Naquela época, a gente tinha um contato tão natural com minha prima que, ao lembrar de certas coisas que rolaram, não consigo entender por que deixei passar tantas oportunidades... Não entendo, mas talvez até compreenda. De qualquer forma, vou contar minha história e vocês mesmos vão julgar o que estou dizendo. Nem preciso dizer que não tem ficção nesses relatos.
Na adolescência, a gente sempre arrumava uns jogos com minha prima Gaby onde o contato corporal era o centro das atenções. Lembro com muita clareza como a gente buscava qualquer desculpa pra brigar corpo a corpo, como nossas mãos se entrelaçavam e a gente se empurrava até um cair no chão. Depois, o vencedor sentava em cima da vítima, segurando os punhos dela pra dominar melhor e controlar as tentativas de se soltar... Lembro com saudade que, quando a Gaby sentava no meu púbis, a sensação de prazer era tão grande que eu mal conseguia continuar o jogo. Não queria de jeito nenhum que ela saísse de cima e deixava ela dominar quase sem resistir. De vez em quando, eu fazia um movimento pélvico mais pra me esfregar melhor nela do que pra me livrar daquela tirania gostosa. Lembro também que nesses momentos a gente se olhava nos olhos com malícia e cumplicidade... Naquela hora, eu queria acabar com o jogo e beijar ela... beijar como nunca e apertar ela contra meu corpo sedento de prazer... mas depois daquele olhar, por algum motivo, ela me soltava e o jogo recomeçava.
Os relatos detalhados desses jogos com a Gaby eram o que deixava meu amigo Pablo todo excitado quando ele dormia aqui em casa.
- Por que você não comeu ela? - ele falava da cama dele
- É minha prima! Não dá...
- Que porra tem a ver, idiota!! Se você tem vontade e ela também
- Não dá
- Me deixou todo tesudo!
E assim começavam nossas punhetas... Na verdade, sempre duvidei se a Gaby participava desses jogos com tesão ou se era só minha mente perversa imaginando luxúria no olhar dela. Por que ela jogava, então? Ele achava o jogo divertido? Achava que tinha mais força que eu quando sentava em cima de mim?
Minhas histórias deixavam eu e o Pablo muito excitados. Não tinha noite juntos que a gente não batesse uma, mas tinha uma história secreta entre nós que nos esquentava ainda mais, algo que a gente não comentava mas que os dois lembravam perfeitamente. Cada punheta que eu batia perto dele, eu alimentava a esperança de que o Pablo se aproximasse e agarrasse minha pica com as mãos, desejava que ele me masturbasse como uma vez já tinha feito. Se eu tivesse que bater uma pra ele, eu batia... mas precisava que ele tocasse na minha. Também lembrava da culpa que sentimos depois da nossa experiência e isso me segurava.
Eu mostrava minha pica vermelha e bem dura, ele batia uma do meu lado, ao alcance da minha mão... ele gostava de me ver gozar, eu exagerava os movimentos quando fazia isso, espalhava meu leite pelo abdômen com luxúria enquanto ele gozava e acabava também.
Passamos um ano inteiro nos esquentando e enrolando desse jeito até que aconteceu de novo. Era um sábado perto das duas da madrugada, a gente tinha ficado vendo filmes na sala de casa, meus pais dormiam e o Pablo também tinha dormido, recostado no sofá. (O filme uma merda, "O Exército das Trevas") Ver ele deitado, dormindo de corpo e com seu shortinho no meu sofá me excitou. Minha fantasia naquele momento era deitar em cima do corpo dele e me esfregar até gozar... mas não podia fazer isso sem ele acordar... (ele ia pensar que sou viado) Tava entediado e com tesão, pensei em bater uma pensando nele... de repente uma peninha que saía da almofada do sofá onde ele estava chamou minha atenção. Peguei ela entre meus dedos e comecei a perturbar ele... Passava pelo rosto dele como se tivesse uma mosca, me divertiam os trejeitos dele dormindo, ele se coçava, torcia a boca... mas não acordava.
