Relato Gay - Una noche inesperada (Deseoso de verga)


Relato Gay - Una noche inesperada (Deseoso de verga)
Uma noite inesquecível


Oi! Meu nome é Christopher, tenho 18 anos e essa foi uma das fodas mais inesperadas e gostosas que já tive.


Parte da minha família estava visitando um dos meus tios no hospital da cidade, que tinha sofrido um ataque cardíaco. Naquele dia, não fui porque não estava me sentindo muito bem (tarado sem pau nenhum pra me alegrar).

Aquele dia não tinha sido lá essas coisas, não fiz nada divertido e ainda por cima estava de mau humor. Eram umas 7 da noite e eu estava sozinho em casa, excitado, muito puto e ansioso por um pau grande e suculento pra gozar. Fui pro meu quarto ver TV e quase caí no sono, quando de repente ouço a porta. Alguém batia e eu tinha que ir ver quem era. Fiquei super surpreso quando vi meu primo, chamado Eduardo. Ele tem 25 anos, é ativo 100%, na verdade ele se diz heteroflexível, já que só transou com poucos homens. Ele é moreno claro, alto, musculoso, peludo, com boas pernas, costas largas, braços enormes, mãos fortes, cabelo escuro e uma voz grossa e super máscula, daquelas que na minha infância já me faziam delirar. Ele é completamente diferente de mim, já que sou de pele branca, cabelo claro, pele lisa, sem pelos, bem magro e além disso muito sexy e provocante... sou passivo 100%, sedutor e muito sexual. Abri a porta e o cumprimentei:

— Oi Eduardo, como você tá? E aí, o que faz por aqui?

Ele olhou pros lados, me encarou e disse:
— Nada, só tava por perto e queria passar um tempo aqui pra te ver. Além disso, vi sua tia no hospital e ela disse que você tava aqui.

Fiquei surpreso — Ah, tá explicado! Ela foi embora e eu fiquei aqui, não tô me sentindo muito bem. Bom, se quiser, entra.

Entramos e fomos pra sala de estar, onde tava passando um programa de vídeos engraçados, que na real não me causam a menor graça. Ele, tão gostoso e másculo como sempre, sentou, e eu também, e ficamos quase imóveis vendo TV... O silêncio já tava ficando estranho. Perguntei:

— Eduardo, quer um suco, água ou refrigerante?

— Água tá bom — ele respondeu com um tom seco e pouco. Entusiasta, fui pra cozinha.
Abri a geladeira, peguei o copo e servi a água até quase derramar. Me sentia confuso, muito nervoso e inquieto porque não sabia realmente qual era o motivo da visita dele e suas intenções.
Ele e eu fazia mais de 3 anos que não tínhamos contato seguido, muito menos relações sexuais como quando éramos crianças e experimentávamos e nos descobríamos sexualmente.

Voltei pro sofá, entreguei o copo com água e me sentei de novo. A gente conversou sobre várias coisas, tipo estudos, música e qualquer merda que me vinha na cabeça. Enquanto falávamos, dava pra sentir a vontade dele... vontade de algo mais do que conversar.
A gente ficava se olhando fixamente. Eu sabia que ele me queria, e meus olhares me entregavam. Eu morria de vontade de ter ele de novo, sentir a pele dele, os beijos, as carícias, os braços fortes me segurando e me fazendo dele...

Esses olhares intensos continuaram por um tempo, enquanto eu ainda me sentia nervoso e cheio de desejo por ele.
Passou uma hora desde que ele tinha chegado, quando ele se levantou e disse:

— Bom, valeu pela água, vou nessa, Christopher.
Decepcionado e com a língua presa, soltei:
— Não! Não vai ainda, fica mais um pouquinho — sugeri com voz doce.
— Tá bom, eu fico. Mas pra quê? — ele franziu a testa.
— Bom, o que você quer fazer? — falei com um tom de insinuação.
— Não sei, me diz você o que quer — ele sorriu, e eu vi os dentes perfeitos dele. Era um sorriso safado.

Não consegui me segurar mais e abracei ele, e a gente começou a se beijar. Coloquei meus braços nos ombros dele, e ele me segurou com os braços musculosos e fortes na cintura, enquanto eu sentia os lábios dele roçando os meus, e sentia o áspero do queixo dele. Um beijo suave, apaixonado e cheio de desejo... Senti nossas línguas se tocando e a gente devorando os lábios um do outro — me sentia emocionado e excitado, queria sentir o poder dele sobre mim... dentro de mim...

A gente foi pro meu quarto, onde fazia frio por causa do ar-condicionado. Sentamos na cama enquanto nos beijávamos sem parar. Ele Tirei a camiseta dele e pude ver os abdominais super definidos e aquele corpo de macho que me excita tanto... Ele tirou a calça sozinho, ficando só de cueca, me levantou e se colocou atrás de mim, beijando meu pescoço, minhas costas... enquanto me despia ao mesmo tempo... Eu podia sentir o pau dele duro, roçando nas minhas nádegas macias... Ele esfregava o pênis... estava duro e maior da última vez que senti, o pau dele queria entrar, queria enfiar numa bunda faminta, talvez uma como a minha...

