Oi, obrigado(a)!Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.marinheiro75Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.... por vocês escrevi este outro capítuloEspero que vocês gostem, e esse é mais o começo da nova aventura.Depois que terminou completamente, ele puxou meu braço e me fez deitar com ele, me abraçou e não dissemos mais nada. Fiquei pensando no que tinha feito, acho que não estava totalmente certo, mas tinha adorado, e mesmo sentindo minha boca cansada, estava feliz de certo modo, e pensando no momento, dormi até o dia seguinte...
No dia seguinte, acordei antes dele, ou pelo menos era o que eu achava... Estava coberto por um lençol, minha cabeça doía, estava com sede, um pouco cansado e me sentindo confuso, e pra piorar, tinha um gosto estranho na boca... Depois, abaixei a cabeça e vi o braço dele me rodeando, e comecei a lembrar das coisas... Não sabia se tocava nele ou se afastava e saía correndo pra nunca mais vê-lo. Estava tão confuso que não tinha certeza se tinha sido um sonho ou realidade... Só lembrava das coisas em partes, mas lembrei do gosto na minha boca, e isso serviu de prova pra saber que tinha sido mais que verdade.
Quando ele acordou, acho que aconteceu a mesma coisa com ele, só que como estávamos na casa dele, acho que ele se sentiu um pouco mais seguro. Ele me perguntou se eu estava com fome... Era a última coisa que eu pensava... em comer, mas eu disse que sim. Ele se levantou e me mandou deitar no sofá, e quando me levantei, só estava de cueca, igual a ele, e fiquei com vergonha, então puxei o lençol e me cobri de novo.
Enquanto ele sumiu, eu ficava pensando no que fazer, talvez ele tivesse esquecido e não soubesse o que tinha acontecido, ou estava bem ciente do que rolou, ou só estava esperando eu ir embora, não sabia de nada, não sabia o que fazer, a única coisa que consegui fazer foi me vestir e dobrar o lençol.
Pouco depois, ele chegou na sala com dois pratos, deixou numa mesinha, e de novo, um minuto depois, voltou com dois copos e alguns guardanapos. O café da manhã foi suco de laranja e ovo mexido, ele não é o melhor cozinheiro que conheço, mas o sabor não importava, eu já estava tão desconfortável que nem ligava pro gosto. Enquanto comíamos, ele ligou a televisão, e os poucos comentários que fizemos foram sobre os programas que passavam na TV. Depois de terminar o café da manhã, tentei ir embora, falei que precisava ir pra casa, senão meus colegas de quarto iam se preocupar e me encher de perguntas.
Achei que o mais fácil ia ser me despedir. Cheguei na porta, e já tinha as chaves do carro na mão, estendi minha mão pra ele, e ele apertou, e foi quando a gente se olhou nos olhos, fiquei muito nervoso, quase morri de nervoso... a gente se aproximou um do outro e se deu um beijo na boca. Foi só isso por aquele dia.
Durante a semana, a gente se encontrou de novo no mensageiro, e ele foi o primeiro a falar comigo.
- Oi Daniel
- Oi, como você tá?
- Podia estar melhor
- Como assim? Por quê???
- Se você estivesse aqui...
- Ha ha, achei que tinha acontecido alguma coisa com você...
.
.
.
(ELE) - A gente pode se ver de novo?
- Sim, claro, onde?
- No próximo sábado
- Tá bom, no parque de novo?
- Beleza, às 7:00
Durante a semana, a gente conversou mais vezes pelo mensageiro, e todo dia eu pensava nele, no que tinha acontecido e no que talvez fosse acontecer, e como ia ser, me dava um nervoso, mas acho que era mais ansiedade.
Chegou o sábado e a hora, eu vinha andando, e ele, como da outra vez, já estava lá, sentado no mesmo banco, a gente se cumprimentou só com a mão. A gente conversou um pouco, como se nunca tivesse rolado nada entre a gente, e combinamos de ir pro apartamento dele de novo. Quando chegamos, tinha uma garrafa de Vodka na mesinha onde a gente tinha tomado café, eu sentei no sofá onde tudo aconteceu, e ele colocou música. A gente conversou e bebeu, mas dessa vez a gente ainda tava sóbrio quando se beijou de novo, peguei a mão dele e entrelacei nossos dedos, e a gente ficou brincando de se abraçar e se beijar como um casal normal de namorados, a vergonha já tava passando, e por dentro a temperatura subia. Assim, brincando, a gente se jogou no tapete e se deitou do mesmo jeito que a gente dormiu da outra vez, e ele começou a comentar sobre como tinha sido da outra vez.
