Fala, galera! Tô mandando esse post pra ver se vocês curtem. Essa história é real, de um amigo meu. Ele tem 22 anos, e isso aconteceu na primeira vez dele, em novembro do ano passado.
O Marcos começou a trabalhar como office boy no escritório do pai dele em junho. Lá, o Heitor (o pai) tem dois sócios: o Osvaldo, de 52 anos, e o Juan Carlos, de 45. No escritório, tinha dias que não vinha ninguém, e eu aproveitava pra levar um amigo ou ligar pro acompanhante, procurando uns caras. Só meu pai não sabia que eu era passivo.
Um dia de novembro, supostamente não ia ninguém pro escritório, só eu. Aproveitei e chamei um cara com quem já tinha ficado e rolava uma química. Umas 12h ele chegou, e a gente começou a se beijar. Tiramos a roupa, ficamos pelados. Ele sentou numa poltrona, e eu comecei a chupar o pau dele. No melhor momento, quando já ia meter, o Osvaldo entrou no escritório e nos viu. Eu não sabia como explicar, mas ele pegou uns papéis e foi embora.
Dois dias depois, a gente se viu por acaso, quando ele tava saindo pra jantar. Ele me perguntou se eu queria ir tomar alguma coisa. Falei que sim, entrei no carro e fomos. No caminho, não falamos nada. No bar, só conversamos sobre o trabalho, tomando uma cerveja. Quando a gente terminou, ele pagou e disse que ia me deixar em casa. Depois de umas quadras, ele pegou minha mão e levou até o pau dele. Me olhou, piscou o olho e pediu se eu fazia um boquete gostoso igual eu tava fazendo naquele dia pro meu amigo. O pau dele parecia que ia explodir. Falei pra ele parar numa rua escura. Enquanto isso, já comecei a tocar nele e tirei o pau dele pra fora da calça. Ele parou o carro, e eu comecei a chupar até ele gozar. Seguimos viagem até em casa. Quando chegamos, ele pediu pra repetir, e eu falei que a gente via depois. Desci do carro, entrei em casa e fui dormir.
Na semana seguinte, quase não nos vimos. Mas na sexta, ele ligou pro escritório e pediu pro meu pai me mandar na casa dele levar uns documentos no fim do expediente. Então fui às cinco da tarde, peguei um táxi. No caminho, fiquei viajando na maionese. Quando cheguei, toquei a campainha, ele me atendeu pelo porteiro e abriu de dentro. Subi até o apartamento e ele estava me esperando com a porta entreaberta. Quando entrei, ele estava completamente nu e de pau duro. Fechou a porta e começou a me beijar enquanto, com uma mão, tentava tirar minha camisa. Com a outra, enfiou a mão dentro da minha calça, tocando minha bunda. Pedi pra ele esperar, mas ele começou a tirar minha roupa, tava muito tarado. Assim que fiquei nu, desci beijando ele até chegar no pau dele, mas ele disse que queria me foder. Não falei nada, me deixei levar. Ele me pegou pela mão e fomos até a cama, e lá ele pediu de novo que queria me comer e perguntou se era minha primeira vez. Eu sorri e falei que desde os 14 anos eu já transava com homens. Isso deixou ele louco. Começou a morder meus peitos e, com um dedo já dentro da minha bunda, me jogou na cama de bruços. Começou a me preparar brincando com os dedos, e eu não aguentava mais. Levantei minha bunda na direção dos dedos dele, e ele me colocou de quatro e, devagar, foi enfiando. Eu soltei um gemido e pedi um pouco mais. Assim que entrou, começou a me foder com muita vontade, e eu me mexia, o que deixava ele doido. Ele me bombou uns 10 minutos e gozou. Ficamos os dois deitados na cama, e ele disse que nunca tinha comido alguém com tanta vontade. Fizemos de novo, e depois ele me levou pra casa. No carro, combinamos de nos ver mais vezes na cama. Desde aquele dia, duas vezes por semana a gente transava na casa dele ou no escritório. Um dia, no fim de janeiro, aproveitando que minha família estava de férias, ele me convidou pro sítio no fim de semana, e eu não pude recusar. Ele passou pra me buscar sexta-feira umas 7 da tarde e fomos pra Pergamino. Na viagem, que foi tranquila, ele comentou que talvez fosse o outro sócio, Juan Carlos, mas eu imaginava que ele ia com a família. Quando chegamos, umas 21 horas, ele começou a preparar umas pizzas que tinha trazido. Enquanto esperávamos ficarem prontas, começamos a nos beijar e a nos tocar. quando a gente tava se esquentando, ele levantou, tirou as pizzas do forno e a gente começou a comer