Oi, obrigado.Parece que você enviou apenas "andreseg", que não é uma frase em espanhol para traduzir. Pode ser um nome ou um erro de digitação. Por favor, forneça o texto em espanhol que deseja traduzir para o português brasileiro.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.marinheiro75Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.... por vocês escrevi este outro capítuloEspero que vocês gostem, e essa é mais o começo da nova aventuraDepois que terminou completamente, ele puxou meu braço e me fez deitar com ele, me abraçou e não dissemos mais nada. Fiquei pensando no que tinha feito, acho que não estava totalmente certo, mas tinha adorado, e mesmo sentindo minha boca cansada, estava feliz de certa forma. Pensando no momento, dormi até o dia seguinte...
No dia seguinte, acordei antes dele, ou pelo menos era o que eu achava... Estava coberto por um lençol, minha cabeça doía, estava com sede, um pouco cansado e me sentia confuso. E pra piorar, tinha um gosto estranho na boca... Depois, abaixei a cabeça e vi o braço dele me rodeando, e comecei a lembrar das coisas... Não sabia se tocava nele ou me afastava e saía correndo pra nunca mais vê-lo. Estava tão confuso que não tinha certeza se tinha sido um sonho ou realidade... Só lembrava de coisas em partes, mas lembrei do gosto na minha boca, e isso serviu de prova pra saber que tinha sido mais que verdade.
Quando ele acordou, acho que aconteceu a mesma coisa com ele, só que como estávamos na casa dele, acho que ele se sentiu um pouco mais seguro. Ele me perguntou se eu estava com fome... Era a última coisa que eu pensava em fazer, comer, mas eu disse que sim. Ele se levantou e me mandou deitar no sofá. Quando me levantei, só estava de cueca, igual a ele, e fiquei com vergonha, então puxei o lençol e me cobri de novo.
Enquanto ele sumiu, fiquei pensando no que fazer. Talvez ele tivesse esquecido e não soubesse o que tinha acontecido, ou estava bem ciente do que rolou, ou só estava esperando eu ir embora. Não sabia de nada, não sabia o que fazer. A única coisa que consegui fazer foi me vestir e dobrar o lençol.
Pouco depois, ele chegou na sala com dois pratos, deixou numa mesinha, e de novo, um minuto depois, voltou com dois copos e alguns guardanapos. O café da manhã foi suco de laranja e ovos mexidos. Ele não é o melhor cozinheiro que conheço, mas o sabor não importava, eu já estava tão desconfortável que nem ligava pro gosto. Enquanto comíamos, ele ligou a... televisão, e os poucos comentários que fizemos foram sobre os programas que passavam na TV. Depois de terminar o café da manhã, tentei ir embora, falei que precisava ir pra casa, senão meus colegas de quarto iam se preocupar e me encher de perguntas.
Achei que o mais fácil ia ser me despedir. Cheguei na porta, já com as chaves do carro na mão, estendi minha mão pra ele, e ele apertou. Foi quando a gente se olhou nos olhos, fiquei muito nervoso, quase morri de nervoso... a gente se aproximou e se beijou na boca. Foi só isso naquele dia.
Durante a semana, a gente se encontrou de novo no mensageiro, e ele foi o primeiro a falar comigo.
- Oi Daniel
- Oi, como você tá?
- Podia estar melhor
- Como assim? Por quê???
- Se você estivesse aqui...
- Ha ha, achei que tinha acontecido alguma coisa com você...
.
.
.
(ELE) - A gente pode se ver de novo?
- Sim, claro, onde?
- No próximo sábado
- Tá bom, no parque de novo?
- Beleza, às 7:00
Durante a semana, a gente conversou mais vezes pelo mensageiro, e todo dia eu pensava nele, no que tinha acontecido e no que talvez fosse acontecer, e como ia ser, me dava um nervoso, mas acho que era mais ansiedade.