Depois nos fundimos de novo em beijos apaixonados, e tiramos a roupa, ficamos os dois de cueca. E subi em cima dele, nessa altura já estava bem definido que eu era o passivo, e ele meu homem. Me acomodei colocando minhas pernas dos lados da cintura dele e sentindo o pau dele bem duro contra minha bunda, continuávamos nos beijando, e com minhas mãos percorria o cabelo dele e o peito, o pescoço. Beijava os lábios dele, o pescoço e o rosto. Me excitava muito sentir o corpo dele contra o meu, especialmente o pau dele. Depois ele me deitou de lado e se colocou entre minhas pernas e me beijou de novo, só o abracei com minhas pernas quase no ar, não aguentei mais a excitação e comecei a puxar a cueca dele pra baixo, o pau dele saltou pra minha bunda que só estava coberta pela minha calcinha, ele se ajeitou e começou a se mexer como se quisesse meter. Dizia pra ele o quanto eu gostava dele, e do que ele estava me fazendo; quando ele fazia pressão no meu cuzinho, eu suspirava inconscientemente, quase gemendo...
Depois nos deitamos um do lado do outro, e aí peguei o pau dele e comecei a masturbar ele enquanto ele tirava minha calcinha e me apalpava toda, queria que ele me tocasse, queria ser dele, queria fazer ele meu. Senti as mãos dele na minha bunda, e um dedo fazendo pressão no meu cuzinho, no começo foi estranho, mas depois foi excitante, quando ele entrou, só arqueei minhas costas pra dar mais espaço, e ele foi enfiando e tirando, enquanto eu esfregava o pau dele, as bolas dele... tava masturbando ele de um jeito louco...
Tava me dando muito prazer no meu cuzinho só com o dedo dele.😛 Continua...
No dia seguinte, acordei antes dele, ou pelo menos era o que eu achava... Estava coberto por um lençol, minha cabeça doía, estava com sede, um pouco cansado e me sentindo confuso, e pra piorar, tinha um gosto estranho na boca... Depois, abaixei a cabeça e vi o braço dele me rodeando, e comecei a lembrar das coisas... Não sabia se tocava nele ou se afastava e saía correndo pra nunca mais vê-lo. Estava tão confuso que não tinha certeza se tinha sido um sonho ou realidade... Só lembrava das coisas em partes, mas lembrei do gosto na minha boca, e isso serviu de prova pra saber que tinha sido mais que verdade.
Quando ele acordou, acho que aconteceu a mesma coisa com ele, só que como estávamos na casa dele, acho que ele se sentiu um pouco mais seguro. Ele me perguntou se eu estava com fome... Era a última coisa que eu pensava... em comer, mas eu disse que sim. Ele se levantou e me mandou deitar no sofá, e quando me levantei, só estava de cueca, igual a ele, e fiquei com vergonha, então puxei o lençol e me cobri de novo.
Enquanto ele sumiu, eu ficava pensando no que fazer, talvez ele tivesse esquecido e não soubesse o que tinha acontecido, ou estava bem ciente do que rolou, ou só estava esperando eu ir embora, não sabia de nada, não sabia o que fazer, a única coisa que consegui fazer foi me vestir e dobrar o lençol.
Pouco depois, ele chegou na sala com dois pratos, deixou numa mesinha, e de novo, um minuto depois, voltou com dois copos e alguns guardanapos. O café da manhã foi suco de laranja e ovo mexido, ele não é o melhor cozinheiro que conheço, mas o sabor não importava, eu já estava tão desconfortável que nem ligava pro gosto. Enquanto comíamos, ele ligou a televisão, e os poucos comentários que fizemos foram sobre os programas que passavam na TV. Depois de terminar o café da manhã, tentei ir embora, falei que precisava ir pra casa, senão meus colegas de quarto iam se preocupar e me encher de perguntas.
