Minha história com o taxista parte 2

Bom, aqui vai a segunda parte da minha história com o taxista e a minha mulher... espero que vocês gostem.........

No dia seguinte, tudo parecia normal. Talvez um pouco dolorido na cintura e com um certo ardor no cu, mas nada mais. No entanto, conforme a hora de sair se aproximava, minha mente pensava cada vez mais no taxista, naquela cock descomunal que tinha enchido meu cu de porra e me feito rebolar a bunda como nunca. Finalmente chegou a hora, espiei pela janela do escritório e o vi, ele estava lá fora com uma roupa parecida com a de antes, uns shorts e uma camiseta, parecia tão gostoso que só de olhar já tava de pau duro. Liguei pra casa pra dizer que ia ter que ficar até mais tarde e saí pra encontrar meu macho.
- Oi, como cê tá? – saudei ele com entusiasmo enquanto entrava no táxi.
- Tô bem tarado, olha como eu tô – respondeu, acariciando o pacotão enorme que se destacava no shorts dele.
Assim fomos conversando enquanto seguíamos pro norte da cidade, não perguntei sobre a mudança de rota, mas logo ele explicou.
- Olha, chegamos, essa é a casa de um amigo, ele me emprestou pra gente se divertir, ele chega tarde, então agora o lugar é só nosso – respondeu enquanto entrávamos na casa.
A ideia de estar na casa de outra pessoa não me agradava, mas ele já tinha tirado a roupa e me mostrava a cock balançando entre as pernas, esperando minhas carícias, então qualquer pensamento na minha mente ficou em segundo plano. Me ajoelhei na frente dele pra começar a chupar aquele pênis delicioso. Aos poucos ele foi ficando duro e me fez levantar, me segurou pela bunda e me apertou contra ele, aí veio o beijo, sim, aquele cara sabia que cada beijo me fazia tremer e tava repetindo a dose.
Ele me levou pra cama e, diferente do dia anterior, se jogou em cima de mim e, colocando minhas pernas nos ombros dele, me penetrou. Doeu a estocada, mas aguentei. Esse homem não era tão carinhoso quanto da primeira vez, era mais bruto, mas eu gostava de sentir ele dentro de mim. sentir como a sua pica enorme chegava onde nenhuma outra tinha chegado. Então veio meu prêmio, o pau dele pulsou dentro de mim pra encher meu cu de porra.
- Desculpa a grosseria, mas depois da noite passada eu precisava arrombar teu cu de novo – ele disse enquanto tirava a pica e se levantava.
- Não tem problema… acho que meu cu precisava disso… – respondi me levantando na frente dele pra buscar os lábios dele de novo.
- Por isso que eu gosto de você, … quer beber algo? – ele perguntou e a gente foi pra cozinha.
- Sim, papai, quero porra – falei enquanto me ajoelhava de novo na frente dele pra chupar o pau dele.
- Vamos pra cama porque quero que teu cu se acostume com meu pau – ele disse me dando um tapão na bunda.
Me coloquei de quatro esperando receber a língua dele no meu cu, mas em vez disso levei uns tapas e a pica enorme dele. O filho da puta tava no plano de macho dominador e eu ia entrar na brincadeira. Comecei a rebolar no ritmo do pau dele enquanto ele me dava tapas fortes na bunda. A sensação era simplesmente deliciosa. Cada estocada era mais vigorosa que a anterior e isso me fazia gozar mais. Então ele parou e disse:
- Olha, tenho uma surpresa pra você, esse é meu amigo, o dono da casa… e esse é o cara que te falei que comi ontem à noite.
- Oi, prazer – disse aquele homem que tava ao lado da cama só de cuequinha que parecia que ia estourar e completou – continuem no que estavam, não liguem pra mim.
- Tentei me soltar da pica do taxista mas ele não deixou, me segurou pela cintura e recomeçou a metida e chamou o amigo pra se juntar.
- Esse guri mama bem gostoso e já falou que queria porra pra beber hehehe não é? – e uns tapas na bunda ecoaram no quarto.
O outro cara se ajeitou na minha frente e me ofereceu o pacote. Não sabia o que fazer, algo me dizia que devia recusar, mas aquele pau que se desenhava na cuequinha do homem tava bem apetitoso e a pica enorme que tava me enquanto o taxista me comia, eu me contorcia de prazer. Então não tive escolha: puxei a cueca do outro e liberei uma bela rola morena pra começar a chupar.
O outro cara gozou quase na hora, engoli o leite dele e ele foi embora. Já meu parceiro experiente demorou um bom tempo pra gozar. Naquele momento, percebi que estava à mercê dele. Faria qualquer coisa pra sentir aquela piroca gostosa que me preenchia como nenhuma outra.