enquanto via TV. ele falou que ia passar a melhor noite em anos. a gente terminou de comer e eu perguntei quando o Juan Carlos chegava, e ele disse que provavelmente de manhã. serviu uns uísques e colocou um filme. depois de um tempo, a gente se tocou de novo e ele pediu pra gente ir pro quarto. a gente levantou e foi. lá, a gente se pelou e ele se jogou na cama de barriga pra cima, e eu de quatro comecei a chupar a pica dele. no melhor da brincadeira, senti uma mão abrindo minha buceta. quando parei de chupar pra ver quem era, senti um dedo entrando dentro de mim. o Osvaldo pediu pra eu continuar, que não tinha problema, era o Juan Carlos que tinha entrado porque ele tinha comentado como eu era puto e como eu gostava de pica. então fiquei tranquilo, continuei chupando, e o Juan Carlos tirou os dedos e começou a meter a língua. eu já tava gemendo, me sentia uma mulher, até que não aguentei e pedi pro Juan Carlos meter. o Osvaldo disse "não, porque vai doer, deixa eu te foder primeiro". eu perguntei por que ia doer, e o Juan Carlos falou "olha o que eu tenho". me virei e me deparei com uma pica enorme, perguntei o tamanho e ele mandou um 25x7. pedi pro Osvaldo me deixar experimentar, e ele autorizou. então o Juan Carlos continuou com a língua por mais um tempo, quando viu que eu tinha aberto, colocou a cabeça. eu relaxei um pouco o corpo e pedi pra ele me comer devagar. o Osvaldo ficou na minha frente, colocou a pica na minha boca e eu continuei chupando enquanto o Juan Carlos ia metendo até entrar tudo. não sei como, mas entrou. eu sentia que tava morrendo. a gente ficou uns 15 minutos até os dois gozarem juntos. ele continuou bombando, e o Osvaldo disse "agora é minha vez, se você não tá cansado". eu falei que não, que minha buceta tava com saudade. então ele colocou a pica dentro da minha buceta e começou a me foder. o Juan Carlos ficou um tempo olhando e, quando viu que eu era muito puto e tava gostando, pediu pra eu chupar ele também. Ficamos até que o Osvaldo terminou, gozou e morreu. Eu continuei chupando aquela pica enorme, o Juan Carlos não gozava e minha boca já tava doendo. Aí pedi pra ele me comer. Ele se surpreendeu e disse que era exatamente o que ele queria, porque adorou minha bunda. Então fiquei de quatro e ele, sem o Osvaldo, me deu uma foda que durou umas meia hora. Ficamos sábado e domingo assim, cada um me comia um pouco. Meu velho e o Osvaldo não sabem, mas com o Juan Carlos a gente se vê todo dia. Eu adorei aquela pica enorme que ele tem, e ele adorou minha bunda aguentadora. Espero que vocês me aprovem.
O Marcos começou a trabalhar como office boy no escritório do pai dele em junho. Lá, o Heitor (o pai) tem dois sócios: o Osvaldo, de 52 anos, e o Juan Carlos, de 45. No escritório, tinha dias que não vinha ninguém, e eu aproveitava pra levar um amigo ou ligar pro acompanhante, procurando uns caras. Só meu pai não sabia que eu era passivo.
Um dia de novembro, supostamente não ia ninguém pro escritório, só eu. Aproveitei e chamei um cara com quem já tinha ficado e rolava uma química. Umas 12h ele chegou, e a gente começou a se beijar. Tiramos a roupa, ficamos pelados. Ele sentou numa poltrona, e eu comecei a chupar o pau dele. No melhor momento, quando já ia meter, o Osvaldo entrou no escritório e nos viu. Eu não sabia como explicar, mas ele pegou uns papéis e foi embora.
Dois dias depois, a gente se viu por acaso, quando ele tava saindo pra jantar. Ele me perguntou se eu queria ir tomar alguma coisa. Falei que sim, entrei no carro e fomos. No caminho, não falamos nada. No bar, só conversamos sobre o trabalho, tomando uma cerveja. Quando a gente terminou, ele pagou e disse que ia me deixar em casa. Depois de umas quadras, ele pegou minha mão e levou até o pau dele. Me olhou, piscou o olho e pediu se eu fazia um boquete gostoso igual eu tava fazendo naquele dia pro meu amigo. O pau dele parecia que ia explodir. Falei pra ele parar numa rua escura. Enquanto isso, já comecei a tocar nele e tirei o pau dele pra fora da calça. Ele parou o carro, e eu comecei a chupar até ele gozar. Seguimos viagem até em casa. Quando chegamos, ele pediu pra repetir, e eu falei que a gente via depois. Desci do carro, entrei em casa e fui dormir.