Chegou o sábado e a hora. Eu tava chegando a pé, e ele, como da outra vez, já tava lá, sentado no mesmo banco. A gente se cumprimentou só com a mão. Batemos um papo, como se nunca tivesse rolado nada entre a gente, e combinamos de ir pro apartamento dele de novo. Quando chegamos, tinha uma garrafa de vodka na mesinha onde a gente tinha tomado café da manhã. Sentei no sofá onde tudo aconteceu, e ele colocou música. A gente conversou e bebeu, mas dessa vez a gente tava sóbrio quando se beijou de novo. Peguei a mão dele e entrelacei nossos dedos, e ficamos brincando de se abraçar e se beijar como um casal normal de namorados. A vergonha já tava passando, e por dentro a temperatura tava subindo. Assim, brincando, a gente se jogou no tapete e se deitou do mesmo jeito que a gente tinha dormido da outra vez, e ele começou a comentar. sobre como tinha sido da outra vez.
Depois nos fundimos de novo em beijos apaixonados, e tiramos a roupa, ficamos só de cueca. E eu subi em cima dele, nesse momento já estava bem definido que eu era o passivo, e ele meu homem. Me acomodei colocando minhas pernas dos lados da cintura dele e sentindo o pau dele bem duro contra minha bunda, continuávamos nos beijando, e com minhas mãos percorria o cabelo dele e o peito, o pescoço. Beijava os lábios dele, o pescoço e o rosto. Me excitava muito sentir o corpo dele contra o meu, especialmente o pau dele. Depois ele me deitou de lado e se colocou entre minhas pernas e me beijou de novo, só o abracei com minhas pernas quase no ar, não aguentei mais a excitação e comecei a puxar a cueca dele pra baixo, o pau dele saltou pra minha bunda que só estava coberta pela minha calcinha, ele se ajeitou e começou a se mexer como se quisesse meter. Eu dizia o quanto gostava dele, e do que ele estava me fazendo; quando ele pressionava meu cuzinho, eu suspirava inconscientemente, quase gemendo...
Depois nos deitamos um do lado do outro, e aí peguei o pau dele e comecei a masturbar ele enquanto ele tirava minha calcinha e me apalpava toda, queria que ele me tocasse, queria ser dele, queria fazer ele meu. Senti as mãos dele na minha bunda, e um dedo fazendo pressão no meu cuzinho, no começo foi estranho, mas depois foi excitante, quando ele entrou, só arqueei minhas costas pra dar mais espaço, e ele foi enfiando e tirando, enquanto eu esfregava o pau dele, as bolas dele... tava masturbando ele de um jeito louco...
Ele tava me dando muito prazer no meu cuzinho só com o dedo dele.😛 Continua...
No dia seguinte, acordei antes dele, ou pelo menos era o que eu achava... Estava coberto por um lençol, minha cabeça doía, estava com sede, um pouco cansado e me sentia confuso. E pra piorar, tinha um gosto estranho na boca... Depois, abaixei a cabeça e vi o braço dele me rodeando, e comecei a lembrar das coisas... Não sabia se tocava nele ou me afastava e saía correndo pra nunca mais vê-lo. Estava tão confuso que não tinha certeza se tinha sido um sonho ou realidade... Só lembrava de coisas em partes, mas lembrei do gosto na minha boca, e isso serviu de prova pra saber que tinha sido mais que verdade.
Quando ele acordou, acho que aconteceu a mesma coisa com ele, só que como estávamos na casa dele, acho que ele se sentiu um pouco mais seguro. Ele me perguntou se eu estava com fome... Era a última coisa que eu pensava em fazer, comer, mas eu disse que sim. Ele se levantou e me mandou deitar no sofá. Quando me levantei, só estava de cueca, igual a ele, e fiquei com vergonha, então puxei o lençol e me cobri de novo.
Enquanto ele sumiu, fiquei pensando no que fazer. Talvez ele tivesse esquecido e não soubesse o que tinha acontecido, ou estava bem ciente do que rolou, ou só estava esperando eu ir embora. Não sabia de nada, não sabia o que fazer. A única coisa que consegui fazer foi me vestir e dobrar o lençol.
Pouco depois, ele chegou na sala com dois pratos, deixou numa mesinha, e de novo, um minuto depois, voltou com dois copos e alguns guardanapos. O café da manhã foi suco de laranja e ovos mexidos. Ele não é o melhor cozinheiro que conheço, mas o sabor não importava, eu já estava tão desconfortável que nem ligava pro gosto. Enquanto comíamos, ele ligou a... televisão, e os poucos comentários que fizemos foram sobre os programas que passavam na TV. Depois de terminar o café da manhã, tentei ir embora, falei que precisava ir pra casa, senão meus colegas de quarto iam se preocupar e me encher de perguntas.