— Que rabo gostoso você tem! Se não fôssemos casados, pediria pra você morar comigo pra te comer todo dia — disse o taxista enquanto se deitava ao meu lado.

— E por que você convidou seu amigo? — perguntei, imaginando como seria viver com aquele garanhão que toda noite me faria gozar na cama.

— Ora, ele é o dono da casa, e com uma boquete a gente ganha a chance de trepar aqui — disse ele, todo tranquilo, e completou — porque ir todo dia pro hotel fica caro, e não vou meter a rola na sua casa na frente da sua esposa.

— Tá bom, mas podia ter me avisado... além do mais, ele tem uma piroca deliciosa — falei.

— Não seja putinho, lembra que essa bundinha é só minha e não quero você dando ela por aí... você só tem direito de comer sua esposa — disse em tom de brincadeira e perguntou — e sua mulher não desconfiou por que você chegou tão tarde?

— Não, nada disso, na verdade cheguei e comi ela — falei orgulhoso — meti naquele cu gostoso dela e enchi de leite.

— Encheu igual eu enchi você? — perguntou curioso.

— Não, papai, igual você ninguém — falei, e ele me beijou.

Assim começamos mais uma sessão de sexo que terminou como as anteriores, com os dois gozando pra caralho. Quando acabamos, nos vestimos e fomos nos despedir do amigo dele, pra quem dei mais um boquete pra agradecer a hospitalidade. No caminho pra minha casa, o taxista disse algo que me deixou totalmente confuso.

— E se você falar pra sua esposa se a gente faz um menage — ele sorriu e completou — diz pra ela que eu tenho uma rola boa e que te como muito bem.

