... depois de um tempo ele começa a gemer sem parar e sinto a cock dele se contrair bruscamente, me soltando uma porrada de gozo na boca. engoli como se fosse nada e continuei chupando mais um pouco até que ele se afastou porque tava fazendo cócegas, saiu, se secou com a toalha e foi se trocar. me levantei, abri os botões da minha jeans e me toquei até gozar uma porrada de porra igual à que tinha acabado de engolir. me limpei e fui pra onde ele tava se vestindo... ele me olhou e falou "vai, boludo, passa os tênis aí pra gente descer e comer".
e foi assim, ele terminou de se vestir, abrimos a porta e Descemos pra comer como se nada tivesse acontecido...
Essa foi a única vez que rolou algo com ele... Não nos afastamos nem nada, e nossa relação continuou normal depois disso... Quando terminei o colégio, não falei mais com ele... mas sempre lembro e fico fantasiando em chupar ele de novo quase toda hora...
Outro dia encontrei ele no Face e adicionei, mas acho que as circunstâncias não vão se repetir... Vou ter que continuar por aí procurando algum outro que queira que eu engula a pica inteira dele e faça eu engolir um bom jato de porra...
Espero que tenham gostado e que comentem... desculpa se ficou muito longo, mas tô tentando contar como foi... Se alguém quiser me ajudar com minha fantasia ou tiver algo pra contribuir... ou quiser que eu engula a pica e tome todo o leite dele (hétero ou o que for)... manda mensagem privada,
Mike
20 comentários - Cock de formandos
😉
jajaj no se si suerte son situaciones bastante aisladas jaja ... suerte hubiera sido poder repetirlo!
gracias teseo !! estuve viendo algunos tuyos tb muy buenos!
-Me gusto el relato-
Que lindo seria tener estas experiencias jeje