Achei que o mais fácil ia ser me despedir. Cheguei na porta, já com as chaves do carro na mão, estendi minha mão pra ele, e ele apertou. Foi quando a gente se olhou nos olhos, fiquei muito nervoso, quase morri de nervoso... a gente se aproximou e se beijou na boca. Foi só isso naquele dia.
Durante a semana, a gente se encontrou de novo no mensageiro, e ele foi o primeiro a falar comigo.
- Oi Daniel
- Oi, como você tá?
- Podia estar melhor
- Como assim? Por quê???
- Se você estivesse aqui...
- Ha ha, achei que tinha acontecido alguma coisa com você...
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(ELE) - A gente pode se ver de novo?
- Sim, claro, onde?
- No próximo sábado
- Tá bom, no parque de novo?
- Beleza, às 7:00
Durante a semana, a gente conversou mais vezes pelo mensageiro, e todo dia eu pensava nele, no que tinha acontecido e no que talvez fosse acontecer, e como ia ser, me dava um nervoso, mas acho que era mais ansiedade.
Chegou o sábado e a hora. Eu tava chegando a pé, e ele, como da outra vez, já tava lá, sentado no mesmo banco. A gente se cumprimentou só com a mão. Batemos um papo, como se nunca tivesse rolado nada entre a gente, e combinamos de ir pro apartamento dele de novo. Quando chegamos, tinha uma garrafa de vodka na mesinha onde a gente tinha tomado café da manhã. Sentei no sofá onde tudo aconteceu, e ele colocou música. A gente conversou e bebeu, mas dessa vez a gente tava sóbrio quando se beijou de novo. Peguei a mão dele e entrelacei nossos dedos, e ficamos brincando de se abraçar e se beijar como um casal normal de namorados. A vergonha já tava passando, e por dentro a temperatura tava subindo. Assim, brincando, a gente se jogou no tapete e se deitou do mesmo jeito que a gente tinha dormido da outra vez, e ele começou a comentar. sobre como tinha sido da outra vez.
Depois nos fundimos de novo em beijos apaixonados, e tiramos a roupa, ficamos só de cueca. E eu subi em cima dele, nesse momento já estava bem definido que eu era o passivo, e ele meu homem. Me acomodei colocando minhas pernas dos lados da cintura dele e sentindo o pau dele bem duro contra minha bunda, continuávamos nos beijando, e com minhas mãos percorria o cabelo dele e o peito, o pescoço. Beijava os lábios dele, o pescoço e o rosto. Me excitava muito sentir o corpo dele contra o meu, especialmente o pau dele. Depois ele me deitou de lado e se colocou entre minhas pernas e me beijou de novo, só o abracei com minhas pernas quase no ar, não aguentei mais a excitação e comecei a puxar a cueca dele pra baixo, o pau dele saltou pra minha bunda que só estava coberta pela minha calcinha, ele se ajeitou e começou a se mexer como se quisesse meter. Eu dizia o quanto gostava dele, e do que ele estava me fazendo; quando ele pressionava meu cuzinho, eu suspirava inconscientemente, quase gemendo...
Depois nos deitamos um do lado do outro, e aí peguei o pau dele e comecei a masturbar ele enquanto ele tirava minha calcinha e me apalpava toda, queria que ele me tocasse, queria ser dele, queria fazer ele meu. Senti as mãos dele na minha bunda, e um dedo fazendo pressão no meu cuzinho, no começo foi estranho, mas depois foi excitante, quando ele entrou, só arqueei minhas costas pra dar mais espaço, e ele foi enfiando e tirando, enquanto eu esfregava o pau dele, as bolas dele... tava masturbando ele de um jeito louco...
Ele tava me dando muito prazer no meu cuzinho só com o dedo dele.😛 Continua...
4 comentários - Capitulo 2 Empezando otra vez
segui asi....escribis muy bien....me imagino como te habras sentido despues de todo eso 🤤 🤤
que rico
saludos