— Quê? Você é louco... e se ela Pergunta como é que eu sei? – falei em tom de brincadeira.
– E você diz que já provou ela hahaha – e nós dois caímos na gargalhada.
Depois de nos despedirmos. Entrei em casa e encontrei minha mulher na sala, novamente seminua, então imaginei que ela queria mais uma sessão de sexo como na noite anterior. Mas quando me aproximei dela, ela me parou, mostrando minha cueca do dia anterior.
– O que significa isso? – ela perguntou enquanto estendia a cueca na minha frente, mostrando uma mancha – cheira e me diz que não é porra.
– Não é o que você tá pensando – falei, sabendo que era óbvio.
– Esses são seus trabalhos extras… e hoje? Também trabalhou nisso hoje? – ela disse e, de forma inquisitiva, ordenou – me mostra a cueca!
– Mas… pra que você quer ver? – falei, lembrando que tinham acabado de encher meu cu de porra três vezes.
– Me mostra! – ela gritou e não tive escolha a não ser obedecer, abaixei a calça e deixei ela me revistar.
Depois de confirmar o que era evidente, ela começou a chorar e eu comecei a explicar o que tinha acontecido. Claro que fiz ela entender que o taxista tinha me seduzido e quase, quase, me obrigado a fazer de novo sob a ameaça de contar o que rolou na noite anterior. E então ela começou a perguntar coisas mais específicas, se tinha doído, se ele era muito grande, se eu tinha gostado, quantas vezes a gente fez, em que posições.
– Por que você quer saber tudo isso, meu amor? – perguntei.
– Deixa eu passar um creminho pra não doer… olha como ele deixou você, bem aberto – ela disse enquanto os dedos dela fuçavam no meu cu.
Quando ela começou a passar o creme, instintivamente levantei minha bunda e ela percebeu que eu tava gostando daquilo e começou a enfiar e tirar os dedos do meu cu. Era como se ela estivesse me comendo. Então me virei e peguei ela nos meus braços pra comer ela. A gente fez em várias posições, mas quando enfiei no cu dela, nós dois gozamos juntos.
– Como é possível que sendo tão Você já deixou alguém te comer?" – ela me perguntou enquanto eu a abraçava.
"É que se você visse a pica dele, aposto que também ia ficar com vontade" – falei sem perceber que estava oferecendo ela.
"Pois é, teria que ver e talvez eu me anime kkkk" – ela respondeu sorrindo.
"Quer conhecer ele?" – perguntei na lata.
"Não... Quer dizer, será que eu realmente fico com vontade?" – ela respondeu curiosa.
Não falei mais nada, meti de novo no cu dela e abracei com toda força até encher o rabo dela de porra de novo.
No dia seguinte, não conseguia me concentrar. Antes de sair de casa, perguntei de novo pra minha mulher se ela queria conhecer o taxista, mas ela não respondeu, só sorriu e me deu um suspensório que ela achava sexy pra eu usar naquele dia. Fiquei pensando no taxista e no que tinha conversado com a minha mulher. Por um lado, me dava muito tesão imaginar minha mulher sendo comida pela piroca do taxista, mas por outro, sentia um ciúme de dividir a minha mina. Não sabia o que fazer, mas quando chegou a hora de sair e eu vi ele me esperando no táxi, a razão me abandonou.
"Já pronto pro seu massagem de próstata?" – ele perguntou enquanto ligava o carro.
"Sim, pai, tô ansioso" – falei enquanto olhava a virilha dele, os shorts que ele usava estavam mais apertados que os do dia anterior e ele tava mais gostoso, e talvez isso me animou a falar – "mas vamos pra minha casa."
"Pra sua casa? E a sua mulher, como é que fica?" – ele me interrogou, e eu fiquei calado, então ele captou a mensagem na hora – "Então vou realizar o sonho de te comer na frente da sua patroa."
No caminho pra casa, ele foi me contando tudo que podia fazer com a gente. Por alguns momentos, pensei em me arrepender, mas quando estávamos na frente de casa e minha mulher saiu pra nos receber, soube que a sorte estava lançada.
"Agora entendi" – disse minha mulher enquanto entrávamos em casa.
"Agora entendeu o quê?" – perguntei.
"Olha só que pacotão... não é à toa que você acabou cedendo..." – disse minha mulher sem tirar os olhos do pacotão enorme dele.
"Sim senhora, e agora estou à sua disposição – acrescentou o taxista tirando a camiseta e oferecendo o pacote para minha mulher.
Minha mulher me olhou e, sorrindo, foi na direção dele. Não houve explicações nem apresentações, simplesmente se ajoelhou na frente do taxista e abaixou o zíper do shortinho para procurar o pau dele.
- Nossa! É enorme! Posso? – perguntou ela ao libertar aquele pênis que tanto me fez gozar nos últimos dias.
- Claro, pode ir em frente, é toda sua… e você vem aqui – ele fez um sinal para eu me aproximar.
Ele desabotoou minha calça enquanto minha mulher já estava chupando o pau dele. Quando descobriu que eu só estava de suspensório, sorriu e começou a acariciar minhas nádegas, cravando de vez em quando os dedos na minha bunda enquanto nossas línguas se enrolavam.
- Quem vai primeiro? – perguntou ele enquanto batia com força nas minhas nádegas.
Minha mulher e eu nos olhamos sem saber o que responder, mas foi ele quem decidiu: levantou minha mulher nos braços e a levou para o quarto. Eu os segui enquanto mil ideias passavam pela minha cabeça, mas quando ele a colocou de quatro, senti inveja dela, queria estar no lugar dela e sentir aquele delicioso pau dentro de mim.
- Ah, é enorme! – gritou ela enquanto o meu macho enfiava na buceta dela.
- Sua senhora é bem apertadinha… Agora chupa ele – ordenou ele, e sem hesitar obedecemos. Me posicionei na frente da minha mulher para oferecer meu pau, e ela imediatamente começou a chupá-lo enquanto aquele cara a comia sem parar.
Acho que a excitação dos três era imensa. Só se ouviam gemidos e as palmadas que ele dava na bunda da minha mulher. Eu só via aquela pica enorme sumindo uma e outra vez dentro daquela buceta gulosa, então me acomodei debaixo dela para fazer um 69 que me permitisse chegar perto da pica do taxista. Eu estava pegando fogo e comecei a alternar lambidas na buceta e no pau que a penetrava, fazendo os dois estremecer os dois. Era evidente que ela era quem mais gozava.
– Quero vocês dois dentro de mim – ela nos implorou.
– Você é tão piranha quanto seu marido kkkk – ele riu e completou – Monta na pica dele pra eu te enfiar no cu.
– Não, papai, você tem ela muito grande, melhor você pela buceta – ela pediu, mas a resposta foram umas boas palmadas e uma tentativa de enfiar no cu dela – Aiiii! Dói!
– Bom, obedece... – ele ordenou e ela enfiou minha pica na buceta enquanto ele começava a chupar o cu dela, fazendo-a suspirar.
– Ai, meu amor, como você aguenta ele todo? – ele me perguntou enquanto preparava o cu dela pra enfiar.
– Relaxa e... – o peso do corpo do taxista se fez sentir.
– Ahhhhhhhhhhhhhhhhhh – ela gemeu enquanto eu sentia a pica daquele garanhão roçando na minha ao se alojar no cu da minha mulher.
– Pronto, viu como aguenta, piranha – ele disse enquanto minha mulher tensionava o corpo todo ao se sentir invadida pelas nossas picas.