Na semana seguinte, quase não nos vimos. Mas na sexta, ele ligou pro escritório e pediu pro meu pai me mandar na casa dele levar uns documentos no fim do expediente. Então fui às cinco da tarde, peguei um táxi. No caminho, fiquei viajando na maionese. Quando cheguei, toquei a campainha, ele me atendeu pelo porteiro e abriu de dentro. Subi até o apartamento e ele estava me esperando com a porta entreaberta. Quando entrei, ele estava completamente nu e de pau duro. Fechou a porta e começou a me beijar enquanto, com uma mão, tentava tirar minha camisa. Com a outra, enfiou a mão dentro da minha calça, tocando minha bunda. Pedi pra ele esperar, mas ele começou a tirar minha roupa, tava muito tarado. Assim que fiquei nu, desci beijando ele até chegar no pau dele, mas ele disse que queria me foder. Não falei nada, me deixei levar. Ele me pegou pela mão e fomos até a cama, e lá ele pediu de novo que queria me comer e perguntou se era minha primeira vez. Eu sorri e falei que desde os 14 anos eu já transava com homens. Isso deixou ele louco. Começou a morder meus peitos e, com um dedo já dentro da minha bunda, me jogou na cama de bruços. Começou a me preparar brincando com os dedos, e eu não aguentava mais. Levantei minha bunda na direção dos dedos dele, e ele me colocou de quatro e, devagar, foi enfiando. Eu soltei um gemido e pedi um pouco mais. Assim que entrou, começou a me foder com muita vontade, e eu me mexia, o que deixava ele doido. Ele me bombou uns 10 minutos e gozou. Ficamos os dois deitados na cama, e ele disse que nunca tinha comido alguém com tanta vontade. Fizemos de novo, e depois ele me levou pra casa. No carro, combinamos de nos ver mais vezes na cama. Desde aquele dia, duas vezes por semana a gente transava na casa dele ou no escritório. Um dia, no fim de janeiro, aproveitando que minha família estava de férias, ele me convidou pro sítio no fim de semana, e eu não pude recusar. Ele passou pra me buscar sexta-feira umas 7 da tarde e fomos pra Pergamino. Na viagem, que foi tranquila, ele comentou que talvez fosse o outro sócio, Juan Carlos, mas eu imaginava que ele ia com a família. Quando chegamos, umas 21 horas, ele começou a preparar umas pizzas que tinha trazido. Enquanto esperávamos ficarem prontas, começamos a nos beijar e a nos tocar. quando a gente tava se esquentando, ele levantou, tirou as pizzas do forno e a gente começou a comer enquanto via TV. ele falou que ia passar a melhor noite em anos. a gente terminou de comer e eu perguntei quando o Juan Carlos chegava, e ele disse que provavelmente de manhã. serviu uns uísques e colocou um filme. depois de um tempo, a gente se tocou de novo e ele pediu pra gente ir pro quarto. a gente levantou e foi. lá, a gente se pelou e ele se jogou na cama de barriga pra cima, e eu de quatro comecei a chupar a pica dele. no melhor da brincadeira, senti uma mão abrindo minha buceta. quando parei de chupar pra ver quem era, senti um dedo entrando dentro de mim. o Osvaldo pediu pra eu continuar, que não tinha problema, era o Juan Carlos que tinha entrado porque ele tinha comentado como eu era puto e como eu gostava de pica. então fiquei tranquilo, continuei chupando, e o Juan Carlos tirou os dedos e começou a meter a língua. eu já tava gemendo, me sentia uma mulher, até que não aguentei e pedi pro Juan Carlos meter. o Osvaldo disse "não, porque vai doer, deixa eu te foder primeiro". eu perguntei por que ia doer, e o Juan Carlos falou "olha o que eu tenho". me virei e me deparei com uma pica enorme, perguntei o tamanho e ele mandou um 25x7. pedi pro Osvaldo me deixar experimentar, e ele autorizou. então o Juan Carlos continuou com a língua por mais um tempo, quando viu que eu tinha aberto, colocou a cabeça. eu relaxei um pouco o corpo e pedi pra ele me comer devagar. o Osvaldo ficou na minha frente, colocou a pica na minha boca e eu continuei chupando enquanto o Juan Carlos ia metendo até entrar tudo. não sei como, mas entrou. eu sentia que tava morrendo. a gente ficou uns 15 minutos até os dois gozarem juntos. ele continuou bombando, e o Osvaldo disse "agora é minha vez, se você não tá cansado". eu falei que não, que minha buceta tava com saudade. então ele colocou a pica dentro da minha buceta e começou a me foder. o Juan Carlos ficou um tempo olhando e, quando viu que eu era muito puto e tava gostando, pediu pra eu chupar ele também. Ficamos até que o Osvaldo terminou, gozou e morreu. Eu continuei chupando aquela pica enorme, o Juan Carlos não gozava e minha boca já tava doendo. Aí pedi pra ele me comer. Ele se surpreendeu e disse que era exatamente o que ele queria, porque adorou minha bunda. Então fiquei de quatro e ele, sem o Osvaldo, me deu uma foda que durou umas meia hora. Ficamos sábado e domingo assim, cada um me comia um pouco. Meu velho e o Osvaldo não sabem, mas com o Juan Carlos a gente se vê todo dia. Eu adorei aquela pica enorme que ele tem, e ele adorou minha bunda aguentadora. Espero que vocês me aprovem.
7 comentários - O amigo do meu pai e o parceiro dele