Escravizada à Força 2

juniormanya15há 11 anos

-¡¡¡¡AAAAAAHHHH SIIIIIIIIIIIHHHHH!!!! ¡¡¡¡¡ME COME DURO!!!!! ¡¡¡¡QUE GOSTOSOOOOOGGGGHHH!!!! –falei quase sem fôlego.

- Tá gostando, putinha? ¡¡Vamos, mexe essa bunda!! Não paguei 10 Bs.F pra eu fazer todo o trabalho, mexe esse rabo –PAF!! Uma palmada violenta me fez pular, me lembrando que eu só existia pra satisfazer os desejos sexuais dos meus parceiros. Comecei um movimento frenético de quadril, aproveitando a posição, onde eu estava sentada em cima do meu macho da vez, ou melhor, do meu cliente da vez, com minhas tetas na cara dele, balançando ambas pelos movimentos do meu corpo, tanto por ser penetrada com toda raiva, quanto pelos meus próprios, que começavam naquele instante.

- Aaahhh siiiiim, esse cara tinha razão, sem dúvida você é uma puta de feira autêntica, se mexe deliciosamente...

- Ah, Ah, ah, afff, MmGGhh –era minha resposta. A pica dele estava enfiada no meu cu, e eu me mexia o melhor que podia. Era uma puta, sim, já estava convencida disso. E além do mais, estava gostando.

- ¡¡AAAAHHH PUTA VOU GOZAAAAR!! –gritei selvagemente, agarrando minhas duas tetas com as mãos, apertando bem forte, me machucando um pouco, mas meu instinto masoquista transformava aquilo em prazer. Senti deliciosamente dentro das minhas entranhas o precioso líquido grosso, esbranquiçado e quente, descarregado pela pica do meu cliente. Uma sensação divina percorreu meu corpo ao sentir o esperma dele dentro de mim.

Depois da descarga, ele me empurrou pro lado, ficando deitado no colchão velho que era o único objeto naquele quartinho de paredes deterioradas, com tinta descascando e várias rachaduras além de infiltrações. O cheiro de sexo no lugar era penetrante. Além do colchão, velho, empoeirado, com alguns rasgos, o outro objeto no quarto era eu.

Ele pegou minha cabeça pelos cabelos e a dirigiu pro pau dele, que ainda estava meio ereto e bem molhado. Dava pra ver gotas de sêmen misturado com fluidos percorrendo-a até as bolas dele. -Vai, seu idiota, limpa isso – ele me ordenou. Eu obedeci, engolindo aquele pedaço de carne deliciosa na minha boca, saboreando os restos de fluidos misturados na superfície dela. Minha língua não parou de massageá-la em nenhum momento, estivesse ela dentro ou fora da minha boca. Terminado isso, pego uma coleira de puta vermelho brilhante, com uma corrente presa a ela, um pouco comprida. Coloco no meu pescoço, deixando bem apertada, pego a corrente e me arrasto de quatro até um canto do quarto, longe do colchão. Naquele canto tinha um argola presa no chão, por onde passo a corrente várias vezes, encurtando a distância entre meu pescoço e o chão, me deixando quase colada nele. Ele se ajoelhou e, com meu cabelo, limpou o pau dele da minha baba misturada com outros fluidos. -Tenha bons pesadelos, porca. – ele disse, me dando um tapa forte na cara e uma palmada bem alta e forte na minha bunda. Ele se levantou, cuspiu na minha cara, pegou as roupas dele e saiu do quarto, deixando a porta aberta. Deixando à mostra, lá fora, a noite fria envolvendo um terreno cheio de mato. Mas vamos ver como eu cheguei a esse ponto.Continua aqui ↓↓↓↓↓↓↓ ↓↓↓↓↓↓↓ ↓↓↓↓↓↓↓↓↓↓↓↓↓↓ ↓↓↓↓↓↓↓ ↓↓↓↓↓↓↓↓↓↓↓↓↓↓ ↓↓↓↓↓↓↓ ↓↓↓↓↓↓↓http://www.poringa.net/posts/relatos/2758868/Inducida-a-la-esclavitud-2.html


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