Achei que o mais fácil ia ser me despedir. Cheguei na porta, e já tinha as chaves do carro na mão, estendi minha mão pra ele, e ele apertou, e foi quando a gente se olhou nos olhos, fiquei muito nervoso, quase morri de nervoso... a gente se aproximou um do outro e se deu um beijo na boca. Foi só isso por aquele dia.
Durante a semana, a gente se encontrou de novo no mensageiro, e ele foi o primeiro a falar comigo.
- Oi Daniel
- Oi, como você tá?
- Podia estar melhor
- Como assim? Por quê???
- Se você estivesse aqui...
- Ha ha, achei que tinha acontecido alguma coisa com você...
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(ELE) - A gente pode se ver de novo?
- Sim, claro, onde?
- No próximo sábado
- Tá bom, no parque de novo?
- Beleza, às 7:00
Durante a semana, a gente conversou mais vezes pelo mensageiro, e todo dia eu pensava nele, no que tinha acontecido e no que talvez fosse acontecer, e como ia ser, me dava um nervoso, mas acho que era mais ansiedade.
Chegou o sábado e a hora, eu vinha andando, e ele, como da outra vez, já estava lá, sentado no mesmo banco, a gente se cumprimentou só com a mão. A gente conversou um pouco, como se nunca tivesse rolado nada entre a gente, e combinamos de ir pro apartamento dele de novo. Quando chegamos, tinha uma garrafa de Vodka na mesinha onde a gente tinha tomado café, eu sentei no sofá onde tudo aconteceu, e ele colocou música. A gente conversou e bebeu, mas dessa vez a gente ainda tava sóbrio quando se beijou de novo, peguei a mão dele e entrelacei nossos dedos, e a gente ficou brincando de se abraçar e se beijar como um casal normal de namorados, a vergonha já tava passando, e por dentro a temperatura subia. Assim, brincando, a gente se jogou no tapete e se deitou do mesmo jeito que a gente dormiu da outra vez, e ele começou a comentar sobre como tinha sido da outra vez.
Depois nos fundimos de novo em beijos apaixonados, e tiramos a roupa, ficamos os dois de cueca. E subi em cima dele, nessa altura já estava bem definido que eu era o passivo, e ele meu homem. Me acomodei colocando minhas pernas dos lados da cintura dele e sentindo o pau dele bem duro contra minha bunda, continuávamos nos beijando, e com minhas mãos percorria o cabelo dele e o peito, o pescoço. Beijava os lábios dele, o pescoço e o rosto. Me excitava muito sentir o corpo dele contra o meu, especialmente o pau dele. Depois ele me deitou de lado e se colocou entre minhas pernas e me beijou de novo, só o abracei com minhas pernas quase no ar, não aguentei mais a excitação e comecei a puxar a cueca dele pra baixo, o pau dele saltou pra minha bunda que só estava coberta pela minha calcinha, ele se ajeitou e começou a se mexer como se quisesse meter. Dizia pra ele o quanto eu gostava dele, e do que ele estava me fazendo; quando ele fazia pressão no meu cuzinho, eu suspirava inconscientemente, quase gemendo...
Depois nos deitamos um do lado do outro, e aí peguei o pau dele e comecei a masturbar ele enquanto ele tirava minha calcinha e me apalpava toda, queria que ele me tocasse, queria ser dele, queria fazer ele meu. Senti as mãos dele na minha bunda, e um dedo fazendo pressão no meu cuzinho, no começo foi estranho, mas depois foi excitante, quando ele entrou, só arqueei minhas costas pra dar mais espaço, e ele foi enfiando e tirando, enquanto eu esfregava o pau dele, as bolas dele... tava masturbando ele de um jeito louco...
Tava me dando muito prazer no meu cuzinho só com o dedo dele.😛 Continua...
4 comentários - Capitulo 2 Empezando otra vez
segui asi....escribis muy bien....me imagino como te habras sentido despues de todo eso 🤤 🤤
que rico
saludos