Depois de um tempo, ele parou de fazer caretas... Eu insistia com a pena, passava pelas pálpebras dele, pelo nariz, pelos lábios e nada. Tinha perdido todo efeito, já ia encerrar minha brincadeira quando vejo uma ereção impressionante que não dava pra disfarçar debaixo do short dele.
Continuei mais um pouco com a pluminha, tava esquentando ele... ele abre os olhos e fala que tá muito tesudo, que essa "pluminha" deixa ele louco!.
Ele senta e me faz deitar. Eu não precisava de pluminha nenhuma pra me excitar, mas o Pablo começou mesmo assim, passou primeiro no meu rosto, a sensação nos meus lábios era muito gostosa, depois foi descendo pelo meu pescoço, meu peito... a barriga... quando chegou na calça, pediu pra eu desabotoar pra sentir melhor... ofereci meu volume por baixo da cueca, ele passou a pluminha mas logo colocou a mão ali... eu me arrepiei... ele pegou na minha rola e começou a me punhetar. Eu deitado me contorcia de prazer, queria mais! Nisso ele me pede pra punhetar ele também. Sentei, peguei na pica dele... bombamos umas duas vezes e ele goza na hora.
Vejo ele saindo correndo pro banheiro... eu termino de me punhetar pensando em comer ele... gozei igual um louco... mas de novo a culpa me invadiu. Nem vou contar como ele tava...
- A gente é viado?
- Acho que não... - falo pra consolar ele... pra ser viado tem que foder, foi só uma punheta
Na adolescência, a gente sempre arrumava uns jogos com minha prima Gaby onde o contato corporal era o centro das atenções. Lembro com muita clareza como a gente buscava qualquer desculpa pra brigar corpo a corpo, como nossas mãos se entrelaçavam e a gente se empurrava até um cair no chão. Depois, o vencedor sentava em cima da vítima, segurando os punhos dela pra dominar melhor e controlar as tentativas de se soltar... Lembro com saudade que, quando a Gaby sentava no meu púbis, a sensação de prazer era tão grande que eu mal conseguia continuar o jogo. Não queria de jeito nenhum que ela saísse de cima e deixava ela dominar quase sem resistir. De vez em quando, eu fazia um movimento pélvico mais pra me esfregar melhor nela do que pra me livrar daquela tirania gostosa. Lembro também que nesses momentos a gente se olhava nos olhos com malícia e cumplicidade... Naquela hora, eu queria acabar com o jogo e beijar ela... beijar como nunca e apertar ela contra meu corpo sedento de prazer... mas depois daquele olhar, por algum motivo, ela me soltava e o jogo recomeçava.
Os relatos detalhados desses jogos com a Gaby eram o que deixava meu amigo Pablo todo excitado quando ele dormia aqui em casa.
- Por que você não comeu ela? - ele falava da cama dele
- É minha prima! Não dá...
- Que porra tem a ver, idiota!! Se você tem vontade e ela também
- Não dá
- Me deixou todo tesudo!
E assim começavam nossas punhetas... Na verdade, sempre duvidei se a Gaby participava desses jogos com tesão ou se era só minha mente perversa imaginando luxúria no olhar dela. Por que ela jogava, então? Ele achava o jogo divertido? Achava que tinha mais força que eu quando sentava em cima de mim?
Minhas histórias deixavam eu e o Pablo muito excitados. Não tinha noite juntos que a gente não batesse uma, mas tinha uma história secreta entre nós que nos esquentava ainda mais, algo que a gente não comentava mas que os dois lembravam perfeitamente. Cada punheta que eu batia perto dele, eu alimentava a esperança de que o Pablo se aproximasse e agarrasse minha pica com as mãos, desejava que ele me masturbasse como uma vez já tinha feito. Se eu tivesse que bater uma pra ele, eu batia... mas precisava que ele tocasse na minha. Também lembrava da culpa que sentimos depois da nossa experiência e isso me segurava.
Eu mostrava minha pica vermelha e bem dura, ele batia uma do meu lado, ao alcance da minha mão... ele gostava de me ver gozar, eu exagerava os movimentos quando fazia isso, espalhava meu leite pelo abdômen com luxúria enquanto ele gozava e acabava também.