Me despi completamente e tirei a cueca dele, vendo o pau enorme, duro, grande e cabeçudo, depilado, com a cabecinha rosada e meio babadinha. Peguei nele e comecei a bater uma até não aguentar mais e comecei a chupar... Estava delicioso, durinho, quente e com aquele cheiro de macho que me deixava louca. Passava a língua por todos os lados e metia na boca uma vez e outra, estava divino, chupava com loucura. Ele me dizia: "Que gostoso você chupa, priminho, come ele todo, completinho."

Eu obedecia e engolia até as bolas... Depois tirei e comecei a chupar as bolas dele, divinas, eram meio peludas mas cheiravam a macho tarado, lambi e continuei chupando mais e mais...

Enquanto eu chupava, ele tocava minha bunda, acariciava, quando ele disse:
"Você quer que eu te coma gostoso? Vai me dar a bunda, Chris?"
"Sim, sim, quero, quero muito", eu disse, minha voz saiu impaciente.

Ele me pegou pela cintura e me deitou na cama de bruços, ficando por cima de mim. E começou a me penetrar... "Uhm... ah!... Calma, tá doendo muito", eu disse.

Ele esperou uns segundos e tentou de novo, foi enfiando devagar e doía, eu me queixava e gemia de dor, fazia tempo que minha bunda não sentia aquela sensação de uma pica grande.
"Vai devagarzinho pra não doer", lembrei ele.
Foi indo aos poucos até que quase todo o pau entrou dentro de mim, era uma delícia, aquele pau de macho tão gostoso dentro de mim, ele queria me foder. Tava com vontade de me pegar e foi assim que confirmei quando ele me disse...
- Quero te comer gostoso, Chris, vou meter com força agora - foi um aviso.
Eu só sorri e ele começou...
Ele metia forte e em ritmos diferentes... parava um pouco, descansava enquanto beijava meu pescoço, eu tava completamente entregue a ele... me sentia desejado e dominado por ele... e ele foi aumentando mais e mais -
- Vai, mais forte assim, mete tudo, que gostoso! Assim, me dá mais - eu falava excitado -
- Tá gostando? - Tá gostando assim, né? - Siiim, que delícia, assim, ahh mete mais, tudinho - eu falava gozando com o pau dele dentro de mim. Eu me queixava, doía sim, mas era uma delícia. Até que senti quando ele meteu tudo completinho e deu duas estocadas contra minha bunda... senti as bolas dele roçando e o gemido de prazer dele... ele gozou, esporrou...
Esporrou dentro de mim... encheu meu cu de porra quente... me senti completamente dele, gemia de prazer e ele me abraçava forte com os braços musculosos enquanto deixava minha bunda ardendo e escorrendo porra grossa.
Ficamos uns 5 minutos assim, ele deitado em cima de mim e eu de bruços... cansados da boa trepada que demos.
Depois ele levantou e foi pro banheiro, eu me deitei de barriga pra cima com um sorriso de orelha a orelha pensando no gostoso que foi...
Ele voltou, fui pro banheiro e voltei pro quarto. Ele já tinha se vestido de novo, me olhou fixamente e disse.
- Vou embora, Chris - sorrindo, já satisfeito
- Ok, vou te acompanhar -
A gente tava na porta quando ele me pegou pela cabeça e me deu um beijo.
- Chris, valeu, foi uma delícia como sempre -
- Haha! Relaxa, você também continua o mesmo, juro - falei corado e com um certo tom de vergonha

Ele abriu a porta do carro e nisso chega o carro do meu irmão Fernando, ele desceu e cumprimentou Eduardo
- O que cê tá fazendo por aqui? Já vai? - perguntou confuso
- Já sim, só passei pra dar um oi, conversei com o Chris, já tenho que ir -
- Ok, e o Chris te tratou bem? Esse é mais bobo - perguntou Fernando com tom irônico
- Sim, valeu - Bão demais! haha!" - respondi Eduardo enquanto a gente se olhava rindo da safadeza que a gente fez naquela noite...
Fim


sexo


Bunda

20 comentários - Relato Gay - Una noche inesperada (Deseoso de verga)

exelente relato , me calento mucho 🤤
Me dejaste re deseoso de sentir esa carne dura y caliente en mis nalgas
me encanto me encantaria ser vos che te pasas por mi post asi te muestro lo mioo mi culito besoss
aahhh fabulosa historia
PD> mi mail ss_trainer@hotmail.com
me re calento la historia...me re pudo mal mal
Hola soy mujer bisexual,aunq nunca tuve experiencia con mujeres
no se porque me calienta taaaaaaaanto los relatos de hombres,la verdad me encantaria poder estar en una orgia y ver como se cojen
me hizo cachondear con la idea de estar con mas de un primo buenazo que tengo, pero siento que le falto un poco mas de picante, estoy seguro que si lo hubieras contado mas rudo ahora estuviera largando mi lechita de una paja hacia ti que debes de tener un culo hermoso como para bañarlo
Gaybb +1
JAJAJA..... me dio un poco de gracia la parte en que tu hermano llego y le pregunto si lo trataste bien.....
y aproposito yo tambien tuve algo con mis primos por que tuve muchos primos cachondos y qie primitos que tube

pero en fin....buena historia
kramalo -1
buena idea de post... pero medio pobre estuvo el relato, muy apurado, todo rápido. y por el culito, entiendo, que no hay que andar apurado.....saludos
caliente... 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