Não houve palavras, só foi sexo, sexo e mais sexo. Eu beijava ela enquanto via o rosto dela ficar vermelho vivo. Os gemidos dela pareciam nos incentivar a comer ela com mais vontade. Aos poucos, fomos nos encaixando e os três começamos a gozar. Ela foi a primeira a soltar gritos de prazer, mostrando que tava tendo um orgasmo como nunca. Uns instantes depois, quase ao mesmo tempo, eu e o macho começamos a derramar nossas porras nos buraquinhos dela. O "sanduíche" mais gostoso da minha vida tinha sido consumado. Ficamos os três abraçados e em silêncio por uns instantes.

– Temos que repetir, meu amor, foi delicioso – ela disse enquanto desfazíamos o abraço e ela entrava no banheiro.
– Que cu gostoso que ela tem! É a foda mais gostosa que já tive – ele disse olhando pro teto enquanto se acariciava a pica.
– O quê?! Mais gostosa que as que você teve comigo? – reclamei com um pouco de ciúme.
– Não seja bobinho, seu cu é meu favorito, me faz um boquete pra te provar – ela disse e eu obedeci na hora.
Peguei na rola dele e comecei a chupar enquanto ele enfiava a mão na minha bunda. Na mesma hora aquele pau lindo deu sinais de vida e em minutos já tava durasso apontando pro teto. Não perdi tempo e montei nele. Busquei os lábios dele enquanto aquele pedaço de carne dura se alojava no meu cu.
– Ai, papai, que gostoso que tu tem – gemi, e foi quando olhei pra minha mulher do lado da cama, vendo o maridinho dela ser sodomizado de boa vontade. Senti uma ponta de vergonha e tentei sair, mas o taxista não deixou e, com um movimento esperto, me virou e ficou por cima, com minhas perninhas nos ombros dele.
– Fica tranquilo, meu amor… eu sei que tu gosta… aproveita… – ela disse, enquanto observava cada detalhe da surra de pica que eu tava tomando.
Na hora me relaxei e me deixei levar pelo meu amante. Ele parecia se esforçar ao máximo, me comeu em cada posição que vinha na cabeça enquanto minha mulher se masturbava do meu lado. Por isso, quando ele encheu meu cu de porra, me senti nas nuvens.
A partir daquele dia, minha vida se estabilizou de vez: arrumei um amante pra mim e pra minha mulher, e até nas corridas de taxi saí ganhando kkkk.Se você perdeu a parte 1, pode entrar aqui:

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Valeu a todos, espero que vocês gostem. Se curtirem, comenta aí, não custa nada, e se não curtir também, tudo é bem-vindo...

Até o próximo post...

17 comentários - Minha história com o taxista parte 2

chido el post nomas que yo no aria eso que iso ese wey con el tzxista
muy pero muy bueeeeenoooo!!!la verdad que me re calenteeee!!y me dedique una para cada post!!jajaja te felicito!!
Teseo79 +1
A favoritos!!!! Que calentura que me agarre con tus relatos!!! jajaja ahora mas aliviado comento y te agradezco el buen momento!
la paja que me acabo de mandar no tiene nombre!!! muy bueno el relato!
Juaaaa el que no le guste lo que leyó es un tarado !! para que lee no ??
a mi me encanto !! me hicer reberenda paja con el relato esta muuuuy bien logrado me re calento !
xStyle
😛 😛 😛 😛 🤤 🤤 🤤
yo ni loco haria algo asi, y menos prestar a mi mujer
estas re loco
Te salio bien de pedo... pero la verdad es que el relato esta para dedicarle una de esas pajas vi ai pi!
me moje todo...
😬 😬 🤤 🤤 🤤 🤤
muy bueno...!!! bien caliente. en serio, te salio de culo....jaaa.
Uhh, me re calentó y soltar la lechona fue inevitable...
muyyy buenooo te di puntos y aacabeee 💦
Me meti 4 dedos en el ano esta muy riquito lo hacia mientras leia estas palabras tan exitantes
Muy excitante me gustaría estar en tu lugar