Passamos um ano inteiro nos esquentando e enrolando desse jeito até que aconteceu de novo. Era um sábado perto das duas da madrugada, a gente tinha ficado vendo filmes na sala de casa, meus pais dormiam e o Pablo também tinha dormido, recostado no sofá. (O filme uma merda, "O Exército das Trevas") Ver ele deitado, dormindo de corpo e com seu shortinho no meu sofá me excitou. Minha fantasia naquele momento era deitar em cima do corpo dele e me esfregar até gozar... mas não podia fazer isso sem ele acordar... (ele ia pensar que sou viado) Tava entediado e com tesão, pensei em bater uma pensando nele... de repente uma peninha que saía da almofada do sofá onde ele estava chamou minha atenção. Peguei ela entre meus dedos e comecei a perturbar ele... Passava pelo rosto dele como se tivesse uma mosca, me divertiam os trejeitos dele dormindo, ele se coçava, torcia a boca... mas não acordava.
Depois de um tempo, ele parou de fazer caretas... Eu insistia com a pena, passava pelas pálpebras dele, pelo nariz, pelos lábios e nada. Tinha perdido todo efeito, já ia encerrar minha brincadeira quando vejo uma ereção impressionante que não dava pra disfarçar debaixo do short dele.
Continuei mais um pouco com a pluminha, tava esquentando ele... ele abre os olhos e fala que tá muito tesudo, que essa "pluminha" deixa ele louco!.
Ele senta e me faz deitar. Eu não precisava de pluminha nenhuma pra me excitar, mas o Pablo começou mesmo assim, passou primeiro no meu rosto, a sensação nos meus lábios era muito gostosa, depois foi descendo pelo meu pescoço, meu peito... a barriga... quando chegou na calça, pediu pra eu desabotoar pra sentir melhor... ofereci meu volume por baixo da cueca, ele passou a pluminha mas logo colocou a mão ali... eu me arrepiei... ele pegou na minha rola e começou a me punhetar. Eu deitado me contorcia de prazer, queria mais! Nisso ele me pede pra punhetar ele também. Sentei, peguei na pica dele... bombamos umas duas vezes e ele goza na hora.
Vejo ele saindo correndo pro banheiro... eu termino de me punhetar pensando em comer ele... gozei igual um louco... mas de novo a culpa me invadiu. Nem vou contar como ele tava...
- A gente é viado?
- Acho que não... - falo pra consolar ele... pra ser viado tem que foder, foi só uma punheta
21 comentários - Meu despertar sexual 2 (relato bi)
me calienta mal estos relatos
somos bisexuales a pleno.
Quiero la otra parte por favor...
decime que se cojieron con todo en algun momento... espero los siguientes ansioso.
Gracias a ud por pasarse tambièn !! 😉
pd: cojan tranquilos. pero cuidense. 🙎♂️
we che aver:
Cuando llegue a la parte qe decia qe Pablo se hacia la paja cn vs despues de qe le cuentes el relato Yo estaba pensando qe despues se ivan a garchar a tu prima 😳 xd
che, tu prima una grosa, para mi qe te tiene ganas, te recomiendo este relato tamb para qe veas qe tenes posibilidades de garcgartela 😮 http://poringa.net/posts/relatos/1167584/con-mi-primo-el-dia-de-su-cumple.html
y Che..
QIERO LA TERCERA PARTE !! 😃
UNA GROSA TU PRIMA
AH I
Yo me llamo \"Paulo\" xd
http://poringa.net/posts/relatos/1189276/Acostado-junto-a-mi-prima.html
Muy simple, muy real...
Muy excitante...
Yo no solo te doy una mano... Dale?
x puto te llevamos a nfu! bienvenidooooooo
q hablen nomas, vos tranqa 😀
cortito y al pie
me mato el final
hagan lo que sientan! dejen las etiquetas para los libros.
hace mucho de esto? siguieron los encuentros? garcharon o no?
abrazo master!
Soy hoy 100 % bisexual, aunque tengo muchas mas relaciones con mujeres que con hombres....
La pija siempre me calienta!
Gracias por compartir!